Pensamento: “As amizades verdadeiras são como árvores de raízes profundas: nenhuma tempestade consegue arrancá-las” (Provérbio Chinês)
Mensagem: Hoje orei por você...
- Hoje, pus- me a recordar minhas amizades mais preciosas. Sou uma pessoa feliz:
- Tenho mais amigos do que imaginava. É o que demonstram. É o que sinto por todos eles. E é o que Deus me dá!!!
Vejo o brilho nos olhos deles, o sorriso espontâneo e a alegria que sentem ao me verem. E eu também sinto paz e alegria quando os vejo.
E quando conversamos no riso, ou na seriedade, sinto que eles apontam para Deus, que eles tem Deus nos seus corações...até mesmo quando não acreditam Nele...
Hoje, pensei nos meus inúmeros amigos e amigas, entre eles você apareceu.
Você não estava em cima, nem abaixo, nem no meio. Não encabeçava, nem concluía a lista. Não era o número um, nem o número final. O que eu sei é que se destacava por alguma qualidade que conseguiu transmitir e com a qual, eu vejo Cristo em ti, só sei que você é muito especial.
E eu também não tenho a pretensão de ser o primeiro, o segundo ou o terceiro de sua lista, nem me importo se for o último. Basta que me queira como amigo.
Não se preocupe com o lugar que você tem no meu coração, nem eu com o lugar que tenho no seu. Sei que você está lá e sei que Deus me deu você de presente... Pura e simplesmente somos amigos.
E fiz o que todo amigo deve fazer: orei por Você. E era uma prece de gratidão. Você qualificou a minha vida.
Que Jesus possa abençoá-lo meu amigo.
É muito bom poder chamar-te de amigo!
“Realmente eu orei, pensei... não importa o nome que você vai dar. O importante é que parei por um momento e pensei em você...”
Ouça na íntegra o Programa exibido em 28/11/11!
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
DIGO QUE NÃO VOU CHORAR, MAS CHORO
Pensamento: “A vida somente se completa com o real sentimento de amor ao próximo!” Paulo Master
Mensagem: DIGO QUE NÃO VOU CHORAR, MAS CHORO
Choro quando meu limite de sentir dor extravasa, quando minha capacidade de suportar vai além das minhas forças, quando a garganta sufoca com gritos e se fecha com muitos nós.
Digo que não vou chorar, mas choro, porque sou impotente perante as dores do mundo... Porque não consigo o ruim melhorar, Choro para aliviar meu peito... para nos outros acreditar.
Choro... porque às vezes me entrego e perco a garra para lutar.
Choro... pelas saudades que não consigo matar.
Choro ... porque não me entendem e não me deixam explicar.
Digo que não vou chorar mas choro, pelas injustiças que vejo, pelas dores de todos os peitos, pela fome, pelas guerras, pelas doenças de nossa terra...
Digo então que não vou chorar, mas choro... por não concordar, não aceitar, não me conformar...que algumas pessoas preferem se odiar a se amar!
Texto Maria Knop
Programa exibido em 23/11/11!
Mensagem: DIGO QUE NÃO VOU CHORAR, MAS CHORO
Choro quando meu limite de sentir dor extravasa, quando minha capacidade de suportar vai além das minhas forças, quando a garganta sufoca com gritos e se fecha com muitos nós.
Digo que não vou chorar, mas choro, porque sou impotente perante as dores do mundo... Porque não consigo o ruim melhorar, Choro para aliviar meu peito... para nos outros acreditar.
Choro... porque às vezes me entrego e perco a garra para lutar.
Choro... pelas saudades que não consigo matar.
Choro ... porque não me entendem e não me deixam explicar.
Digo que não vou chorar mas choro, pelas injustiças que vejo, pelas dores de todos os peitos, pela fome, pelas guerras, pelas doenças de nossa terra...
Digo então que não vou chorar, mas choro... por não concordar, não aceitar, não me conformar...que algumas pessoas preferem se odiar a se amar!
Texto Maria Knop
Programa exibido em 23/11/11!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
EU QUERIA SER...
Pensamento: "Coragem é o que é preciso para ficar de pé e falar; coragem é também o que é preciso para sentar e ouvir." Winston Churchill
Mensagem: EU QUERIA SER...
O LUAR
Para iluminar o caminho daqueles que vivem na escuridão...
O SILÊNCIO
Para calar as vozes que atordoam o coração...
O AMANHECER
Para fazer um dia a mais de felicidade...
A LUZ
Para dissipar as sombras e destacar as cores...
A NOITE
Para acalentar os que lutam durante o dia...
A VIDA
Para fazer viver os que estão morrendo...
A LÁGRIMA
Para comover os corações insensíveis...
O SORRISO
Para encantar as faces e eliminar amarguras...
O AMOR
Para unir as pessoas e dar significado em suas vidas...
Na verdade, amigo, amiga...
Eu queria mesmo é mandar a você um grande abraço e dizer que a sua amizade é muito importante para mim!
Autor desconhecido
Programa exibido em 21/11/11!
Mensagem: EU QUERIA SER...
O LUAR
Para iluminar o caminho daqueles que vivem na escuridão...
O SILÊNCIO
Para calar as vozes que atordoam o coração...
O AMANHECER
Para fazer um dia a mais de felicidade...
A LUZ
Para dissipar as sombras e destacar as cores...
A NOITE
Para acalentar os que lutam durante o dia...
A VIDA
Para fazer viver os que estão morrendo...
A LÁGRIMA
Para comover os corações insensíveis...
O SORRISO
Para encantar as faces e eliminar amarguras...
O AMOR
Para unir as pessoas e dar significado em suas vidas...
Na verdade, amigo, amiga...
Eu queria mesmo é mandar a você um grande abraço e dizer que a sua amizade é muito importante para mim!
Autor desconhecido
Programa exibido em 21/11/11!
sábado, 19 de novembro de 2011
"Lições do Viver "
Se a desilusão atingir sua alma, devastando seus sonhos e ofuscando novas possibilidades, pense na infinidade de caminhos que podem se abrir para você em apenas um dia, uma hora, um minuto.
Se a frustração acariciar friamente sua face, fazendo-te cair diante dos obstáculos, olhe para trás e veja o quanto você já caminhou e o quanto cresceu colhendo em cada trilha amigos sinceros, amores, experiências inesquecíveis.
Se a preocupação com os encargos do dia-a-dia tomar sua mente e enfraquecer o seu corpo, despertando o nervosismo e o estresse, olhe o horizonte e tente descobrir as saídas para os problemas ao invés de lamentar e achar que eles são piores do que realmente são.
Se a tristeza insistir em te acompanhar, saiba enxergar a felicidade nas pequenas coisas da vida, numa conversa com os amigos, na brincadeira com as crianças...
Rotina é uma palavra que não existe, pois cada dia traz consigo pequenas surpresas e cada pequeno gesto guarda uma imensa felicidade.
E depois de tudo isso, olhe para si mesmo e veja o quão especial você é, imagine o quanto pode fazer pelo mundo e pelas pessoas, valorize as suas qualidades e tente corrigir seus defeitos (o que é realmente difícil) e saiba o quanto é privilegiado por poder caminhar, cair e aprender com os erros, por ser capaz de escrever uma história única, como nenhuma outra.
Exibido em 18/11/2011
Se a frustração acariciar friamente sua face, fazendo-te cair diante dos obstáculos, olhe para trás e veja o quanto você já caminhou e o quanto cresceu colhendo em cada trilha amigos sinceros, amores, experiências inesquecíveis.
Se a preocupação com os encargos do dia-a-dia tomar sua mente e enfraquecer o seu corpo, despertando o nervosismo e o estresse, olhe o horizonte e tente descobrir as saídas para os problemas ao invés de lamentar e achar que eles são piores do que realmente são.
Se a tristeza insistir em te acompanhar, saiba enxergar a felicidade nas pequenas coisas da vida, numa conversa com os amigos, na brincadeira com as crianças...
Rotina é uma palavra que não existe, pois cada dia traz consigo pequenas surpresas e cada pequeno gesto guarda uma imensa felicidade.
E depois de tudo isso, olhe para si mesmo e veja o quão especial você é, imagine o quanto pode fazer pelo mundo e pelas pessoas, valorize as suas qualidades e tente corrigir seus defeitos (o que é realmente difícil) e saiba o quanto é privilegiado por poder caminhar, cair e aprender com os erros, por ser capaz de escrever uma história única, como nenhuma outra.
Exibido em 18/11/2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O MENDIGO E AS FLORES
Pensamento: “A alegria não está nas coisas, está em nós.” Johann Goethe
Mensagem: O MENDIGO E AS FLORES
Havia um homem muito rico, muito poderoso que morava em uma linda mansão.
Em um determinado dia, esse homem resolveu homenagear seus amigos com uma grande festa em sua mansão. Então, chamou todo os seus convidados, cada qual mais abastardo que o outro.
Era noite, fazia muito frio e chovia mansamente. As horas passavam rapidamente e, quando a madrugada chegava, um mendigo tocou a campainha daquela casa. O anfitrião atendeu à porta, e o velho mendigo pediu-lhe um prato de comida. O proprietário daquela linda mansão ordenou a um de seus empregados que lhe preparasse uma bandeja com lixo e sujeiras.
O homem rico entrou no salão com a bandeja na mão sob o olhar incrédulo dos convidados, e diante de todos ofertou ao velho mendigo aquela bandeja contendo lixo e sujeiras. O velho mendigo recebeu de suas mãos aquela bandeja e, com tanta alegria e satisfação que invadia seu coração agradeceu humildemente, o que surpreendeu a todos que se encontravam naquela linda mansão.
Com toda a sua humildade transparente, o velho mendigo pediu àquele homem rico que o aguardasse no salão, pois, em retribuição ao seu presente, ele também, gostaria de presenteá-lo...
E assim, o velho mendigo saiu em êxtase, com a sua bandeja de lixo e sujeiras na mão e, no centro do jardim daquela mansão, ele dobrou os joelhos no chão, fez uma breve oração e lavou a bandeja com suas lágrimas, logo em seguida, colheu inúmeras e lindas flores daquele jardim, e colocou na bandeja que brilhava de tão limpa que estava. O velho mendigo, então, retornou ao salão daquela mansão com um radiante sorriso estampado no rosto e a bandeja de flores na mão, e presenteou aquele homem rico, enquanto os convidados ficavam estagnados sem acreditarem no que viam, e disse ao homem rico:
- As pessoas presenteiam aos outros com aquilo que tem de melhor dentro de seu coração.
Programa exibido em 16/11/11!
Mensagem: O MENDIGO E AS FLORES
Havia um homem muito rico, muito poderoso que morava em uma linda mansão.
Em um determinado dia, esse homem resolveu homenagear seus amigos com uma grande festa em sua mansão. Então, chamou todo os seus convidados, cada qual mais abastardo que o outro.
Era noite, fazia muito frio e chovia mansamente. As horas passavam rapidamente e, quando a madrugada chegava, um mendigo tocou a campainha daquela casa. O anfitrião atendeu à porta, e o velho mendigo pediu-lhe um prato de comida. O proprietário daquela linda mansão ordenou a um de seus empregados que lhe preparasse uma bandeja com lixo e sujeiras.
O homem rico entrou no salão com a bandeja na mão sob o olhar incrédulo dos convidados, e diante de todos ofertou ao velho mendigo aquela bandeja contendo lixo e sujeiras. O velho mendigo recebeu de suas mãos aquela bandeja e, com tanta alegria e satisfação que invadia seu coração agradeceu humildemente, o que surpreendeu a todos que se encontravam naquela linda mansão.
Com toda a sua humildade transparente, o velho mendigo pediu àquele homem rico que o aguardasse no salão, pois, em retribuição ao seu presente, ele também, gostaria de presenteá-lo...
E assim, o velho mendigo saiu em êxtase, com a sua bandeja de lixo e sujeiras na mão e, no centro do jardim daquela mansão, ele dobrou os joelhos no chão, fez uma breve oração e lavou a bandeja com suas lágrimas, logo em seguida, colheu inúmeras e lindas flores daquele jardim, e colocou na bandeja que brilhava de tão limpa que estava. O velho mendigo, então, retornou ao salão daquela mansão com um radiante sorriso estampado no rosto e a bandeja de flores na mão, e presenteou aquele homem rico, enquanto os convidados ficavam estagnados sem acreditarem no que viam, e disse ao homem rico:
- As pessoas presenteiam aos outros com aquilo que tem de melhor dentro de seu coração.
Programa exibido em 16/11/11!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
É PRECISO SABER DIZER…
Pensamento: "Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo." Autor desconhecido
Mensagem: É PRECISO SABER DIZER…
Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração.
A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados.
Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais.
E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro. Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto. Não é preciso dizer.
Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital.
Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado
satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.
O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestioná-la, lhe disse:
- Pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar, para o seu marido.
Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:
- O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.
Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada.
Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura.
A resposta do marido foi curta, mas precisa:
- Ela tem que ficar boa, doutor!
Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta.
O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela.
Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.
O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:
- Querida, eu vou fazer você ficar boa.
- Por quê?
Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos.
- Porque você representa muito para mim. Você é a minha vida!
Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele.
- Você nunca me disse isso.
- Estou dizendo agora.
Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa.
Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida.
É importante saber dizer: amo você! O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.
É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.
A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.
Quem diz ao outro: “Eu amo você” - expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.
Não Basta amar o outro. É preciso que ele saiba que é amado!
Texto extraído do livro: "A Arte de Contar Histórias"
Autor Ir. José Geraldo Teófilo da Silva, NDS
Programa exibido em 20/11/11!
Mensagem: É PRECISO SABER DIZER…
Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração.
A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados.
Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais.
E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro. Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto. Não é preciso dizer.
Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital.
Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado
satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.
O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestioná-la, lhe disse:
- Pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar, para o seu marido.
Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:
- O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.
Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada.
Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura.
A resposta do marido foi curta, mas precisa:
- Ela tem que ficar boa, doutor!
Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta.
O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela.
Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.
O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:
- Querida, eu vou fazer você ficar boa.
- Por quê?
Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos.
- Porque você representa muito para mim. Você é a minha vida!
Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele.
- Você nunca me disse isso.
- Estou dizendo agora.
Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa.
Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida.
É importante saber dizer: amo você! O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.
É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.
A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.
Quem diz ao outro: “Eu amo você” - expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.
Não Basta amar o outro. É preciso que ele saiba que é amado!
Texto extraído do livro: "A Arte de Contar Histórias"
Autor Ir. José Geraldo Teófilo da Silva, NDS
Programa exibido em 20/11/11!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A CONTA BANCÁRIA DA VIDA
Pensamento: “Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.” Clarice Lispector
Mensagem: A CONTA BANCÁRIA DA VIDA
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de
R$ 86.400,00.
Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faria? Gastaria cada centavo, é claro!
Todos nós somos clientes deste “banco” que estamos falando. Ele se chama TEMPO.
Todas as manhãs, é creditado a você 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda - tudo o que você falhou em investir em bons propósitos.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.
Não há volta. Se você falha em usar o depósito do dia, a perda é sua.
Você deve viver no presente o seu depósito diário.
Invista, então, no que for melhor; na sua saúde, felicidade, sucesso!
O relógio está correndo. Faça o máximo de hoje!
Para você perceber o valor de UM ANO….pergunte a um estudante que repetiu de ano.
Para você perceber o valor de UM MÊS…pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.
Para perceber o valor de UMA SEMANA…pergunte ao editor de um jornal semanal.
Para perceber o valor de UMA HORA…pergunte aos apaixonados que estão esperando para se encontrarem.
Para você perceber o valor de UM MINUTO…pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
Para perceber o valor de UM SEGUNDO…pergunte a uma pessoa que acabou de evitar um acidente.
Para perceber o valor de UM MILÉSIMO DE SEGUNDO…pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos.
Valorize cada momento que você tem! E valorize-o mais porque você o divide com alguém especial...especial o bastante para você gastar o seu tempo.
E lembre-se que o tempo não espera por ninguém.
Ontem é historia. Amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva de Deus... Por isso é que ele é chamado… o Presente!
Programa exibido em 07/03/11!
Mensagem: A CONTA BANCÁRIA DA VIDA
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de
R$ 86.400,00.
Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faria? Gastaria cada centavo, é claro!
Todos nós somos clientes deste “banco” que estamos falando. Ele se chama TEMPO.
Todas as manhãs, é creditado a você 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda - tudo o que você falhou em investir em bons propósitos.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.
Não há volta. Se você falha em usar o depósito do dia, a perda é sua.
Você deve viver no presente o seu depósito diário.
Invista, então, no que for melhor; na sua saúde, felicidade, sucesso!
O relógio está correndo. Faça o máximo de hoje!
Para você perceber o valor de UM ANO….pergunte a um estudante que repetiu de ano.
Para você perceber o valor de UM MÊS…pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.
Para perceber o valor de UMA SEMANA…pergunte ao editor de um jornal semanal.
Para perceber o valor de UMA HORA…pergunte aos apaixonados que estão esperando para se encontrarem.
Para você perceber o valor de UM MINUTO…pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
Para perceber o valor de UM SEGUNDO…pergunte a uma pessoa que acabou de evitar um acidente.
Para perceber o valor de UM MILÉSIMO DE SEGUNDO…pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos.
Valorize cada momento que você tem! E valorize-o mais porque você o divide com alguém especial...especial o bastante para você gastar o seu tempo.
E lembre-se que o tempo não espera por ninguém.
Ontem é historia. Amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva de Deus... Por isso é que ele é chamado… o Presente!
Programa exibido em 07/03/11!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
MOMENTO DA VIDA
Pensamento: "Eu guardei muitas coisas em minhas mãos, e perdi todas; mas todas que coloquei nas mãos de Deus, essas eu ainda possuo." "Desconhecido"
Mensagem: MOMENTO DA VIDA
Ás vezes aparece em nossas vidas momentos difíceis;
Momentos que tiram as nossas forças, junto de nossa coragem.
Parecem ser momentos muito fortes, momentos incombatíveis...
E muitas vezes nós nos deixamos vencer por estes “momentos”.
Poucas pessoas sabem, que o coração do ser humano, guarda segredos...
Um de seus segredos, é uma força que combate qualquer momento...
Essa força se chama FÉ!
Ela é imensamente forte...
Ela é a certeza, e o sorriso junto da paz.
Ela é o alimento da alma, o alimento que nos dá força e quando alguém descobre esse segredo que é a FÉ, ela a cultiva, e faz brotar a Felicidade.
Daí pela frente essa FÉ descoberta, percorre pelas veias...
E enfim é vivida.
Faça de cada lágrima de dor, uma gotinha de coragem em busca pela felicidade!
E tenha sempre em mente o Amor de Deus.
Deus mora em sua vida não tenha dúvidas, confie Nele!
Ele não coloca desafios que você não possa enfrentar;
Ele coloca desafios para que você cresça no amor e na vontade de viver...
E que “Momentos” são apenas momentos, e que a FÉ, é um Segredo Eterno.
Autor desconhecido
Programa exibido em 02/11/2010!
Mensagem: MOMENTO DA VIDA
Ás vezes aparece em nossas vidas momentos difíceis;
Momentos que tiram as nossas forças, junto de nossa coragem.
Parecem ser momentos muito fortes, momentos incombatíveis...
E muitas vezes nós nos deixamos vencer por estes “momentos”.
Poucas pessoas sabem, que o coração do ser humano, guarda segredos...
Um de seus segredos, é uma força que combate qualquer momento...
Essa força se chama FÉ!
Ela é imensamente forte...
Ela é a certeza, e o sorriso junto da paz.
Ela é o alimento da alma, o alimento que nos dá força e quando alguém descobre esse segredo que é a FÉ, ela a cultiva, e faz brotar a Felicidade.
Daí pela frente essa FÉ descoberta, percorre pelas veias...
E enfim é vivida.
Faça de cada lágrima de dor, uma gotinha de coragem em busca pela felicidade!
E tenha sempre em mente o Amor de Deus.
Deus mora em sua vida não tenha dúvidas, confie Nele!
Ele não coloca desafios que você não possa enfrentar;
Ele coloca desafios para que você cresça no amor e na vontade de viver...
E que “Momentos” são apenas momentos, e que a FÉ, é um Segredo Eterno.
Autor desconhecido
Programa exibido em 02/11/2010!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
OS LIMITES DE CADA UM
Pensamento: “O amor cresce com a doação. A única maneira de ter amor é oferecê-lo aos outros.” "Desconhecido"
Mensagem: OS LIMITES DE CADA UM
As pessoas julgam as forças umas das outras baseando-se naquilo que elas mesmas são capazes de suportar.
Poucos se dão conta que cada um de nós tem seu limite e que este não pode ser comparado com o de mais ninguém.
Uns suportam mais heroicamente o sofrimento, outros se entregam e morrem devagarzinho como se o mundo tivesse acabado. E a um e a outro Deus criou.
Somos infinitamente mais capazes do que pensamos, mas enquanto ignoramos essa verdade, somos o que somos sem sermos mais ou menos que ninguém.
Classificar alguém de fraco porque este não suporta a dor física, moral ou emocional é cometer uma grande injustiça, pois cada um vai até onde seus limites permitem e é devagarzinho que as pessoas vão descobrindo que as asperezas da vida nos tornam pouco a pouco mais fortes e resistentes.
Seguimos até onde devemos seguir e quando cremos que as forças nos abandonam é que o Senhor nos pega nos braços e nos ensina a voar. Vemos então horizontes que não podíamos alcançar com nossa visão plana e direcionada geralmente aquilo que nos fazia tanto mal.
Somos o que somos sim e que ninguém nos diga pequenos e falhos! Alcançamos tudo o que está ao alcance das nossas mãos e mais o que o Senhor nos dá através da nossa fé que, mesmo limitada, nos torna seres ilimitados.
Autora Letícia Thompson
Programa exibido em 01/11/10!
Mensagem: OS LIMITES DE CADA UM
As pessoas julgam as forças umas das outras baseando-se naquilo que elas mesmas são capazes de suportar.
Poucos se dão conta que cada um de nós tem seu limite e que este não pode ser comparado com o de mais ninguém.
Uns suportam mais heroicamente o sofrimento, outros se entregam e morrem devagarzinho como se o mundo tivesse acabado. E a um e a outro Deus criou.
Somos infinitamente mais capazes do que pensamos, mas enquanto ignoramos essa verdade, somos o que somos sem sermos mais ou menos que ninguém.
Classificar alguém de fraco porque este não suporta a dor física, moral ou emocional é cometer uma grande injustiça, pois cada um vai até onde seus limites permitem e é devagarzinho que as pessoas vão descobrindo que as asperezas da vida nos tornam pouco a pouco mais fortes e resistentes.
Seguimos até onde devemos seguir e quando cremos que as forças nos abandonam é que o Senhor nos pega nos braços e nos ensina a voar. Vemos então horizontes que não podíamos alcançar com nossa visão plana e direcionada geralmente aquilo que nos fazia tanto mal.
Somos o que somos sim e que ninguém nos diga pequenos e falhos! Alcançamos tudo o que está ao alcance das nossas mãos e mais o que o Senhor nos dá através da nossa fé que, mesmo limitada, nos torna seres ilimitados.
Autora Letícia Thompson
Programa exibido em 01/11/10!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A ÚLTIMA VIAGEM DE TÁXI.
Pensamento: “As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que parecem em seus caminhos.” "Desconhecido"
Mensagem: A ÚLTIMA VIAGEM DE TÁXI.
Houve um tempo em que eu ganhava a vida como motorista de táxi. Os passageiros embarcavam totalmente anônimos. E, às vezes, me contavam episódios de suas vidas, suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas que me surpreenderam. Mas, NENHUMA como aquela da noite de 25 para 26 de julho do último ano em que trabalhei na praça.
Havia recebido já tarde da noite uma chamada vinda de um pequeno prédio de tijolinhos, em uma rua tranqüila, próximo do Largo da Ordem no São Francisco, centro histórico de Curitiba.
Quando cheguei ouvia cachorros latindo longe. O prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Nestas circunstâncias, outros teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam só um pouco e, então, iriam embora. Mas, eu sabia que muitas pessoas dependiam de táxis como único meio de transporte a tal hora. A não ser, portanto, que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre esperava.
"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda" – Pensei - Assim, fui até a porta e bati.
- Um minutinho - Respondeu uma voz fraca e idosa.
Ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão...Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se.
Vi-me então diante de uma senhora bem idosa, pequenina e de frágil aparência. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40! E se equilibrava numa bengala, enquanto segurava com dificuldade uma pequena mala. Dava para ver que a mobília estava toda coberta com lençóis. Não haviam relógios, roupas ou adornos sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa aberta com fotografias e vidros.
A velha senhora, esboçando então um tímido sorriso de quem havia já perdido todos os dentes, pediu-me:
- O senhor poderia me ajudar com a mala?
Eu peguei a mala e ajudei-a caminhar lentamente até o carro. E enquanto se acomodava ela ficou me agradecendo.
- Não é nada, apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha velha mãe.
- Oh! Você é um bom rapaz!
Quando embarcamos, deu-me um endereço e pediu:
- O senhor poderia ir pelo centro da cidade?
- Este não é o trajeto mais curto - alertei-a prontamente.
- Eu não me importo. Não estou com pressa. Meu destino é o último, o asilo dos velhos.
Surpreso, eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha brilhavam marejados.
- Eu não tenho mais família e o médico me disse que tenho muito pouco tempo de vida.
Disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:
- Qual o caminho que a senhora deseja que eu tome?
Nas horas seguintes nós dirigimos por toda a cidade. Ela mostrou-me o edifício na Barão do Cerro Azul em que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.
Nós passamos pelas cercanias do Centro Cívico, em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados.
E também pela Pérpetuo Socorro no Alto da Glória, aonde iam sempre e onde também comemoraram Bodas de Ouro.
Ela pediu-me que passasse em frente a uma loja na rua Dr. Muricy com a rua José Loureiro, que ela dizia ser um clube alemão, que tinha um grande salão de dança que ela freqüentou quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina. Era quando ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada. E olhava, olhava e suspirava...E assim rodamos a noite inteirinha.
Passamos por parques, praças, restaurantes, tudo o que vinha vindo na imaginação da doce senhorinha. Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
- Estou cansada e pronta. Vamos agora!
Seguimos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a uma casa comum no bairro do Parolin, uma pequena casa de repouso. Duas atendentes caminharam até o taxi, assim que paramos. Eram amáveis e atentas e logo se acercaram da velha senhora, a quem pareciam esperar.
Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise até a porta. A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me então pelo custo da corrida.
- Quanto lhe devo? - ela perguntou, pegando a bolsa.
- Nada! - eu disse.
- Você tem que ganhar a vida, meu jovem.
- Há outros passageiros - respondi.
- Mas ela insistiu, disse que não precisava mais de dinheiro, e colocou 2.000,00 reais no meu bolso da camisa.
Eu não quis aceitar, mas ela foi incisiva ao extremo, e quase sem pensar, curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente e devolveu-me com um beijo afetuoso e repleto da mais pura e genuína gratidão e disse:
- Você deu a mim, bons momentos de alegria, como não tinha há tanto tempo. Visitamos não só lugares, mas momentos que eu vivi. Só Deus é quem sabe o quanto você fez por mim. Obrigada, MEU AMIGO! Mil vezes obrigada.
Apertei sua mão pela última vez e caminhei até o carro, na rua Brigadeiro Franco, onde ficava o asilo, e dirigi olhando o centro da cidade amanhecendo ao fundo e não conseguia parar de chorar, e pensar como vivemos e ao que damos valor, se daqui não levamos nada.
Atrás de mim, uma moça fechava o portão, e eu avistava ela e outros velhinhos repousando em cadeiras. Era como o som do término de uma vida...
Naquele dia não peguei mais passageiros.
Fiquei sem rumo, parei na Av. Pres. Kennedy, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Dois dias depois, tomei coragem e voltei no asilo para ver como estava a minha mais nova amiga e quem sabe passear com ela de novo. Me disseram, então, que na noite anterior, seu coração parou durante a noite, e ela adormeceu para sempre, em paz e feliz.
E fiquei a pensar, se a velhinha tivesse pego um motorista mal-educado e raivoso... Ou, então, algum que estivesse ansioso para terminar seu turno.
Oh, Deus! E se eu houvesse recusado a corrida? Ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida até então.
Em geral nos condicionamos a pensar que nossas vidas são os objetivos e o futuro, mas ela gira em grandes momentos. Todavia, os GRANDES MOMENTOS freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam guardados em recantos que quase todo mundo considera sem importância, quando nos damos conta, já passou.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse. Mas, elas sempre lembrarão como você às fez sentir-se.
História real ocorrida em Curitiba no ano de 2003.
Programa exibido em 31/10/11
Mensagem: A ÚLTIMA VIAGEM DE TÁXI.
Houve um tempo em que eu ganhava a vida como motorista de táxi. Os passageiros embarcavam totalmente anônimos. E, às vezes, me contavam episódios de suas vidas, suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas que me surpreenderam. Mas, NENHUMA como aquela da noite de 25 para 26 de julho do último ano em que trabalhei na praça.
Havia recebido já tarde da noite uma chamada vinda de um pequeno prédio de tijolinhos, em uma rua tranqüila, próximo do Largo da Ordem no São Francisco, centro histórico de Curitiba.
Quando cheguei ouvia cachorros latindo longe. O prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Nestas circunstâncias, outros teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam só um pouco e, então, iriam embora. Mas, eu sabia que muitas pessoas dependiam de táxis como único meio de transporte a tal hora. A não ser, portanto, que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre esperava.
"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda" – Pensei - Assim, fui até a porta e bati.
- Um minutinho - Respondeu uma voz fraca e idosa.
Ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão...Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se.
Vi-me então diante de uma senhora bem idosa, pequenina e de frágil aparência. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40! E se equilibrava numa bengala, enquanto segurava com dificuldade uma pequena mala. Dava para ver que a mobília estava toda coberta com lençóis. Não haviam relógios, roupas ou adornos sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa aberta com fotografias e vidros.
A velha senhora, esboçando então um tímido sorriso de quem havia já perdido todos os dentes, pediu-me:
- O senhor poderia me ajudar com a mala?
Eu peguei a mala e ajudei-a caminhar lentamente até o carro. E enquanto se acomodava ela ficou me agradecendo.
- Não é nada, apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha velha mãe.
- Oh! Você é um bom rapaz!
Quando embarcamos, deu-me um endereço e pediu:
- O senhor poderia ir pelo centro da cidade?
- Este não é o trajeto mais curto - alertei-a prontamente.
- Eu não me importo. Não estou com pressa. Meu destino é o último, o asilo dos velhos.
Surpreso, eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha brilhavam marejados.
- Eu não tenho mais família e o médico me disse que tenho muito pouco tempo de vida.
Disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:
- Qual o caminho que a senhora deseja que eu tome?
Nas horas seguintes nós dirigimos por toda a cidade. Ela mostrou-me o edifício na Barão do Cerro Azul em que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.
Nós passamos pelas cercanias do Centro Cívico, em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados.
E também pela Pérpetuo Socorro no Alto da Glória, aonde iam sempre e onde também comemoraram Bodas de Ouro.
Ela pediu-me que passasse em frente a uma loja na rua Dr. Muricy com a rua José Loureiro, que ela dizia ser um clube alemão, que tinha um grande salão de dança que ela freqüentou quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina. Era quando ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada. E olhava, olhava e suspirava...E assim rodamos a noite inteirinha.
Passamos por parques, praças, restaurantes, tudo o que vinha vindo na imaginação da doce senhorinha. Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
- Estou cansada e pronta. Vamos agora!
Seguimos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a uma casa comum no bairro do Parolin, uma pequena casa de repouso. Duas atendentes caminharam até o taxi, assim que paramos. Eram amáveis e atentas e logo se acercaram da velha senhora, a quem pareciam esperar.
Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise até a porta. A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me então pelo custo da corrida.
- Quanto lhe devo? - ela perguntou, pegando a bolsa.
- Nada! - eu disse.
- Você tem que ganhar a vida, meu jovem.
- Há outros passageiros - respondi.
- Mas ela insistiu, disse que não precisava mais de dinheiro, e colocou 2.000,00 reais no meu bolso da camisa.
Eu não quis aceitar, mas ela foi incisiva ao extremo, e quase sem pensar, curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente e devolveu-me com um beijo afetuoso e repleto da mais pura e genuína gratidão e disse:
- Você deu a mim, bons momentos de alegria, como não tinha há tanto tempo. Visitamos não só lugares, mas momentos que eu vivi. Só Deus é quem sabe o quanto você fez por mim. Obrigada, MEU AMIGO! Mil vezes obrigada.
Apertei sua mão pela última vez e caminhei até o carro, na rua Brigadeiro Franco, onde ficava o asilo, e dirigi olhando o centro da cidade amanhecendo ao fundo e não conseguia parar de chorar, e pensar como vivemos e ao que damos valor, se daqui não levamos nada.
Atrás de mim, uma moça fechava o portão, e eu avistava ela e outros velhinhos repousando em cadeiras. Era como o som do término de uma vida...
Naquele dia não peguei mais passageiros.
Fiquei sem rumo, parei na Av. Pres. Kennedy, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Dois dias depois, tomei coragem e voltei no asilo para ver como estava a minha mais nova amiga e quem sabe passear com ela de novo. Me disseram, então, que na noite anterior, seu coração parou durante a noite, e ela adormeceu para sempre, em paz e feliz.
E fiquei a pensar, se a velhinha tivesse pego um motorista mal-educado e raivoso... Ou, então, algum que estivesse ansioso para terminar seu turno.
Oh, Deus! E se eu houvesse recusado a corrida? Ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida até então.
Em geral nos condicionamos a pensar que nossas vidas são os objetivos e o futuro, mas ela gira em grandes momentos. Todavia, os GRANDES MOMENTOS freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam guardados em recantos que quase todo mundo considera sem importância, quando nos damos conta, já passou.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse. Mas, elas sempre lembrarão como você às fez sentir-se.
História real ocorrida em Curitiba no ano de 2003.
Programa exibido em 31/10/11
sábado, 29 de outubro de 2011
Ói Deus,
Nóis tá sempre pedindo as coisas pro Sinhô.
Nóis pede dinhero,
Nóis pede trabaio
Nóis pede pra chovê
E se chove demais
Nóis pede pra pará
Mode a coiêta num afetá.
Nóis pede amô,
Nóis pede pra casá
Pede casa pra morá
Nóis pede saúde
Nóis pede proteção
Nóis pede paiz,
Nóis pede pra dislindá os nó
Quando as coisa cumprica
Mode a vida corrê mió.
Quano a coisa aperta nóis ora
Pedindo tudo que farta
É uma pedição sem fim
E quano as coisa dá certo,
Nóis vai na igreja mais perto
Nóis deixa sempre uns merréis
E lá no cofre da frente
Nóis coloca mais uns tostão.
Mais hoje Meu Sinhô
Bateu uma coisa isquisita
E eu me puis a matutá
Nóis pede, pede e pede
Mais nóis nunca pregunta
Comé que o Sinhô tá
Se tá triste ou tá contente
Se percisa darguma coisa
Que a gente possa ajudá
E por esse esquecimento
O sinhô tem que nos adiscurpá.
Ói Deus, nóis sempre pensa
Que o Sinhô num percisa de nada
Mas tarvez num seja assim
Tarvez o Sinhô percisa de mim
Sim, o Sinhô percisa, sim
Percisa da minha bondade
Percisa da minha alegria
Percisa da minha caridade
No trato c’os meus irmão.
Nóis semo seu espêio
Nóis semo a Sua Criação
Nóis num pode fazê feio
Nem ficá fazendo rodeio
Nem desapontá o Sinhô
Nem amargá o seu sonho
Que foi um sonho de amô
Quando essa terra todinha criô.
Ói Deus, eu prometo
Vo orá de ôtro jeito
Vo pará com a pedição
E trocá milagre por tostão
Tarvez eu inté peça uma graça
Mas antes vo vê direitinho
O que é que andei fazendo de bão.
E se nada de bão eu encontrá
Muito vo me envergonhá
E ainda vo pedi perdão.
Texto:Fátima Irene Pinto
Exibido em 28/10/11!
Nóis tá sempre pedindo as coisas pro Sinhô.
Nóis pede dinhero,
Nóis pede trabaio
Nóis pede pra chovê
E se chove demais
Nóis pede pra pará
Mode a coiêta num afetá.
Nóis pede amô,
Nóis pede pra casá
Pede casa pra morá
Nóis pede saúde
Nóis pede proteção
Nóis pede paiz,
Nóis pede pra dislindá os nó
Quando as coisa cumprica
Mode a vida corrê mió.
Quano a coisa aperta nóis ora
Pedindo tudo que farta
É uma pedição sem fim
E quano as coisa dá certo,
Nóis vai na igreja mais perto
Nóis deixa sempre uns merréis
E lá no cofre da frente
Nóis coloca mais uns tostão.
Mais hoje Meu Sinhô
Bateu uma coisa isquisita
E eu me puis a matutá
Nóis pede, pede e pede
Mais nóis nunca pregunta
Comé que o Sinhô tá
Se tá triste ou tá contente
Se percisa darguma coisa
Que a gente possa ajudá
E por esse esquecimento
O sinhô tem que nos adiscurpá.
Ói Deus, nóis sempre pensa
Que o Sinhô num percisa de nada
Mas tarvez num seja assim
Tarvez o Sinhô percisa de mim
Sim, o Sinhô percisa, sim
Percisa da minha bondade
Percisa da minha alegria
Percisa da minha caridade
No trato c’os meus irmão.
Nóis semo seu espêio
Nóis semo a Sua Criação
Nóis num pode fazê feio
Nem ficá fazendo rodeio
Nem desapontá o Sinhô
Nem amargá o seu sonho
Que foi um sonho de amô
Quando essa terra todinha criô.
Ói Deus, eu prometo
Vo orá de ôtro jeito
Vo pará com a pedição
E trocá milagre por tostão
Tarvez eu inté peça uma graça
Mas antes vo vê direitinho
O que é que andei fazendo de bão.
E se nada de bão eu encontrá
Muito vo me envergonhá
E ainda vo pedi perdão.
Texto:Fátima Irene Pinto
Exibido em 28/10/11!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
"OBRIGADA POR SABER O QUANTO SOU POBRE"
Pensamento: "Onde não há caridade não pode haver justiça." "Desconhecido"
Mensagem: Obrigada por saber o quanto sou pobre.
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro. Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí filhão, como foi à viagem para você?
- Foi muito boa papai.
- Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza?
- Vi sim papai! - Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu com tudo o que viu naquele lugar tão pobre?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança metade do jardim, e eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu. Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários numa gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas! O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto nós sentamos à mesa e falamos de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto! No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos TV e dormimos. Outra coisa papai, eu dormi na rede do Tonho e ele dormiu no chão, pois não havia rede para cada um de nós. Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulho, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, o pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e o seu brilhante desabafo abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por ter me mostrado o quanto somos pobres!
Não é o que você tem, o que você faz ou onde está, que irá determinar sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto. Tudo o que você tem, depende da maneira que você olha, da maneira que você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então...
Você tem tudo.
Programa exibido em 27/10/11!
Mensagem: Obrigada por saber o quanto sou pobre.
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro. Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí filhão, como foi à viagem para você?
- Foi muito boa papai.
- Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza?
- Vi sim papai! - Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu com tudo o que viu naquele lugar tão pobre?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança metade do jardim, e eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu. Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários numa gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas! O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto nós sentamos à mesa e falamos de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto! No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos TV e dormimos. Outra coisa papai, eu dormi na rede do Tonho e ele dormiu no chão, pois não havia rede para cada um de nós. Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulho, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, o pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e o seu brilhante desabafo abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por ter me mostrado o quanto somos pobres!
Não é o que você tem, o que você faz ou onde está, que irá determinar sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto. Tudo o que você tem, depende da maneira que você olha, da maneira que você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então...
Você tem tudo.
Programa exibido em 27/10/11!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
"Paz Perfeita"
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura da paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam as plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor". "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração". Este é o verdadeiro significado da paz.
Exibido dia: 26/10/2011
Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam as plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor". "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração". Este é o verdadeiro significado da paz.
Exibido dia: 26/10/2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
COMO DEVO AGIR
Flavio era um grande jornalista do Rio. Certa vez, teve que fazer uma matéria em Curitiba e ficou hospedado na casa de um amigo.
Logo de manha, saíram para uma caminhada.
Na volta, pararam em uma banca perto da casa de um amigo para comprar o jornal do dia. O amigo cumprimentou o jornaleiro com grande simpatia e um sorriso no rosto, mas o jornaleiro respondeu com enorme mau humor, quase jogando o jornal.
No caminho para casa, Flavio perguntou ao amigo :
- Por que ele tratou você com tanta grosseria?
-Não sei, mas ele sempre foi assim... Está sempre mal-humorado – respondeu o amigo.
-E mesmo assim você o cumprimenta com tanta educação e simpatia ?
-Sim, claro.
-Por que você é tão amável com alguém que é tão grosseiro com você ?
-Porque não é ele quem deve decidir como devo agir !
Reflexão!
Que bom seria se todos agissem como o amigo de Flávio. O parâmetro para nossas ações deve partir de nós mesmos. Não importa o julgamento das outras pessoas, não importa o que os outros esperam de nós, ou o que desejam de nós. Nós somos os guias e os responsáveis por nossas vidas. Não deixe que seu medo de ser e de agir seja ditado pelas outras pessoas, principalmente quando essa influência é negativa. Tenha o controle sobre você mesmo. A nossa ação deve ser o reflexo do nosso interior, do nosso coração, dos nossos sentimentos, e não do exterior. Aceite conselhos, sugestões, mas somente quando elas forem para o seu crescimento. Nunca se deixe influenciar por algo negativo vindo de outras pessoas, mas partilhe as coisas boas e os bons sentimentos.
Partilhe apenas as virtudes e não os vícios!
Exibido dia: 25/10/20
Logo de manha, saíram para uma caminhada.
Na volta, pararam em uma banca perto da casa de um amigo para comprar o jornal do dia. O amigo cumprimentou o jornaleiro com grande simpatia e um sorriso no rosto, mas o jornaleiro respondeu com enorme mau humor, quase jogando o jornal.
No caminho para casa, Flavio perguntou ao amigo :
- Por que ele tratou você com tanta grosseria?
-Não sei, mas ele sempre foi assim... Está sempre mal-humorado – respondeu o amigo.
-E mesmo assim você o cumprimenta com tanta educação e simpatia ?
-Sim, claro.
-Por que você é tão amável com alguém que é tão grosseiro com você ?
-Porque não é ele quem deve decidir como devo agir !
Reflexão!
Que bom seria se todos agissem como o amigo de Flávio. O parâmetro para nossas ações deve partir de nós mesmos. Não importa o julgamento das outras pessoas, não importa o que os outros esperam de nós, ou o que desejam de nós. Nós somos os guias e os responsáveis por nossas vidas. Não deixe que seu medo de ser e de agir seja ditado pelas outras pessoas, principalmente quando essa influência é negativa. Tenha o controle sobre você mesmo. A nossa ação deve ser o reflexo do nosso interior, do nosso coração, dos nossos sentimentos, e não do exterior. Aceite conselhos, sugestões, mas somente quando elas forem para o seu crescimento. Nunca se deixe influenciar por algo negativo vindo de outras pessoas, mas partilhe as coisas boas e os bons sentimentos.
Partilhe apenas as virtudes e não os vícios!
Exibido dia: 25/10/20
terça-feira, 25 de outubro de 2011
QUE DEUS TE CUIDE!
Pensamento: "O que nós somos é o presente de Deus a nós. O que nós nos tornamos é nosso presente a Deus." Eleanor Powell
Mensagem: QUE DEUS TE CUIDE!
Que Deus te cuide com carinho, que te indique o melhor caminho, que te ensine sobre o verdadeiro amor, que te perdoe quando preciso for.
Que Deus te dê asas para voar, os sonhos te ajude a pousar mas, também, te mostre a realidade que terás que enfrentar sem nunca, por nada, recuar.
Que Deus te dê forças para encarar tudo aquilo que não tens como mudar ou sequer adulterar.
Que Deus te dê saúde, que teu corpo, por dentro, nunca mude e que ao envelhecer tu possas dizer que tua maior felicidade foi viver.
Que Deus te mostre com clareza a grande e real beleza de um jardim florido, de um bom livro, de uma poesia que fale de saudade, de uma calma paisagem.
Que Deus te faça compreender porque amanhece antes de anoitecer, porque o sol se esconde quando a lua quer brilhar e porque o sol brilha quando ela vai descansar.
Que Deus te faça ver que no sorriso de uma criança mora toda a esperança que tanto precisas pra viver.
Que Deus faça de ti um ser sensível, que seja capaz de chorar sem jamais se envergonhar.
Que Deus te mostre que cada onda do mar devolve tudo que ousa levar, afinal não tem intenção de roubar o que em terra deve ficar.
Que Deus te ensine sobre a dignidade, sobre a força e a fragilidade, sobre a coragem e a honestidade.
Que Deus te ofereça amigos verdadeiros e que tu saibas cultivar cada amizade que em tua vida Ele plantar.
Que Deus te ensine a fé, que te faça crer em Jesus, e que te permita aceitar que por pior que seja a cruz que tenhas que carregar com o peso que teve a Dele nunca será.
Autor desconhecido
Programa exibido em 24/10/11
Mensagem: QUE DEUS TE CUIDE!
Que Deus te cuide com carinho, que te indique o melhor caminho, que te ensine sobre o verdadeiro amor, que te perdoe quando preciso for.
Que Deus te dê asas para voar, os sonhos te ajude a pousar mas, também, te mostre a realidade que terás que enfrentar sem nunca, por nada, recuar.
Que Deus te dê forças para encarar tudo aquilo que não tens como mudar ou sequer adulterar.
Que Deus te dê saúde, que teu corpo, por dentro, nunca mude e que ao envelhecer tu possas dizer que tua maior felicidade foi viver.
Que Deus te mostre com clareza a grande e real beleza de um jardim florido, de um bom livro, de uma poesia que fale de saudade, de uma calma paisagem.
Que Deus te faça compreender porque amanhece antes de anoitecer, porque o sol se esconde quando a lua quer brilhar e porque o sol brilha quando ela vai descansar.
Que Deus te faça ver que no sorriso de uma criança mora toda a esperança que tanto precisas pra viver.
Que Deus faça de ti um ser sensível, que seja capaz de chorar sem jamais se envergonhar.
Que Deus te mostre que cada onda do mar devolve tudo que ousa levar, afinal não tem intenção de roubar o que em terra deve ficar.
Que Deus te ensine sobre a dignidade, sobre a força e a fragilidade, sobre a coragem e a honestidade.
Que Deus te ofereça amigos verdadeiros e que tu saibas cultivar cada amizade que em tua vida Ele plantar.
Que Deus te ensine a fé, que te faça crer em Jesus, e que te permita aceitar que por pior que seja a cruz que tenhas que carregar com o peso que teve a Dele nunca será.
Autor desconhecido
Programa exibido em 24/10/11
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
VIDA PASSAGEIRA
Pensamento: "Pelos erros dos outros, o homem sensato corrige os seus". (Oswaldo Cruz)
Mensagem: VIDA PASSAGEIRA
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas não somos adivinhos. Não sabemos por quanto tempo estaremos enfeitando esse jardim e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos. Calamo-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso porque não estamos acostumados com isso e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos o suficiente.
Cobramos, dos outros, da vida e de nós mesmos.
Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos. E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Programa exibido em 20/10/11!
Mensagem: VIDA PASSAGEIRA
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas não somos adivinhos. Não sabemos por quanto tempo estaremos enfeitando esse jardim e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos. Calamo-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso porque não estamos acostumados com isso e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos o suficiente.
Cobramos, dos outros, da vida e de nós mesmos.
Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos. E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Programa exibido em 20/10/11!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
O Pássaro lindo
Pensamento: “O amor cresce com a doação. A única maneira de ter amor é oferecê-lo aos outros.” "Desconhecido"
Mensagem: O Pássaro lindo
Havia numa floresta pequena um pássaro não muito grande e nem muito pequeno, era médio. Tinha um porte muito bonito, empinava o peito cada vez que cantava, e assim encantava a todos que o ouviam. Estava sempre saltitante parecendo ter uma alegria muito grande, pulando de galho em galho com muita energia. Era o tempo de montarem os ninhos e todos já estavam se preparando, levando gravetos brincando com sua namoradinha, prontos para formar uma família. Porém o Pássaro Lindo só cantava e pulava de um lado para outro, todas as passarinhas estavam prestando atenção em seu modo tão alegre de ser. Daí, então, apareceu a passarinha com quem ele gostaria de fazer o ninho. Mas como fazer? Onde buscar os gravetinhos? Em que árvore seria melhor morarem? E o principal: será que ela vai me aceitar?
Pensando assim foi entristecendo. Não mais cantava e nem pulava, sua energia parecia que tinha ido para o espaço! O que estaria acontecendo com ele?
- Vou conversar com dona Coruja, pois dizem que ela sabe tudo.
Chegando até ela logo foi contando suas dificuldades.
A dona Coruja ouviu tudo atentamente, e aconselhou o Pássaro Lindo. Este voltou para sua árvore e depois de muito pensar, tomou uma decisão.
- Não vou fazer nada que ela me disse, sou forte bonito canto muito bem, tenho certeza que a Passarinha vai me querer.
E assim se comportou. Continuou a cantar e pular de galho em galho. Nada adiantou. Ninguém se incomodava com ele.
Caiu novamente em tristeza e desta vez foi se socorrer com sua mamãe.
- Meu querido filho, de nada te serve tua jovialidade tua alegria, ser tão esperto.
- Nunca quiseste aprender as coisas da vida, as mais comuns.
- E quais são elas mamãe?
- Primeiro meu filho a Humildade. Se você não é humilde em ouvir os conselhos de mais velhos, que naturalmente já viveram muito, já pularam muitos galhos e formaram muitos ninhos, não vais crescer. Depois meu filho o Respeito. É se você não respeitar as tradições, os semelhantes como eles são, não terás amigos, pois logo saberão como você é.
- Um Pássaro Lindo! - Mas somente isto nada mais. Não serás capaz de desenvolver a tua vida como os outros, pois mesmo buscando conselhos não os aceitaste.
- Vai meu Pássaro Lindo, cante bastante, é só o que sabes fazer – Disse sua mãe.
Deixem de discutir quem é quem, ou melhor, ouçam uns aos outros e aprendam com seus próprios amigos.
"Autor desconhecido"
Programa exibido em 18/10/11!
Mensagem: O Pássaro lindo
Havia numa floresta pequena um pássaro não muito grande e nem muito pequeno, era médio. Tinha um porte muito bonito, empinava o peito cada vez que cantava, e assim encantava a todos que o ouviam. Estava sempre saltitante parecendo ter uma alegria muito grande, pulando de galho em galho com muita energia. Era o tempo de montarem os ninhos e todos já estavam se preparando, levando gravetos brincando com sua namoradinha, prontos para formar uma família. Porém o Pássaro Lindo só cantava e pulava de um lado para outro, todas as passarinhas estavam prestando atenção em seu modo tão alegre de ser. Daí, então, apareceu a passarinha com quem ele gostaria de fazer o ninho. Mas como fazer? Onde buscar os gravetinhos? Em que árvore seria melhor morarem? E o principal: será que ela vai me aceitar?
Pensando assim foi entristecendo. Não mais cantava e nem pulava, sua energia parecia que tinha ido para o espaço! O que estaria acontecendo com ele?
- Vou conversar com dona Coruja, pois dizem que ela sabe tudo.
Chegando até ela logo foi contando suas dificuldades.
A dona Coruja ouviu tudo atentamente, e aconselhou o Pássaro Lindo. Este voltou para sua árvore e depois de muito pensar, tomou uma decisão.
- Não vou fazer nada que ela me disse, sou forte bonito canto muito bem, tenho certeza que a Passarinha vai me querer.
E assim se comportou. Continuou a cantar e pular de galho em galho. Nada adiantou. Ninguém se incomodava com ele.
Caiu novamente em tristeza e desta vez foi se socorrer com sua mamãe.
- Meu querido filho, de nada te serve tua jovialidade tua alegria, ser tão esperto.
- Nunca quiseste aprender as coisas da vida, as mais comuns.
- E quais são elas mamãe?
- Primeiro meu filho a Humildade. Se você não é humilde em ouvir os conselhos de mais velhos, que naturalmente já viveram muito, já pularam muitos galhos e formaram muitos ninhos, não vais crescer. Depois meu filho o Respeito. É se você não respeitar as tradições, os semelhantes como eles são, não terás amigos, pois logo saberão como você é.
- Um Pássaro Lindo! - Mas somente isto nada mais. Não serás capaz de desenvolver a tua vida como os outros, pois mesmo buscando conselhos não os aceitaste.
- Vai meu Pássaro Lindo, cante bastante, é só o que sabes fazer – Disse sua mãe.
Deixem de discutir quem é quem, ou melhor, ouçam uns aos outros e aprendam com seus próprios amigos.
"Autor desconhecido"
Programa exibido em 18/10/11!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Quem sou deixa marca
Pensamento: “As alegrias, risadas, podem até ser passageiras, mas as marcas que elas deixam, podem durar a vida inteira.” Sarah Chen
Mensagem: Quem sou deixa marca
Uma professora de Nova York decidiu honrar cada um de seus alunos que estavam por se graduar no colégio, falando-lhes da marca que cada um deles havia deixado.
Chamou cada um dos estudantes à frente da classe, um a um. Primeiro, contou a cada um como haviam deixado marca na vida dela e na da turma. Logo presenteou cada um, com uma faixa azul, impressa com letras douradas, na qual se lia: “Quem sou deixa marca.” Por fim, a mestra decidiu fazer um projeto de aula para ver o impacto que o reconhecimento teria na comunidade. Deu a cada aluno mais três faixas azuis e lhes pediu que levassem adiante esta cerimônia de reconhecimento. E que deveriam acompanhar os resultados, ver quem premiou quem, e informar à turma no final de uma semana. Um dos alunos foi ver um jovem executivo de uma indústria próxima e o premiou por tê-lo ajudado com o planejamento de sua carreira. Deu-lhe uma faixa azul, e colou-a em sua camisa. Em seguida deu-lhe as duas faixas extras e lhe disse: - Estamos fazendo em aula um projeto de “reconhecimento”, e gostaríamos que você encontrasse alguém a quem premiar e lhe desse uma faixa azul.
Mais tarde, nesse mesmo dia, o jovem executivo foi ver seu chefe que tinha reputação de ser uma pessoa amargurada, e lhe disse que o admirava profundamente por ser um gênio criativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso. Então o jovem executivo lhe perguntou se ele aceitaria o presente da faixa azul e se lhe dava permissão de colocá-la em sua camisa. O chefe disse: - Bem… claro! Então o jovem executivo pegou uma das faixas azuis e a colocou no casaco do chefe, bem sobre seu coração… e oferecendo-lhe a última faixa, perguntou:
- Poderia pegar esta faixa extra e passá-la a alguém mais a quem queira premiar?
O estudante que me deu estas faixas está fazendo um projeto de aula, e queremos continuar esta cerimônia de reconhecimento para ver como vai afetar as pessoas.
Nessa noite, o chefe chegou em casa, sentou- se com seu filho de 14 anos, e lhe disse: - Hoje me aconteceu algo incrível! Estava no meu escritório e um de meus empregados veio e me disse que me admirava; então me deu uma faixa azul por me considerar um gênio criativo. Imagina! Ele pensa que eu sou um gênio criativo! Logo me pôs uma faixa azul que diz: “Quem sou deixa marca.” Depois, deu-me uma faixa extra e me pediu que encontrasse alguém mais a quem premiar. Quando eu estava dirigindo para casa esta noite, comecei a pensar a quem poderia premiar com esta faixa, e pensei em ti. Quero premiar a você meu filho. Meus dias são muito agitados e quando venho para casa, não te dou muita atenção; grito contigo por não tirar boas notas e pela desordem em teu quarto… Por isso, esta noite, só quero sentar-me aqui e… bem… te dizer que és muito importante para mim. Você e sua mãe são as pessoas mais importantes em minha vida. És um grande garoto e te amo muito!
O garoto surpreendido começou a soluçar e a chorar, e não conseguia parar. Todo o seu corpo tremia. Olhou para seu pai e entre lágrimas lhe disse: - Papai, momentos atrás me sentei em meu quarto e escrevi uma carta para ti e para mamãe, explicando porque tinha tirado minha vida, e lhes pedia que me perdoassem. Ia me suicidar esta noite depois de vocês terem dormido. Eu pensava que vocês não se importavam comigo. A carta está lá em cima, mas não creio que eu vá precisar dela, depois de tudo o que conversamos.
Seu pai subiu ao segundo piso e encontrou a carta, sincera e cheia de angústia e dor. No dia seguinte, o chefe regressou ao trabalho totalmente modificado. Já não estava amargurado, e se empenhou em fazer todos os seus empregados saberem que cada um deles faz a diferença. Por outro lado, o jovem executivo ajudou muitos outros jovens a planejarem suas carreiras, inclusive o filho do chefe, e nunca se esqueceu de recordar-lhes que eles deixavam marcas em sua vida. Ainda mais, o jovem e seus companheiros de classe aprenderam uma lição muito valiosa.
“Quem és, deixa marca”.
Autor desconhecido
Programa exibido em 18/10/11!
Mensagem: Quem sou deixa marca
Uma professora de Nova York decidiu honrar cada um de seus alunos que estavam por se graduar no colégio, falando-lhes da marca que cada um deles havia deixado.
Chamou cada um dos estudantes à frente da classe, um a um. Primeiro, contou a cada um como haviam deixado marca na vida dela e na da turma. Logo presenteou cada um, com uma faixa azul, impressa com letras douradas, na qual se lia: “Quem sou deixa marca.” Por fim, a mestra decidiu fazer um projeto de aula para ver o impacto que o reconhecimento teria na comunidade. Deu a cada aluno mais três faixas azuis e lhes pediu que levassem adiante esta cerimônia de reconhecimento. E que deveriam acompanhar os resultados, ver quem premiou quem, e informar à turma no final de uma semana. Um dos alunos foi ver um jovem executivo de uma indústria próxima e o premiou por tê-lo ajudado com o planejamento de sua carreira. Deu-lhe uma faixa azul, e colou-a em sua camisa. Em seguida deu-lhe as duas faixas extras e lhe disse: - Estamos fazendo em aula um projeto de “reconhecimento”, e gostaríamos que você encontrasse alguém a quem premiar e lhe desse uma faixa azul.
Mais tarde, nesse mesmo dia, o jovem executivo foi ver seu chefe que tinha reputação de ser uma pessoa amargurada, e lhe disse que o admirava profundamente por ser um gênio criativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso. Então o jovem executivo lhe perguntou se ele aceitaria o presente da faixa azul e se lhe dava permissão de colocá-la em sua camisa. O chefe disse: - Bem… claro! Então o jovem executivo pegou uma das faixas azuis e a colocou no casaco do chefe, bem sobre seu coração… e oferecendo-lhe a última faixa, perguntou:
- Poderia pegar esta faixa extra e passá-la a alguém mais a quem queira premiar?
O estudante que me deu estas faixas está fazendo um projeto de aula, e queremos continuar esta cerimônia de reconhecimento para ver como vai afetar as pessoas.
Nessa noite, o chefe chegou em casa, sentou- se com seu filho de 14 anos, e lhe disse: - Hoje me aconteceu algo incrível! Estava no meu escritório e um de meus empregados veio e me disse que me admirava; então me deu uma faixa azul por me considerar um gênio criativo. Imagina! Ele pensa que eu sou um gênio criativo! Logo me pôs uma faixa azul que diz: “Quem sou deixa marca.” Depois, deu-me uma faixa extra e me pediu que encontrasse alguém mais a quem premiar. Quando eu estava dirigindo para casa esta noite, comecei a pensar a quem poderia premiar com esta faixa, e pensei em ti. Quero premiar a você meu filho. Meus dias são muito agitados e quando venho para casa, não te dou muita atenção; grito contigo por não tirar boas notas e pela desordem em teu quarto… Por isso, esta noite, só quero sentar-me aqui e… bem… te dizer que és muito importante para mim. Você e sua mãe são as pessoas mais importantes em minha vida. És um grande garoto e te amo muito!
O garoto surpreendido começou a soluçar e a chorar, e não conseguia parar. Todo o seu corpo tremia. Olhou para seu pai e entre lágrimas lhe disse: - Papai, momentos atrás me sentei em meu quarto e escrevi uma carta para ti e para mamãe, explicando porque tinha tirado minha vida, e lhes pedia que me perdoassem. Ia me suicidar esta noite depois de vocês terem dormido. Eu pensava que vocês não se importavam comigo. A carta está lá em cima, mas não creio que eu vá precisar dela, depois de tudo o que conversamos.
Seu pai subiu ao segundo piso e encontrou a carta, sincera e cheia de angústia e dor. No dia seguinte, o chefe regressou ao trabalho totalmente modificado. Já não estava amargurado, e se empenhou em fazer todos os seus empregados saberem que cada um deles faz a diferença. Por outro lado, o jovem executivo ajudou muitos outros jovens a planejarem suas carreiras, inclusive o filho do chefe, e nunca se esqueceu de recordar-lhes que eles deixavam marcas em sua vida. Ainda mais, o jovem e seus companheiros de classe aprenderam uma lição muito valiosa.
“Quem és, deixa marca”.
Autor desconhecido
Programa exibido em 18/10/11!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Despertadores
Na Índia, os mestres sempre dizem: os problemas são despertadores que tentam acordar as pessoas para a vida.
Aproveite para acordar logo, antes que o próximo despertador faça mais barulho.
Pense nisso:
o que essa dificuldade está querendo mostrar a você?
Problemas são avisos que a vida nos envia para corrigir algo que não estamos fazendo bem.
Problemas e doenças são sinais de emergência para que possamos transformar nossas vidas.
Aliás, problemas e doenças guardam muita semelhança entre si.
Infelizmente, a maioria das pessoas, quando fica doente, cai num lamentável estado de prostração ou simplesmente toma remédio para tratar os sintomas em vez de fazer uma pausa para refletir sobre os avisos que essa doença está enviando.
São poucos os que se perguntam: "Por que meu organismo ficou enfraquecido e permitiu que a doença o atacasse?
"Uma doença é sempre um aviso, embora muita gente não preste atenção nele.
Assim como os problemas, os sintomas vão piorando na tentativa de fazer com que você entenda o recado.
No começo pode ser uma leve dor de cabeça um recado para que você pare e analise o que está faltando em sua vida.
Mas você não tem tempo, toma um analgésico e nem percebe direito que a dor está aumentando. Então a dor piora, mas você vai à acupuntura para aliviá-la e não presta atenção quando o médico diz que o tratamento é paliativo e que você precisa mudar seu estilo de vida para eliminar as causas da doença.
As doenças são recados que precisamos levar a sério, principalmente as doenças que se repetem.Dores de cabeça, alergias de pele, má digestão, todos esses distúrbios querem nos mostrar algo. Saber procurar e achar as causas deles é uma atitude muito sábia.
Nossos inimigos, da mesma forma que os problemas e as doenças, são gritos de alerta para cuidarmos de algo que não está certo em nossa vida. Quando os ouvimos com atenção, nossos inimigos podem se transformar em maravilhosas alavancas de crescimento pessoal.
Assim como as doenças e os inimigos, os problemas nos enviam avisos que precisamos esclarecer. (identificar – descobrir)
Se você tem um problema que está se repetindo em sua vida, é chegada a hora de fazer uma análise do seu significado para poder superá-lo.
E tenha muito claro que, no momento em que supera um problema que o acompanha por algum tempo, uma nova pessoa nasce dentro de você.
Programa exibido em 13/10/2011
Aproveite para acordar logo, antes que o próximo despertador faça mais barulho.
Pense nisso:
o que essa dificuldade está querendo mostrar a você?
Problemas são avisos que a vida nos envia para corrigir algo que não estamos fazendo bem.
Problemas e doenças são sinais de emergência para que possamos transformar nossas vidas.
Aliás, problemas e doenças guardam muita semelhança entre si.
Infelizmente, a maioria das pessoas, quando fica doente, cai num lamentável estado de prostração ou simplesmente toma remédio para tratar os sintomas em vez de fazer uma pausa para refletir sobre os avisos que essa doença está enviando.
São poucos os que se perguntam: "Por que meu organismo ficou enfraquecido e permitiu que a doença o atacasse?
"Uma doença é sempre um aviso, embora muita gente não preste atenção nele.
Assim como os problemas, os sintomas vão piorando na tentativa de fazer com que você entenda o recado.
No começo pode ser uma leve dor de cabeça um recado para que você pare e analise o que está faltando em sua vida.
Mas você não tem tempo, toma um analgésico e nem percebe direito que a dor está aumentando. Então a dor piora, mas você vai à acupuntura para aliviá-la e não presta atenção quando o médico diz que o tratamento é paliativo e que você precisa mudar seu estilo de vida para eliminar as causas da doença.
As doenças são recados que precisamos levar a sério, principalmente as doenças que se repetem.Dores de cabeça, alergias de pele, má digestão, todos esses distúrbios querem nos mostrar algo. Saber procurar e achar as causas deles é uma atitude muito sábia.
Nossos inimigos, da mesma forma que os problemas e as doenças, são gritos de alerta para cuidarmos de algo que não está certo em nossa vida. Quando os ouvimos com atenção, nossos inimigos podem se transformar em maravilhosas alavancas de crescimento pessoal.
Assim como as doenças e os inimigos, os problemas nos enviam avisos que precisamos esclarecer. (identificar – descobrir)
Se você tem um problema que está se repetindo em sua vida, é chegada a hora de fazer uma análise do seu significado para poder superá-lo.
E tenha muito claro que, no momento em que supera um problema que o acompanha por algum tempo, uma nova pessoa nasce dentro de você.
Programa exibido em 13/10/2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
MINHA RAIVA JÁ SECOU...
Pensamento: “A sabedoria do peregrino consiste não em chegar depressa a seu destino, mas em apreciar as belezas do caminho.” "Desconhecido"
Mensagem: MINHA RAIVA JÁ SECOU...
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou
tudo e ainda deixou jogado no chão!
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas sua mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o
brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou
preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos
as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará
o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre: “Deixe a raiva secar!”
Programa exibido em 11/10/11!
Mensagem: MINHA RAIVA JÁ SECOU...
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou
tudo e ainda deixou jogado no chão!
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas sua mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o
brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou
preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos
as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará
o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre: “Deixe a raiva secar!”
Programa exibido em 11/10/11!
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