Pensamento: “Fé é acreditar no que você não vê; a recompensa desta fé é ver o que você acredita.” Desconhecido"
Mensagem: VIVER É SER FELIZ
Você pode ter defeitos, viver ansioso, chorar e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é o maior tesouro do mundo.
Você pode evitar que ela fracasse.
Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sempre azul, caminhos sem obstáculos, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor mesmo nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso a alegria, mas também refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar as vitórias, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas alegrar-se com os aplausos, mas encontrar alegria na escuridão.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, das incompreensões, nos períodos de crise, tem que saber aproveitar.
Ser feliz não é uma sorte do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu eu interior.
Ser feliz é deixar de ser vítima ou réu nos problemas, é se tornar o autor da própria história.
Ser feliz é atravessar desertos, ser capaz de encontrar um oásis escondido em sua alma.
É agradecer a cada manhã pela vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos e saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um…“Não”.
Ser Feliz é saber receber com segurança uma crítica, mesmo que seja injusta.
É beijar os filhos, é ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
É deixar viver a criança que cada um tem dentro de si.
Ser feliz é saber admitir quando errou e dizer “Eu errei”.
É ser o primeiro a dizer “Me perdoe”.
É ter sensibilidade para expressar “o que você tem mais de profundo no coração”.
É ter capacidade de dizer sem medo “Eu te amo”.
Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.
E finalmente quando você desviar do caminho comece tudo de novo.
Pois assim você terá cada vez mais amor pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas saber usar suas lágrimas para irrigar a tolerância.
Saber usar suas perdas para polir a paciência.
Saber usar suas falhas para construir a serenidade.
Saber usar sua dor para aumentar o prazer.
Saber usar os obstáculos para abrir as janelas da sabedoria.
Não desista nunca de si mesmo.
Não esqueça nunca as pessoas que te amam.
Não desista nunca de quem te ama.
Não desista nunca de ser feliz.
Autor S. Bernardelli
Programa exibido em 08/09/11!
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
"Paz Perfeita"
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura da paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam as plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor". "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração". Este é o verdadeiro significado da paz.
"Autor desconhecido"
Programa exibido em 06/09/2011
Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam as plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor". "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração". Este é o verdadeiro significado da paz.
"Autor desconhecido"
Programa exibido em 06/09/2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O MILHO PREMIADO
Pensamento: "Já que a verdade brilha aos seus olhos, não fuja da sua luz".
"Desconhecido"
Mensagem: O MILHO PREMIADO
Essa é uma história de um fazendeiro bem sucedido.
Ano após ano ele ganhava o troféu MILHO GIGANTE da feira da Agricultura do município.
Entrava com seu milho na Feira e saía com a faixa azul recobrindo o seu peito.
O seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas ocasiões um repórter de jornal ao abordá-lo após a tradicional colocação da faixa ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar o seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos.
O repórter perguntou ao fazendeiro:
- Como o senhor pode dispor a compartilhar a sua melhor semente com seus vizinhos, quando eles estão competindo com o seu a cada ano?
O fazendeiro pensou por um instante e respondeu:
Você não sabe? O vento apanha o pó do milho maduro e o leva de campo para campo.
Se meus vizinhos cultivam um milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho.
Se eu quiser cultivar milho bom eu tenho que ajudar os meus vizinhos a cultivarem milho bom também.
Ele estava atento. Olha que sabedoria do fazendeiro.
O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada.
Assim são também outras dimensões de nossa vida, aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz, aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes, têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem estar de cada um está ligado ao bem estar de todos.
Programa exibido em 29/08/11!
"Desconhecido"
Mensagem: O MILHO PREMIADO
Essa é uma história de um fazendeiro bem sucedido.
Ano após ano ele ganhava o troféu MILHO GIGANTE da feira da Agricultura do município.
Entrava com seu milho na Feira e saía com a faixa azul recobrindo o seu peito.
O seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas ocasiões um repórter de jornal ao abordá-lo após a tradicional colocação da faixa ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar o seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos.
O repórter perguntou ao fazendeiro:
- Como o senhor pode dispor a compartilhar a sua melhor semente com seus vizinhos, quando eles estão competindo com o seu a cada ano?
O fazendeiro pensou por um instante e respondeu:
Você não sabe? O vento apanha o pó do milho maduro e o leva de campo para campo.
Se meus vizinhos cultivam um milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho.
Se eu quiser cultivar milho bom eu tenho que ajudar os meus vizinhos a cultivarem milho bom também.
Ele estava atento. Olha que sabedoria do fazendeiro.
O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada.
Assim são também outras dimensões de nossa vida, aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz, aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes, têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem estar de cada um está ligado ao bem estar de todos.
Programa exibido em 29/08/11!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
“FELICIDADE DOS SIMPLES”
Pensamento: “Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.” "Desconhecido"
Mensagem: “FELICIDADE DOS SIMPLES”
Mais que amor, devemos querer respeito aos nossos sentimentos, mais que amizades, devemos buscar a cumplicidade de um olhar amigo, mais que pais amigos, o aconchego de uma família, mais que a escola, a sabedoria e a satisfação de aprender, mais do que ler um livro, viajar na história, ter prazer, mais do que a emoção, viver a situação com a razão.
Hoje, caminhamos como cegos em busca da felicidade, ouvindo rumores aqui e ali, uns dizem que a felicidade está lá, no meio de um monte de bens materiais, mas depois de muito consumo, nos pegamos no vazio... Outros dizem que a felicidade está aqui, no calor de um relacionamento e da paixão, mas a paixão passa e a felicidade não fica.
Existem os que afirmam que a felicidade está na religião, mas as religiões não se acertam, discutem, brigam, cada uma se diz melhor que a outra, e a felicidade confusa, vai embora... Busque em seu interior o segredo da felicidade dos simples, aquela que pede apenas que você respeite os seus limites... Não fale mais do que deve, não comente o que não sabe, não gaste além das suas posses, não deseje o que não lhe pertence... Não aceite situações que ferem a sua consciência, não entregue seus sonhos nas mãos de ninguém, seja sempre, o construtor e o guia dos seus desejos.
Busque a religiosidade que te liga ao Criador, de maneira simples, como Jesus sempre foi. Agradeça tudo, o pão, a vida e a misericórdia, agradeça até o que não entendeu, pois muitas vezes, o que parece um desgosto, um erro, é na verdade a salvação. Quantos já perderam um passeio que acabou em tragédia? Quantos não adoeceram e evitaram acontecimentos piores? Quantos relacionamentos terminaram para nascer um grande amor?
Porquanto não sabemos o que é realmente melhor para nós. Devemos afastar as lamentações e agradecer sempre, não desistir nunca, e mesmo diante de uma cortina de lágrimas, seguir adiante, em busca do que acreditamos. Assim, a felicidade se mostra mais simples do que imaginamos, porque ser feliz é um estado íntimo e pessoal, é algo que podemos dividir, mas jamais tirar de alguém para nosso próprio uso.
Felicidade se conquista todos os dias...
Texto Paulo Roberto Gaefke
Programa exibido em 25/08/11!
Mensagem: “FELICIDADE DOS SIMPLES”
Mais que amor, devemos querer respeito aos nossos sentimentos, mais que amizades, devemos buscar a cumplicidade de um olhar amigo, mais que pais amigos, o aconchego de uma família, mais que a escola, a sabedoria e a satisfação de aprender, mais do que ler um livro, viajar na história, ter prazer, mais do que a emoção, viver a situação com a razão.
Hoje, caminhamos como cegos em busca da felicidade, ouvindo rumores aqui e ali, uns dizem que a felicidade está lá, no meio de um monte de bens materiais, mas depois de muito consumo, nos pegamos no vazio... Outros dizem que a felicidade está aqui, no calor de um relacionamento e da paixão, mas a paixão passa e a felicidade não fica.
Existem os que afirmam que a felicidade está na religião, mas as religiões não se acertam, discutem, brigam, cada uma se diz melhor que a outra, e a felicidade confusa, vai embora... Busque em seu interior o segredo da felicidade dos simples, aquela que pede apenas que você respeite os seus limites... Não fale mais do que deve, não comente o que não sabe, não gaste além das suas posses, não deseje o que não lhe pertence... Não aceite situações que ferem a sua consciência, não entregue seus sonhos nas mãos de ninguém, seja sempre, o construtor e o guia dos seus desejos.
Busque a religiosidade que te liga ao Criador, de maneira simples, como Jesus sempre foi. Agradeça tudo, o pão, a vida e a misericórdia, agradeça até o que não entendeu, pois muitas vezes, o que parece um desgosto, um erro, é na verdade a salvação. Quantos já perderam um passeio que acabou em tragédia? Quantos não adoeceram e evitaram acontecimentos piores? Quantos relacionamentos terminaram para nascer um grande amor?
Porquanto não sabemos o que é realmente melhor para nós. Devemos afastar as lamentações e agradecer sempre, não desistir nunca, e mesmo diante de uma cortina de lágrimas, seguir adiante, em busca do que acreditamos. Assim, a felicidade se mostra mais simples do que imaginamos, porque ser feliz é um estado íntimo e pessoal, é algo que podemos dividir, mas jamais tirar de alguém para nosso próprio uso.
Felicidade se conquista todos os dias...
Texto Paulo Roberto Gaefke
Programa exibido em 25/08/11!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
RECEITA PARA MELHORAR O SEU VIVER...
Pensamento: "Diz uma lenda chinesa que amizades verdadeiras são como árvores de raízes profundas: nenhuma tempestade consegue arrancar."
Mensagem: RECEITA PARA MELHORAR O SEU VIVER...
Ao acordar diga: "Bom dia, dia!
O dia irá te receber muito melhor e será muito mais fácil enfrentá-lo.
O problema que tiver, enfrente-o.
Não fique dando voltas, fingindo que ele não existe.
Se ele acontece, é para ser resolvido...
Se for grande demais, vá resolvendo parte por parte até que ele fique bem menor.
Distraia-se, não faça nada, pelo menos, um minuto esqueça das vozes, dos sons, das estradas...
Se pensar em desistir, lembre-se da luta que foi começar, e não desista.
Quando precisar de ajuda, não se envergonhe de pedir socorro a qualquer momento.
Esteja sempre pronto para ajudar um amigo.
Renove as velhas esperanças... Prove novos sabores, um novo gosto.
Quando tentar algo de novo na vida, tente pra valer, mude, arrisque-se, viva intensamente.
Dê à sua paciência, à sua compreensão e ao seu raciocínio todo fôlego que eles precisam.
Pense duas vezes se tiver que engolir algum "sapo".
Lembre-se, ele pode ser indigesto demais.
E, mesmo que hoje o seu dia seja bastante atarefado, não se esqueça de deixar alguém feliz, mandando um oi a quem você quer bem.
Talvez amanhã o seu dia seja muito mais ocupado que hoje!
Autor desconhecido
Programa exibido em 23/08/11!
Mensagem: RECEITA PARA MELHORAR O SEU VIVER...
Ao acordar diga: "Bom dia, dia!
O dia irá te receber muito melhor e será muito mais fácil enfrentá-lo.
O problema que tiver, enfrente-o.
Não fique dando voltas, fingindo que ele não existe.
Se ele acontece, é para ser resolvido...
Se for grande demais, vá resolvendo parte por parte até que ele fique bem menor.
Distraia-se, não faça nada, pelo menos, um minuto esqueça das vozes, dos sons, das estradas...
Se pensar em desistir, lembre-se da luta que foi começar, e não desista.
Quando precisar de ajuda, não se envergonhe de pedir socorro a qualquer momento.
Esteja sempre pronto para ajudar um amigo.
Renove as velhas esperanças... Prove novos sabores, um novo gosto.
Quando tentar algo de novo na vida, tente pra valer, mude, arrisque-se, viva intensamente.
Dê à sua paciência, à sua compreensão e ao seu raciocínio todo fôlego que eles precisam.
Pense duas vezes se tiver que engolir algum "sapo".
Lembre-se, ele pode ser indigesto demais.
E, mesmo que hoje o seu dia seja bastante atarefado, não se esqueça de deixar alguém feliz, mandando um oi a quem você quer bem.
Talvez amanhã o seu dia seja muito mais ocupado que hoje!
Autor desconhecido
Programa exibido em 23/08/11!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O festival das raposas
Pensamento: “A verdadeira família não é apenas unida pelo sangue, mas principalmente pelo amor.” "Desconhecido"
Mensagem: O festival das raposas
Dona Raposa estava dizendo que iria se casar e preparava uma grande festa. Um mês antes, ela e seu noivo, o senhor Raposo, iniciaram a entrega dos convites. O primeiro lugar que visitaram foi o galinheiro. Ao avistá-los de longe, mestre-galo trancou bem o portão e alertou a galinhada.
Fingindo ignorar os importunos visitantes, continuou o seu passeio pela área.
- Olá , mestre-galo! – gritou o senhor raposo – Que linda tarde, não é mesmo?
- Muito linda – respondeu o galo – e desde já lhe aviso: aqui não tem galinha prô seu bico!
O que é isso? – disse dona Raposa – Viemos trazer ao senhor e a todas as distintas galinhas deste galinheiro, nosso convite de casamento.
- Deixem de conversa fiada – retrucou mestre-galo – Em festa de raposas, penosos não entram!
Somos de paz, amigo galo e, para que se acalme, na nossa festa só serviremos legumes!
- Isso mesmo! – Confirmou dona Raposa – Já estamos fartos de tanto comer carne!
- Quer dizer que viraram vegetarianos? – perguntou mestre-galo em tom irônico.
- Bem, é que de vez em quando é preciso mudar o cardápio... – gaguejou dona Raposa!
- Vão dando o fora – ordenou o galo – estou cheio de conversa de raposas!
O senhor Raposo e a noiva se retiram, jurando mil protestos de boas intenções. As galinhas e frangos ouviram tudo atentamente e respiraram aliviados quando os dois indesejáveis se retiraram. Porém, alguns franguinhos protestaram:
- Queremos ir à festa, ora! Ficamos o tempo todo aqui, trancados, sem ver nada... temos o direito de nos divertir!
- Não em festa de raposas! – resmungou mestre-galo – Então não sabem quais são as más intenções que elas têm?
Espertildo era um dos frangos jovens que liderava o bloco dos descontentes; o Sabenildo e o Modernoso engrossavam o coro. As mamães-galinhas estavam alarmadas com as atitudes moderninhas de seus franguinhos; aquilo parecia muito perigoso! Para acalmar o tumulto, mestre-galo empoleirou-se no portão do galinheiro e deixou o assunto bem claro:
- Neste galinheiro mando eu! Se quiserem outro modo de vida, mudem daqui!
Houve um silêncio geral e, nos dias seguintes, não se falou mais sobre o assunto. Alguns dias depois, eis que dona raposa e o senhor raposo visitaram novamente o galinheiro. Desta vez, para sorte deles, mestre-galo havia saído e as raposas puderam agir mais livremente.
- Viemos trazer um convite, distintas galinhas e frangos jovens! É para a festa na casa do macaco Pedroso – falaram – Ele nos encarregou de convidá-los. Haverá show de rock e todo tipo de danças modernas!
Espertildo adiantou-se a guardar o convite, apesar do bico torcido da galinhada e, muito agradecido às espertas raposas, pôs-se a conversar com Sabenildo e o Modernoso sobre uma maneira de escaparem do galinheiro no dia da festa.
Mestre-galo informado, advertiu os três franguinhos sobre a esperteza das raposas. Eles tacharam mestre-galo e as demais galinhas do galinheiro de atrasados, para-trás, quadrados e outros “adjetivos” mais, mostrando toda a sua indignação contra a ordem dos mais experientes.
No dia, esperaram que todos dormissem, pularam o cercado e, com o convite embaixo da asa, Espertildo comandava o bloco dos “avançadinhos” em direção à casa do macaco Pedroso. (Seria mesmo a casa do macaco?)
Estranharam o silencio. Não havia música. Por certo haviam chegado um pouco cedo. Não tinha importância! Eles esperariam o quanto fosse preciso e ainda levariam a honra de terem sido os primeiros. Sabenildo bateu uma vez; esperou. Modernoso bateu outra vez e uma luz se acendeu. “Oba!,- pensaram – mal podemos esperar por essa grande noitada!” A porta abriu-se devagar e de dentro uma voz muito amável os convidava a entrar. Mas, onde estava o dono da casa, o macaco Pedroso?
Surpresa terrível: quem os aguardava era nada mais, nada menos do que as duas espertas raposas que os devoraram sem nenhuma piedade. Quando amanheceu, mestre-galo e as mamães-galinhas notaram a ausência dos três sabichões e de outros franguinhos que os acompanharam. Quando se soube do ocorrido, houve grande consternação no galinheiro e os demais frangos jovens, traumatizados, se deram por felizes de não terem tido a “coragem” de se aventurar.
Mestre-galo entristeceu-se extremamente e, durante uma semana, não conseguiu cantar. Passava o tempo amuado, meditando no que ele poderia ter falhado na educação dos seus comandados. Uma tarde, recebeu a visita do macaco Pedroso, que andava muito enfezado por terem as espertas raposas usado o seu nome e até o seu endereço, para atrair os desobedientes franguinhos. Seu Pedroso era bastante maduro e experiente e deixou para o amigo mestre-galo algumas sugestões importantes:
_ Jovens – meu caro mestre – precisam de diversão..., sadia e, se possível, dentro do próprio ambiente onde residem! Devem ter amigos, e bons! E, acima de tudo, contar com a amizade dos adultos com os quais convivem!
Mestre-galo escutou atentamente os conselhos e, ao pé-da-letra, pôs em prática todas as dicas do macaco Pedroso. Comprou instrumentos musicais, contratou professores de outros galinheiros, para que ensinassem aos jovens frangos músicas e danças. E aquele galinheiro tornou-se tão alegre e aprazível que nenhum cidadão, jovem ou maduro, ali residente, pensava em se divertir fora dali. Agora sim: o título de mestre se assentava perfeitamente ao mestre-galo, pois ele aprendeu e aplicou aos seus a verdadeira pedagogia galinácea.
Texto extraído do livro: Contos para contar - Thereza Iglésias
Programa exibido em 16/08/11!
Mensagem: O festival das raposas
Dona Raposa estava dizendo que iria se casar e preparava uma grande festa. Um mês antes, ela e seu noivo, o senhor Raposo, iniciaram a entrega dos convites. O primeiro lugar que visitaram foi o galinheiro. Ao avistá-los de longe, mestre-galo trancou bem o portão e alertou a galinhada.
Fingindo ignorar os importunos visitantes, continuou o seu passeio pela área.
- Olá , mestre-galo! – gritou o senhor raposo – Que linda tarde, não é mesmo?
- Muito linda – respondeu o galo – e desde já lhe aviso: aqui não tem galinha prô seu bico!
O que é isso? – disse dona Raposa – Viemos trazer ao senhor e a todas as distintas galinhas deste galinheiro, nosso convite de casamento.
- Deixem de conversa fiada – retrucou mestre-galo – Em festa de raposas, penosos não entram!
Somos de paz, amigo galo e, para que se acalme, na nossa festa só serviremos legumes!
- Isso mesmo! – Confirmou dona Raposa – Já estamos fartos de tanto comer carne!
- Quer dizer que viraram vegetarianos? – perguntou mestre-galo em tom irônico.
- Bem, é que de vez em quando é preciso mudar o cardápio... – gaguejou dona Raposa!
- Vão dando o fora – ordenou o galo – estou cheio de conversa de raposas!
O senhor Raposo e a noiva se retiram, jurando mil protestos de boas intenções. As galinhas e frangos ouviram tudo atentamente e respiraram aliviados quando os dois indesejáveis se retiraram. Porém, alguns franguinhos protestaram:
- Queremos ir à festa, ora! Ficamos o tempo todo aqui, trancados, sem ver nada... temos o direito de nos divertir!
- Não em festa de raposas! – resmungou mestre-galo – Então não sabem quais são as más intenções que elas têm?
Espertildo era um dos frangos jovens que liderava o bloco dos descontentes; o Sabenildo e o Modernoso engrossavam o coro. As mamães-galinhas estavam alarmadas com as atitudes moderninhas de seus franguinhos; aquilo parecia muito perigoso! Para acalmar o tumulto, mestre-galo empoleirou-se no portão do galinheiro e deixou o assunto bem claro:
- Neste galinheiro mando eu! Se quiserem outro modo de vida, mudem daqui!
Houve um silêncio geral e, nos dias seguintes, não se falou mais sobre o assunto. Alguns dias depois, eis que dona raposa e o senhor raposo visitaram novamente o galinheiro. Desta vez, para sorte deles, mestre-galo havia saído e as raposas puderam agir mais livremente.
- Viemos trazer um convite, distintas galinhas e frangos jovens! É para a festa na casa do macaco Pedroso – falaram – Ele nos encarregou de convidá-los. Haverá show de rock e todo tipo de danças modernas!
Espertildo adiantou-se a guardar o convite, apesar do bico torcido da galinhada e, muito agradecido às espertas raposas, pôs-se a conversar com Sabenildo e o Modernoso sobre uma maneira de escaparem do galinheiro no dia da festa.
Mestre-galo informado, advertiu os três franguinhos sobre a esperteza das raposas. Eles tacharam mestre-galo e as demais galinhas do galinheiro de atrasados, para-trás, quadrados e outros “adjetivos” mais, mostrando toda a sua indignação contra a ordem dos mais experientes.
No dia, esperaram que todos dormissem, pularam o cercado e, com o convite embaixo da asa, Espertildo comandava o bloco dos “avançadinhos” em direção à casa do macaco Pedroso. (Seria mesmo a casa do macaco?)
Estranharam o silencio. Não havia música. Por certo haviam chegado um pouco cedo. Não tinha importância! Eles esperariam o quanto fosse preciso e ainda levariam a honra de terem sido os primeiros. Sabenildo bateu uma vez; esperou. Modernoso bateu outra vez e uma luz se acendeu. “Oba!,- pensaram – mal podemos esperar por essa grande noitada!” A porta abriu-se devagar e de dentro uma voz muito amável os convidava a entrar. Mas, onde estava o dono da casa, o macaco Pedroso?
Surpresa terrível: quem os aguardava era nada mais, nada menos do que as duas espertas raposas que os devoraram sem nenhuma piedade. Quando amanheceu, mestre-galo e as mamães-galinhas notaram a ausência dos três sabichões e de outros franguinhos que os acompanharam. Quando se soube do ocorrido, houve grande consternação no galinheiro e os demais frangos jovens, traumatizados, se deram por felizes de não terem tido a “coragem” de se aventurar.
Mestre-galo entristeceu-se extremamente e, durante uma semana, não conseguiu cantar. Passava o tempo amuado, meditando no que ele poderia ter falhado na educação dos seus comandados. Uma tarde, recebeu a visita do macaco Pedroso, que andava muito enfezado por terem as espertas raposas usado o seu nome e até o seu endereço, para atrair os desobedientes franguinhos. Seu Pedroso era bastante maduro e experiente e deixou para o amigo mestre-galo algumas sugestões importantes:
_ Jovens – meu caro mestre – precisam de diversão..., sadia e, se possível, dentro do próprio ambiente onde residem! Devem ter amigos, e bons! E, acima de tudo, contar com a amizade dos adultos com os quais convivem!
Mestre-galo escutou atentamente os conselhos e, ao pé-da-letra, pôs em prática todas as dicas do macaco Pedroso. Comprou instrumentos musicais, contratou professores de outros galinheiros, para que ensinassem aos jovens frangos músicas e danças. E aquele galinheiro tornou-se tão alegre e aprazível que nenhum cidadão, jovem ou maduro, ali residente, pensava em se divertir fora dali. Agora sim: o título de mestre se assentava perfeitamente ao mestre-galo, pois ele aprendeu e aplicou aos seus a verdadeira pedagogia galinácea.
Texto extraído do livro: Contos para contar - Thereza Iglésias
Programa exibido em 16/08/11!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
"Se Deus for contigo"
Se Deus for a tua Inspiração, os problemas, por maiores que sejam,serão apenas barreiras que você poderá vencer.
Se Deus for o teu Orientador, na hora da dúvida, ficará bem claro,o caminho que deverás seguir, após uma singela oração.
Se Deus for o teu melhor Amigo, você sabe que poderá contar com Ele a qualquer hora, na alegria ou na tristeza, com ou sem dinheiro, com coragem ou morrendo de medo, ele será teu ombro e te consolará.
Se Deus for o teu Confessor, você terá com quem desabafar, falar dos seus erros, dos deslizes que todos cometemos, e Ele te perdoará e aliviará a tua alma.
Se Deus for a tua Bandeira, e se por Ele lutares, se não negares o Seu nome, o Seu amor e a importância Dele na tua vida, então, Ele também não te negará, não te deixará desamparado.
Se Deus for contigo, nada te abalará, nem pedra que caia do céu, nem terremoto que estremeça o chão, nem inimigos invisíveis da noite,e você terá o maior tesouro que um homem pode alcançar na Terra: terá a paz interior.
E essa paz te conduzirá a certeza, e essa certeza será transformada em fé, e essa fé produzirá frutos, e seus frutos se espalharão, e o mundo será melhor, e assim, Deus será na sua vida, o que é, foi e sempre será:
TUDO!
Autor desconhecido
CONSTRUÇÃO DA VIDA
Pensamento: "Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje." Desconhecido"
Mensagem: CONSTRUÇÃO DA VIDA
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam... Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera pode não ser tão alegre...
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda...
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia...
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!
Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois...
A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!
Programa exibido em 09/08/11!
Mensagem: CONSTRUÇÃO DA VIDA
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam... Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera pode não ser tão alegre...
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda...
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia...
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!
Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois...
A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!
Programa exibido em 09/08/11!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
“FELICIDADE DOS SIMPLES”
Pensamento: “Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.”
Mensagem: “FELICIDADE DOS SIMPLES”
Mais que amor, devemos querer respeito aos nossos sentimentos, mais que amizades, devemos buscar a cumplicidade de um olhar amigo, mais que pais amigos, o aconchego de uma família, mais que a escola, a sabedoria e a satisfação de aprender, mais do que ler um livro, viajar na história, ter prazer, mais do que a emoção, viver a situação com a razão.
Hoje, caminhamos como cegos em busca da felicidade, ouvindo rumores aqui e ali, uns dizem que a felicidade está lá, no meio de um monte de bens materiais, mas depois de muito consumo, nos pegamos no vazio... Outros dizem que a felicidade está aqui, no calor de um relacionamento e da paixão, mas a paixão passa e a felicidade não fica.
Existem os que afirmam que a felicidade está na religião, mas as religiões não se acertam, discutem, brigam, cada uma se diz melhor que a outra, e a felicidade confusa, vai embora... Busque em seu interior o segredo da felicidade dos simples, aquela que pede apenas que você respeite os seus limites... Não fale mais do que deve, não comente o que não sabe, não gaste além das suas posses, não deseje o que não lhe pertence... Não aceite situações que ferem a sua consciência, não entregue seus sonhos nas mãos de ninguém, seja sempre, o construtor e o guia dos seus desejos.
Busque a religiosidade que te liga ao Criador, de maneira simples, como Jesus sempre foi. Agradeça tudo, o pão, a vida e a misericórdia, agradeça até o que não entendeu, pois muitas vezes, o que parece um desgosto, um erro, é na verdade a salvação. Quantos já perderam um passeio que acabou em tragédia? Quantos não adoeceram e evitaram acontecimentos piores? Quantos relacionamentos terminaram para nascer um grande amor?
Porquanto não sabemos o que é realmente melhor para nós. Devemos afastar as lamentações e agradecer sempre, não desistir nunca, e mesmo diante de uma cortina de lágrimas, seguir adiante, em busca do que acreditamos. Assim, a felicidade se mostra mais simples do que imaginamos, porque ser feliz é um estado íntimo e pessoal, é algo que podemos dividir, mas jamais tirar de alguém para nosso próprio uso.
Felicidade se conquista todos os dias...
Texto Paulo Roberto Gaefke
Programa exibido em 08/08/11!
Mensagem: “FELICIDADE DOS SIMPLES”
Mais que amor, devemos querer respeito aos nossos sentimentos, mais que amizades, devemos buscar a cumplicidade de um olhar amigo, mais que pais amigos, o aconchego de uma família, mais que a escola, a sabedoria e a satisfação de aprender, mais do que ler um livro, viajar na história, ter prazer, mais do que a emoção, viver a situação com a razão.
Hoje, caminhamos como cegos em busca da felicidade, ouvindo rumores aqui e ali, uns dizem que a felicidade está lá, no meio de um monte de bens materiais, mas depois de muito consumo, nos pegamos no vazio... Outros dizem que a felicidade está aqui, no calor de um relacionamento e da paixão, mas a paixão passa e a felicidade não fica.
Existem os que afirmam que a felicidade está na religião, mas as religiões não se acertam, discutem, brigam, cada uma se diz melhor que a outra, e a felicidade confusa, vai embora... Busque em seu interior o segredo da felicidade dos simples, aquela que pede apenas que você respeite os seus limites... Não fale mais do que deve, não comente o que não sabe, não gaste além das suas posses, não deseje o que não lhe pertence... Não aceite situações que ferem a sua consciência, não entregue seus sonhos nas mãos de ninguém, seja sempre, o construtor e o guia dos seus desejos.
Busque a religiosidade que te liga ao Criador, de maneira simples, como Jesus sempre foi. Agradeça tudo, o pão, a vida e a misericórdia, agradeça até o que não entendeu, pois muitas vezes, o que parece um desgosto, um erro, é na verdade a salvação. Quantos já perderam um passeio que acabou em tragédia? Quantos não adoeceram e evitaram acontecimentos piores? Quantos relacionamentos terminaram para nascer um grande amor?
Porquanto não sabemos o que é realmente melhor para nós. Devemos afastar as lamentações e agradecer sempre, não desistir nunca, e mesmo diante de uma cortina de lágrimas, seguir adiante, em busca do que acreditamos. Assim, a felicidade se mostra mais simples do que imaginamos, porque ser feliz é um estado íntimo e pessoal, é algo que podemos dividir, mas jamais tirar de alguém para nosso próprio uso.
Felicidade se conquista todos os dias...
Texto Paulo Roberto Gaefke
Programa exibido em 08/08/11!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
CAIXINHA DE PROMESSAS
Pensamento: “Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração.”
"Desconhecido"
Mensagem: CAIXINHA DE PROMESSAS
Eu não te disse que só terias alegrias,
Mas dei-te força para superar as dores.
Eu não te prometi riquezas materiais,
Mas dei-te potenciais para alcançar a fortuna.
Eu não te garanti familiares sempre dóceis e afáveis,
Mas coloquei em ti a exercitável tolerância.
Eu não te presenteei com um mundo de paz,
Mas dei-te voz para levá-la aos quatro cantos dele.
Eu não falei que o egoísmo não te abateria,
Mas dei-te o pão para ser dividido.
Eu não te imunizei contra vícios,
Mas dei-te competência para escolher o que te beneficia.
Eu não reservei para ti apenas fiéis amigos,
Mas pus em ti capacidades de compreensão e de perdão.
Eu não te assegurei que serias saudável sempre,
Mas te tangi com a Fé que pode sanar os males.
Eu não bradei que protegeria os teus pensamentos,
Mas deixei-te a inteligência para escolhê-los.
Eu não te dei garantias de sucesso nem de fama,
Mas apliquei em ti talentos para alcançá-los.
Eu não declarei que não terias decepções,
Mas dei-te o dom de intuir suspeitas intenções.
Eu não te deixei a ilusão de que todos te amariam:
Eu disse que EU te amaria para sempre e incondicionalmente.
Eu não te prometo que terás tudo que posso dar-te,
Mas tudo te será dado se antes tu fizeres a tua parte.
ASSINADO: JESUS
Autor desconhecido
Programa exibido em 04/08/11!
"Desconhecido"
Mensagem: CAIXINHA DE PROMESSAS
Eu não te disse que só terias alegrias,
Mas dei-te força para superar as dores.
Eu não te prometi riquezas materiais,
Mas dei-te potenciais para alcançar a fortuna.
Eu não te garanti familiares sempre dóceis e afáveis,
Mas coloquei em ti a exercitável tolerância.
Eu não te presenteei com um mundo de paz,
Mas dei-te voz para levá-la aos quatro cantos dele.
Eu não falei que o egoísmo não te abateria,
Mas dei-te o pão para ser dividido.
Eu não te imunizei contra vícios,
Mas dei-te competência para escolher o que te beneficia.
Eu não reservei para ti apenas fiéis amigos,
Mas pus em ti capacidades de compreensão e de perdão.
Eu não te assegurei que serias saudável sempre,
Mas te tangi com a Fé que pode sanar os males.
Eu não bradei que protegeria os teus pensamentos,
Mas deixei-te a inteligência para escolhê-los.
Eu não te dei garantias de sucesso nem de fama,
Mas apliquei em ti talentos para alcançá-los.
Eu não declarei que não terias decepções,
Mas dei-te o dom de intuir suspeitas intenções.
Eu não te deixei a ilusão de que todos te amariam:
Eu disse que EU te amaria para sempre e incondicionalmente.
Eu não te prometo que terás tudo que posso dar-te,
Mas tudo te será dado se antes tu fizeres a tua parte.
ASSINADO: JESUS
Autor desconhecido
Programa exibido em 04/08/11!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
OS LIMITES DE CADA UM
Pensamento: “O amor cresce com a doação. A única maneira de ter amor é oferecê-lo aos outros.” Elbert Hubbard
Mensagem: OS LIMITES DE CADA UM
As pessoas julgam as forças umas das outras baseando-se naquilo que elas mesmas são capazes de suportar.
Poucos se dão conta que cada um de nós tem seu limite e que este não pode ser comparado com o de mais ninguém.
Uns suportam mais heroicamente o sofrimento, outros se entregam e morrem devagarzinho como se o mundo tivesse acabado. E a um e a outro Deus criou.
Somos infinitamente mais capazes do que pensamos, mas enquanto ignoramos essa verdade, somos o que somos sem sermos mais ou menos que ninguém.
Classificar alguém de fraco porque este não suporta a dor física, moral ou emocional é cometer uma grande injustiça, pois cada um vai até onde seus limites permitem e é devagarzinho que as pessoas vão descobrindo que as asperezas da vida nos tornam pouco a pouco mais fortes e resistentes.
Seguimos até onde devemos seguir e quando cremos que as forças nos abandonam é que o Senhor nos pega nos braços e nos ensina a voar. Vemos então horizontes que não podíamos alcançar com nossa visão plana e direcionada geralmente aquilo que nos fazia tanto mal.
Somos o que somos sim e que ninguém nos diga pequenos e falhos! Alcançamos tudo o que está ao alcance das nossas mãos e mais o que o Senhor nos dá através da nossa fé que, mesmo limitada, nos torna seres ilimitados.
Autora Letícia Thompson
Programa exibido em 02/08/11!
Mensagem: OS LIMITES DE CADA UM
As pessoas julgam as forças umas das outras baseando-se naquilo que elas mesmas são capazes de suportar.
Poucos se dão conta que cada um de nós tem seu limite e que este não pode ser comparado com o de mais ninguém.
Uns suportam mais heroicamente o sofrimento, outros se entregam e morrem devagarzinho como se o mundo tivesse acabado. E a um e a outro Deus criou.
Somos infinitamente mais capazes do que pensamos, mas enquanto ignoramos essa verdade, somos o que somos sem sermos mais ou menos que ninguém.
Classificar alguém de fraco porque este não suporta a dor física, moral ou emocional é cometer uma grande injustiça, pois cada um vai até onde seus limites permitem e é devagarzinho que as pessoas vão descobrindo que as asperezas da vida nos tornam pouco a pouco mais fortes e resistentes.
Seguimos até onde devemos seguir e quando cremos que as forças nos abandonam é que o Senhor nos pega nos braços e nos ensina a voar. Vemos então horizontes que não podíamos alcançar com nossa visão plana e direcionada geralmente aquilo que nos fazia tanto mal.
Somos o que somos sim e que ninguém nos diga pequenos e falhos! Alcançamos tudo o que está ao alcance das nossas mãos e mais o que o Senhor nos dá através da nossa fé que, mesmo limitada, nos torna seres ilimitados.
Autora Letícia Thompson
Programa exibido em 02/08/11!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A HISTÓRIA DO PATO
Pensamento: "Deve-se doar com a alma livre, simples, apenas por amor, espontaneamente!" Martinho Lutero
Mensagem: A HISTÓRIA DO PATO
Havia um pequeno menino que visitava seus avós que moravam na fazenda.
Eles deram para o neto um estilingue para ele brincar no mato. Ele praticou na floresta, mas nunca conseguiu acertar o alvo. Ficando um pouco desanimado, ele voltou para o jantar.
Como ele estava andando para trás, viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso, ele acertou o pato na cabeça e matou-o. Ele ficou chocado e triste! Em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira!
Sally, sua irmã, tinha visto tudo, mas ela não disse nada para os avós. Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: - Sally, vamos lavar a louça!
Mas Sally disse: - Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha!
Em seguida, Sally sussurrou no ouvido de Johnny: - Lembra-se do pato?
Assim, Johnny lavou os pratos. Mais tarde naquele dia, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar e vovó disse:
- Me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar.
Sally apenas sorriu e disse:
- Está tudo certo, porque Johnny me disse que queria ajudar a preparar o jantar!
Ela sussurrou novamente: - Lembra-se do pato?
Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar a vovó.
Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele finalmente não aguentava mais. Ele foi até a avó e confessou que tinha matado o pato. A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse: - Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu estava pronta a te perdoar. Eu só estava esperando você vir e se mostrar arrependido. E também estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo.
Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito... Seja o que for... Você precisa saber que: Deus estava de pé na janela e viu a coisa toda. Ele viu toda a sua vida... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você será perdoado. Basta VOCÊ se arrepender e pedir perdão, Ele não só o perdoa, mas também esquece.
Lembre-se sempre: Deus está na janela!
Autor desconhecido
Programa exibido em 01/08/11!
Mensagem: A HISTÓRIA DO PATO
Havia um pequeno menino que visitava seus avós que moravam na fazenda.
Eles deram para o neto um estilingue para ele brincar no mato. Ele praticou na floresta, mas nunca conseguiu acertar o alvo. Ficando um pouco desanimado, ele voltou para o jantar.
Como ele estava andando para trás, viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso, ele acertou o pato na cabeça e matou-o. Ele ficou chocado e triste! Em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira!
Sally, sua irmã, tinha visto tudo, mas ela não disse nada para os avós. Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: - Sally, vamos lavar a louça!
Mas Sally disse: - Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha!
Em seguida, Sally sussurrou no ouvido de Johnny: - Lembra-se do pato?
Assim, Johnny lavou os pratos. Mais tarde naquele dia, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar e vovó disse:
- Me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar.
Sally apenas sorriu e disse:
- Está tudo certo, porque Johnny me disse que queria ajudar a preparar o jantar!
Ela sussurrou novamente: - Lembra-se do pato?
Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar a vovó.
Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele finalmente não aguentava mais. Ele foi até a avó e confessou que tinha matado o pato. A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse: - Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu estava pronta a te perdoar. Eu só estava esperando você vir e se mostrar arrependido. E também estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo.
Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito... Seja o que for... Você precisa saber que: Deus estava de pé na janela e viu a coisa toda. Ele viu toda a sua vida... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você será perdoado. Basta VOCÊ se arrepender e pedir perdão, Ele não só o perdoa, mas também esquece.
Lembre-se sempre: Deus está na janela!
Autor desconhecido
Programa exibido em 01/08/11!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
LENÇO AMARELO
Pensamento: "Paciência e perseverança têm o efeito de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem". John Quincy Adams
Mensagem: LENÇO AMARELO
Era uma vez um jovem que se encontrava em um trem e mostrava-se muito ansioso, nervoso e caminhava de um lado para o outro.
Então um senhor que já há algum tempo o observava disse-lhe:
- Rapaz, por que estás tão inquieto?
O rapaz respondeu:
- Não adianta contar-lhe, pois não podes me ajudar.
E continuou ansioso, andando de um lado para o outro.
O senhor, mais uma vez tentou conversar com ele dizendo:
- Meu rapaz, conte-me o que está te angustiando tanto. Talvez eu possa te ajudar.
Então o jovem falou:
- Há muito tempo atrás deixei meu pai, minha casa e fui morar longe. Tentar uma vida independente, mas, agora resolvi voltar e então escrevi, pedindo para meu pai receber-me de volta e avisei-lhe que estaria nesse trem. Se ele concordasse com minha volta, pedi que amarrasse um lenço amarelo em um galho bem alto da árvore que fica na frente da casa. Agora, o que está me angustiando é que estou chegando e tenho receio de que não tenha nenhum lenço, então saberei que ele não me perdoou e assim, seguirei em viagem.
O senhor, então lhe falou:
- Fique tranqüilo que eu ficarei na janela e olharei prá você.
Quando se aproximou do lugar onde o rapaz morava, o senhor colocou-se na janela.
Passando o trem, o rapaz perguntou:
- E então? Vês um lenço amarelo na árvore?
O homem respondeu:
- Não. Eu não vejo um lenço amarelo... Mas, muitos lenços amarelos... Um em cada galho da árvore!!!
Texto de Moacir Simões
Programa exibido em 28/07/11
Mensagem: LENÇO AMARELO
Era uma vez um jovem que se encontrava em um trem e mostrava-se muito ansioso, nervoso e caminhava de um lado para o outro.
Então um senhor que já há algum tempo o observava disse-lhe:
- Rapaz, por que estás tão inquieto?
O rapaz respondeu:
- Não adianta contar-lhe, pois não podes me ajudar.
E continuou ansioso, andando de um lado para o outro.
O senhor, mais uma vez tentou conversar com ele dizendo:
- Meu rapaz, conte-me o que está te angustiando tanto. Talvez eu possa te ajudar.
Então o jovem falou:
- Há muito tempo atrás deixei meu pai, minha casa e fui morar longe. Tentar uma vida independente, mas, agora resolvi voltar e então escrevi, pedindo para meu pai receber-me de volta e avisei-lhe que estaria nesse trem. Se ele concordasse com minha volta, pedi que amarrasse um lenço amarelo em um galho bem alto da árvore que fica na frente da casa. Agora, o que está me angustiando é que estou chegando e tenho receio de que não tenha nenhum lenço, então saberei que ele não me perdoou e assim, seguirei em viagem.
O senhor, então lhe falou:
- Fique tranqüilo que eu ficarei na janela e olharei prá você.
Quando se aproximou do lugar onde o rapaz morava, o senhor colocou-se na janela.
Passando o trem, o rapaz perguntou:
- E então? Vês um lenço amarelo na árvore?
O homem respondeu:
- Não. Eu não vejo um lenço amarelo... Mas, muitos lenços amarelos... Um em cada galho da árvore!!!
Texto de Moacir Simões
Programa exibido em 28/07/11
Pensamento: "Paciência e perseverança têm o efeito de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem". John Quincy Adams
Mensagem: LENÇO AMARELO
Era uma vez um jovem que se encontrava em um trem e mostrava-se muito ansioso, nervoso e caminhava de um lado para o outro.
Então um senhor que já há algum tempo o observava disse-lhe:
- Rapaz, por que estás tão inquieto?
O rapaz respondeu:
- Não adianta contar-lhe, pois não podes me ajudar.
E continuou ansioso, andando de um lado para o outro.
O senhor, mais uma vez tentou conversar com ele dizendo:
- Meu rapaz, conte-me o que está te angustiando tanto. Talvez eu possa te ajudar.
Então o jovem falou:
- Há muito tempo atrás deixei meu pai, minha casa e fui morar longe. Tentar uma vida independente, mas, agora resolvi voltar e então escrevi, pedindo para meu pai receber-me de volta e avisei-lhe que estaria nesse trem. Se ele concordasse com minha volta, pedi que amarrasse um lenço amarelo em um galho bem alto da árvore que fica na frente da casa. Agora, o que está me angustiando é que estou chegando e tenho receio de que não tenha nenhum lenço, então saberei que ele não me perdoou e assim, seguirei em viagem.
O senhor, então lhe falou:
- Fique tranqüilo que eu ficarei na janela e olharei prá você.
Quando se aproximou do lugar onde o rapaz morava, o senhor colocou-se na janela.
Passando o trem, o rapaz perguntou:
- E então? Vês um lenço amarelo na árvore?
O homem respondeu:
- Não. Eu não vejo um lenço amarelo... Mas, muitos lenços amarelos... Um em cada galho da árvore!!!
Texto de Moacir Simões
Programa exibido em 28/07/11
Mensagem: LENÇO AMARELO
Era uma vez um jovem que se encontrava em um trem e mostrava-se muito ansioso, nervoso e caminhava de um lado para o outro.
Então um senhor que já há algum tempo o observava disse-lhe:
- Rapaz, por que estás tão inquieto?
O rapaz respondeu:
- Não adianta contar-lhe, pois não podes me ajudar.
E continuou ansioso, andando de um lado para o outro.
O senhor, mais uma vez tentou conversar com ele dizendo:
- Meu rapaz, conte-me o que está te angustiando tanto. Talvez eu possa te ajudar.
Então o jovem falou:
- Há muito tempo atrás deixei meu pai, minha casa e fui morar longe. Tentar uma vida independente, mas, agora resolvi voltar e então escrevi, pedindo para meu pai receber-me de volta e avisei-lhe que estaria nesse trem. Se ele concordasse com minha volta, pedi que amarrasse um lenço amarelo em um galho bem alto da árvore que fica na frente da casa. Agora, o que está me angustiando é que estou chegando e tenho receio de que não tenha nenhum lenço, então saberei que ele não me perdoou e assim, seguirei em viagem.
O senhor, então lhe falou:
- Fique tranqüilo que eu ficarei na janela e olharei prá você.
Quando se aproximou do lugar onde o rapaz morava, o senhor colocou-se na janela.
Passando o trem, o rapaz perguntou:
- E então? Vês um lenço amarelo na árvore?
O homem respondeu:
- Não. Eu não vejo um lenço amarelo... Mas, muitos lenços amarelos... Um em cada galho da árvore!!!
Texto de Moacir Simões
Programa exibido em 28/07/11
quarta-feira, 27 de julho de 2011
VENDE-SE TUDO
Pensamento: “Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.” Desconhecido
Mensagem: VENDE-SE TUDO
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Outra mãe, ao meu lado, comentou: - Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não – respondi a ela – já passei por isso e é uma lição de vida. Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um tróço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último dia, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ele ganhou de brinde os travesseiros. Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida. Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos à mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa. Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza: "só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.” Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza ou plenitude. São as dádivas especiais que não tem preço, as pessoas que estão próximas da gente e que nos amam, a saúde, os amigos que escolhemos, a nossa fé e a Paz de espírito.
Texto: MARTHA MEDEIROS
Programa exibido em 26/07/11!
Mensagem: VENDE-SE TUDO
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Outra mãe, ao meu lado, comentou: - Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não – respondi a ela – já passei por isso e é uma lição de vida. Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um tróço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último dia, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ele ganhou de brinde os travesseiros. Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida. Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos à mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa. Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza: "só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.” Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza ou plenitude. São as dádivas especiais que não tem preço, as pessoas que estão próximas da gente e que nos amam, a saúde, os amigos que escolhemos, a nossa fé e a Paz de espírito.
Texto: MARTHA MEDEIROS
Programa exibido em 26/07/11!
sábado, 23 de julho de 2011
O REI E O FALCÃO
Pensamento: “A medida de uma vida, afinal, não é sua duração, mas sua doação.” Corrie Ten Boom
Mensagem: O REI E O FALCÃO
Conta a lenda que, certa manhã, o guerreiro mongol Gengis Khan e sua tropa saíram para caçar. Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava apenas seu falcão favorito no braço. O animal era melhor e mais preciso que qualquer flecha, porque podia subir ao céu e ver tudo o que o ser humano não conseguia ver. Entretanto, apesar de todo o entusiasmo, o grupo não conseguiu encontrar nada. Decepcionado, Gengis Khan voltou para o acampamento. Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho. Gengis Khan permaneceu na floresta mais tempo que o esperado e estava extremamente cansado e com muita sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. Ele não conseguia encontrar água para beber, até que avistou um fio de água descendo por um rochedo bem à sua frente. Na mesma hora, retirou o falcão do braço e pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo. Era apenas um fio de água que corria pelo rochedo, por isso ele demorou um longo tempo para conseguir encher o cálice. Mas quando estava prestes a levá-lo à boca, o falcão levantou vôo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe. Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez também estivesse com sede. Apanhou o copo, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão o atacou novamente, derramando o líquido. Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave. Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve um olho na fonte e outro no falcão assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou vôo e veio em sua direção, mas Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou a espada no peito do falcão, matando-o.
Ele retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado. Decidido a beber aquela água de qualquer maneira, Gengis Khan escalou o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região. Se tivesse bebido a água, teria morrido imediatamente.
Gengis Khan voltou ao acampamento trazendo o falcão morto nos braços e dizendo para si mesmo:
- Hoje aprendi uma triste lição! Muitas vezes nos precipitamos em julgar e agir, ferindo assim a quem mais nos ama e chega a dar a sua vida por nós...
"Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso, pois nem sempre o que parece ser, realmente é!"
Autor desconhecido
Programa exibido em 22/07/11!
Mensagem: O REI E O FALCÃO
Conta a lenda que, certa manhã, o guerreiro mongol Gengis Khan e sua tropa saíram para caçar. Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava apenas seu falcão favorito no braço. O animal era melhor e mais preciso que qualquer flecha, porque podia subir ao céu e ver tudo o que o ser humano não conseguia ver. Entretanto, apesar de todo o entusiasmo, o grupo não conseguiu encontrar nada. Decepcionado, Gengis Khan voltou para o acampamento. Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho. Gengis Khan permaneceu na floresta mais tempo que o esperado e estava extremamente cansado e com muita sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. Ele não conseguia encontrar água para beber, até que avistou um fio de água descendo por um rochedo bem à sua frente. Na mesma hora, retirou o falcão do braço e pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo. Era apenas um fio de água que corria pelo rochedo, por isso ele demorou um longo tempo para conseguir encher o cálice. Mas quando estava prestes a levá-lo à boca, o falcão levantou vôo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe. Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez também estivesse com sede. Apanhou o copo, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão o atacou novamente, derramando o líquido. Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave. Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve um olho na fonte e outro no falcão assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou vôo e veio em sua direção, mas Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou a espada no peito do falcão, matando-o.
Ele retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado. Decidido a beber aquela água de qualquer maneira, Gengis Khan escalou o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região. Se tivesse bebido a água, teria morrido imediatamente.
Gengis Khan voltou ao acampamento trazendo o falcão morto nos braços e dizendo para si mesmo:
- Hoje aprendi uma triste lição! Muitas vezes nos precipitamos em julgar e agir, ferindo assim a quem mais nos ama e chega a dar a sua vida por nós...
"Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso, pois nem sempre o que parece ser, realmente é!"
Autor desconhecido
Programa exibido em 22/07/11!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A árvore deitada
Pensamento: “O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá.” desconhecido
Mensagem: A árvore deitada
Ali no meio do parque estava a árvore deitada. Seu tronco era imenso e seus galhos pareciam ganchos esparramados ao seu redor. Mesmo assim despertava um fascínio em todos os que por ali passavam. Ninguém sabia, no entanto, que aquela mesma árvore, de mais de cem anos, tinha sido um dia frondosa, cheia de folhas e de muita sombra. Sofreu por muito tempo ali deitada, não deixando transparecer que estava muito triste.
- Sou uma árvore careca - Pensava.
Realmente não tinha mais nenhuma folha em seus galhos. No dia que foi derrubada pela ventania muito forte, mas muito forte mesmo, perdeu todas as suas folhas. Ali deitada com a raiz à mostra permanecia como que calada esperando que algo mais acontecesse.
- Que será de mim agora? - pensava a árvore quietinha deitada no chão - Os pássaros não vão mais querer fazer os seus ninhos, não há mais segurança, pois estou toda sem folhas.
Quanto mais pensava mais triste ia ficando. Daí que uma manhã surgiu no parque um bando de meninos e meninas vindos de uma escola, para lá passarem algumas horas. Normalmente isto sempre acontecia. Porém naquele dia aconteceu um fato muito bonito e interessante.
As crianças depois de andarem em todos os brinquedos existentes, e de fazerem muito barulho estavam cansados demais. Que fazer? Os bancos eram de cimento e duros. Surgiu então a grande idéia.
- Veja - disse um deles - ali está uma enorme árvore!
- E deitada. - disse o outro - Parece uma cama enorme, vamos até lá.
Assim sendo subiram com facilidade na árvore deitada. Encaixaram-se tão bem em seus galhos, e lá descansaram. Quando voltaram para a escola tiveram que relatar o passeio. É claro que o assunto imediato foi à árvore deitada. Como falaram tanto dela a outra classe pediu também para ir vê-la.
Hoje a árvore deitada é procurada por muitos jovens que se sentem bem à vontade para subir nela, sentar lá em cima e descansarem.
Às vezes pensamos que tudo está perdido, não terá mais solução. Engano nosso, para tudo tem jeito, é uma questão de sabermos esperar e ter paciência. Os fatos mudam nada é para sempre.
Do medo de ir para a fogueira que tinha a árvore, pois achava que não servia para mais nada. Tornou-se o lugar mais procurado do parque. Quando estiveres achando que nada mais vai dar certo, espere e verás que o conserto logo virá. Existem mil formas de ser, não necessariamente precisam ser sempre as mesmas. O difícil é aceitar as diferentes, pois as conhecidas são fáceis. No tombo mesmo permanecendo deitado, existe a transformação. Sejamos como a árvore e pensemos positivo para enfim podermos ajudar e sermos ajudados.
Autor Marlene B. Cerviglieri
Programa exibido em 21/07/11!
Mensagem: A árvore deitada
Ali no meio do parque estava a árvore deitada. Seu tronco era imenso e seus galhos pareciam ganchos esparramados ao seu redor. Mesmo assim despertava um fascínio em todos os que por ali passavam. Ninguém sabia, no entanto, que aquela mesma árvore, de mais de cem anos, tinha sido um dia frondosa, cheia de folhas e de muita sombra. Sofreu por muito tempo ali deitada, não deixando transparecer que estava muito triste.
- Sou uma árvore careca - Pensava.
Realmente não tinha mais nenhuma folha em seus galhos. No dia que foi derrubada pela ventania muito forte, mas muito forte mesmo, perdeu todas as suas folhas. Ali deitada com a raiz à mostra permanecia como que calada esperando que algo mais acontecesse.
- Que será de mim agora? - pensava a árvore quietinha deitada no chão - Os pássaros não vão mais querer fazer os seus ninhos, não há mais segurança, pois estou toda sem folhas.
Quanto mais pensava mais triste ia ficando. Daí que uma manhã surgiu no parque um bando de meninos e meninas vindos de uma escola, para lá passarem algumas horas. Normalmente isto sempre acontecia. Porém naquele dia aconteceu um fato muito bonito e interessante.
As crianças depois de andarem em todos os brinquedos existentes, e de fazerem muito barulho estavam cansados demais. Que fazer? Os bancos eram de cimento e duros. Surgiu então a grande idéia.
- Veja - disse um deles - ali está uma enorme árvore!
- E deitada. - disse o outro - Parece uma cama enorme, vamos até lá.
Assim sendo subiram com facilidade na árvore deitada. Encaixaram-se tão bem em seus galhos, e lá descansaram. Quando voltaram para a escola tiveram que relatar o passeio. É claro que o assunto imediato foi à árvore deitada. Como falaram tanto dela a outra classe pediu também para ir vê-la.
Hoje a árvore deitada é procurada por muitos jovens que se sentem bem à vontade para subir nela, sentar lá em cima e descansarem.
Às vezes pensamos que tudo está perdido, não terá mais solução. Engano nosso, para tudo tem jeito, é uma questão de sabermos esperar e ter paciência. Os fatos mudam nada é para sempre.
Do medo de ir para a fogueira que tinha a árvore, pois achava que não servia para mais nada. Tornou-se o lugar mais procurado do parque. Quando estiveres achando que nada mais vai dar certo, espere e verás que o conserto logo virá. Existem mil formas de ser, não necessariamente precisam ser sempre as mesmas. O difícil é aceitar as diferentes, pois as conhecidas são fáceis. No tombo mesmo permanecendo deitado, existe a transformação. Sejamos como a árvore e pensemos positivo para enfim podermos ajudar e sermos ajudados.
Autor Marlene B. Cerviglieri
Programa exibido em 21/07/11!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O Pássaro lindo
Pensamento: “O amor cresce com a doação. A única maneira de ter amor é oferecê-lo aos outros.” Elbert Hubbard
Mensagem: O Pássaro lindo
Havia numa floresta pequena um pássaro não muito grande e nem muito pequeno, era médio. Tinha um porte muito bonito, empinava o peito cada vez que cantava, e assim encantava a todos que o ouviam. Estava sempre saltitante parecendo ter uma alegria muito grande, pulando de galho em galho com muita energia. Era o tempo de montarem os ninhos e todos já estavam se preparando, levando gravetos brincando com sua namoradinha, prontos para formar uma família. Porém o Pássaro Lindo só cantava e pulava de um lado para outro, todas as passarinhas estavam prestando atenção em seu modo tão alegre de ser. Daí, então, apareceu a passarinha com quem ele gostaria de fazer o ninho. Mas como fazer? Onde buscar os gravetinhos? Em que árvore seria melhor morarem? E o principal: será que ela vai me aceitar?
Pensando assim foi entristecendo. Não mais cantava e nem pulava, sua energia parecia que tinha ido para o espaço! O que estaria acontecendo com ele?
- Vou conversar com dona Coruja, pois dizem que ela sabe tudo.
Chegando até ela logo foi contando suas dificuldades.
A dona Coruja ouviu tudo atentamente, e aconselhou o Pássaro Lindo. Este voltou para sua árvore e depois de muito pensar, tomou uma decisão.
- Não vou fazer nada que ela me disse, sou forte bonito canto muito bem, tenho certeza que a Passarinha vai me querer.
E assim se comportou. Continuou a cantar e pular de galho em galho. Nada adiantou. Ninguém se incomodava com ele.
Caiu novamente em tristeza e desta vez foi se socorrer com sua mamãe.
- Meu querido filho, de nada te serve tua jovialidade tua alegria, ser tão esperto.
- Nunca quiseste aprender as coisas da vida, as mais comuns.
- E quais são elas mamãe?
- Primeiro meu filho a Humildade. Se você não é humilde em ouvir os conselhos de mais velhos, que naturalmente já viveram muito, já pularam muitos galhos e formaram muitos ninhos, não vais crescer. Depois meu filho o Respeito. É se você não respeitar as tradições, os semelhantes como eles são, não terás amigos, pois logo saberão como você é.
- Um Pássaro Lindo! - Mas somente isto nada mais. Não serás capaz de desenvolver a tua vida como os outros, pois mesmo buscando conselhos não os aceitaste.
- Vai meu Pássaro Lindo, cante bastante, é só o que sabes fazer – Disse sua mãe.
Deixem de discutir quem é quem, ou melhor, ouçam uns aos outros e aprendam com seus próprios amigos.
Autor desconhecido
Programa exibido em 19/07/11!
Mensagem: O Pássaro lindo
Havia numa floresta pequena um pássaro não muito grande e nem muito pequeno, era médio. Tinha um porte muito bonito, empinava o peito cada vez que cantava, e assim encantava a todos que o ouviam. Estava sempre saltitante parecendo ter uma alegria muito grande, pulando de galho em galho com muita energia. Era o tempo de montarem os ninhos e todos já estavam se preparando, levando gravetos brincando com sua namoradinha, prontos para formar uma família. Porém o Pássaro Lindo só cantava e pulava de um lado para outro, todas as passarinhas estavam prestando atenção em seu modo tão alegre de ser. Daí, então, apareceu a passarinha com quem ele gostaria de fazer o ninho. Mas como fazer? Onde buscar os gravetinhos? Em que árvore seria melhor morarem? E o principal: será que ela vai me aceitar?
Pensando assim foi entristecendo. Não mais cantava e nem pulava, sua energia parecia que tinha ido para o espaço! O que estaria acontecendo com ele?
- Vou conversar com dona Coruja, pois dizem que ela sabe tudo.
Chegando até ela logo foi contando suas dificuldades.
A dona Coruja ouviu tudo atentamente, e aconselhou o Pássaro Lindo. Este voltou para sua árvore e depois de muito pensar, tomou uma decisão.
- Não vou fazer nada que ela me disse, sou forte bonito canto muito bem, tenho certeza que a Passarinha vai me querer.
E assim se comportou. Continuou a cantar e pular de galho em galho. Nada adiantou. Ninguém se incomodava com ele.
Caiu novamente em tristeza e desta vez foi se socorrer com sua mamãe.
- Meu querido filho, de nada te serve tua jovialidade tua alegria, ser tão esperto.
- Nunca quiseste aprender as coisas da vida, as mais comuns.
- E quais são elas mamãe?
- Primeiro meu filho a Humildade. Se você não é humilde em ouvir os conselhos de mais velhos, que naturalmente já viveram muito, já pularam muitos galhos e formaram muitos ninhos, não vais crescer. Depois meu filho o Respeito. É se você não respeitar as tradições, os semelhantes como eles são, não terás amigos, pois logo saberão como você é.
- Um Pássaro Lindo! - Mas somente isto nada mais. Não serás capaz de desenvolver a tua vida como os outros, pois mesmo buscando conselhos não os aceitaste.
- Vai meu Pássaro Lindo, cante bastante, é só o que sabes fazer – Disse sua mãe.
Deixem de discutir quem é quem, ou melhor, ouçam uns aos outros e aprendam com seus próprios amigos.
Autor desconhecido
Programa exibido em 19/07/11!
terça-feira, 19 de julho de 2011
Acima das desilusões
Pensamento: “É a intenção, e não a doação, que faz o doador.” Gotthold Lessing
Mensagem: Acima das desilusões
Na vida todos nós enfrentamos desilusões.
Nos decepcionamos com amigos, parentes, e até conosco mesmo.
Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo, um alvo se transformar numa miragem bem distante, um desejo desaparecer como uma neblina.
A desilusão dói, como um ferimento.
Atinge a qualquer um, sem acepção.
Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados, e que um novo dia certamente amanhecerá.
Fomos criados por Deus com a incrível capacidade de nos recuperarmos.
Fomos feitos com a capacidade de sair das cinzas para a glória, do nada para o tudo, da derrota para a vitória.
Como a águia, temos dentro de nós o desejo de voar grandes alturas, portanto também acima das desilusões.
Cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão da vida.
É um convite a um novo desafio, a um novo caminho...
Autor desconhecido
Programa exibido em 18/07/11!
Mensagem: Acima das desilusões
Na vida todos nós enfrentamos desilusões.
Nos decepcionamos com amigos, parentes, e até conosco mesmo.
Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo, um alvo se transformar numa miragem bem distante, um desejo desaparecer como uma neblina.
A desilusão dói, como um ferimento.
Atinge a qualquer um, sem acepção.
Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados, e que um novo dia certamente amanhecerá.
Fomos criados por Deus com a incrível capacidade de nos recuperarmos.
Fomos feitos com a capacidade de sair das cinzas para a glória, do nada para o tudo, da derrota para a vitória.
Como a águia, temos dentro de nós o desejo de voar grandes alturas, portanto também acima das desilusões.
Cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão da vida.
É um convite a um novo desafio, a um novo caminho...
Autor desconhecido
Programa exibido em 18/07/11!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
TORMENTAS
Pensamento: "Dificuldades reais podem ser resolvidas; apenas as imaginárias são insuperáveis." Theodore N. Vail
Mensagem: TORMENTAS
Contam que um dia um camponês pediu a Deus permitir-lhe mandar sobre a Natureza para, segundo ele, conseguir melhores colheitas. E Deus lhe concedeu!
Então quando o camponês queria chuva ligeira, assim acontecia; quando pedia sol, este brilhava em seu esplendor; se necessitava mais água, chovia mais regularmente.
Mas quando chegou o tempo da colheita, sua surpresa e estupor foram grandes porque o resultado foi um total fracasso. Desconcertado e meio aborrecido perguntou a Deus por que aconteceu aquilo, se ele havia escolhido os climas que achou adequados.
Mas Deus respondeu: - "Tu pediste o que quiseste, mas não o que de verdade convinha.
Nunca pediste tormentas, e estas são muito necessárias para limpar a semente, afugentar aves e animais que a consomem, e purificá-la de pragas que a destroem..."
Assim acontece conosco, queremos que nossa vida seja puro amor e doçura, nada de problemas.
O otimista não é aquele que não vê as dificuldades, mas aquele que não se assusta com elas, não se deixa ultrapassar. Por isso podemos afirmar que as dificuldades são vantagens, as dificuldades amadurecem as pessoas, as fazem crescer…
Por isso faz falta uma verdadeira tormenta na vida de uma pessoa, para fazê-la compreender o quanto se tem preocupado com bobagens, por chuviscos passageiros.
O importante não é fugir das tormentas, mas ter fé e confiança em que logo passarão e nos deixarão algo de bom em nossas vidas.
Autor desconhecido
Programa exibido em 14/07/11!
Mensagem: TORMENTAS
Contam que um dia um camponês pediu a Deus permitir-lhe mandar sobre a Natureza para, segundo ele, conseguir melhores colheitas. E Deus lhe concedeu!
Então quando o camponês queria chuva ligeira, assim acontecia; quando pedia sol, este brilhava em seu esplendor; se necessitava mais água, chovia mais regularmente.
Mas quando chegou o tempo da colheita, sua surpresa e estupor foram grandes porque o resultado foi um total fracasso. Desconcertado e meio aborrecido perguntou a Deus por que aconteceu aquilo, se ele havia escolhido os climas que achou adequados.
Mas Deus respondeu: - "Tu pediste o que quiseste, mas não o que de verdade convinha.
Nunca pediste tormentas, e estas são muito necessárias para limpar a semente, afugentar aves e animais que a consomem, e purificá-la de pragas que a destroem..."
Assim acontece conosco, queremos que nossa vida seja puro amor e doçura, nada de problemas.
O otimista não é aquele que não vê as dificuldades, mas aquele que não se assusta com elas, não se deixa ultrapassar. Por isso podemos afirmar que as dificuldades são vantagens, as dificuldades amadurecem as pessoas, as fazem crescer…
Por isso faz falta uma verdadeira tormenta na vida de uma pessoa, para fazê-la compreender o quanto se tem preocupado com bobagens, por chuviscos passageiros.
O importante não é fugir das tormentas, mas ter fé e confiança em que logo passarão e nos deixarão algo de bom em nossas vidas.
Autor desconhecido
Programa exibido em 14/07/11!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A VIOLETA
Pensamento: "A obediência é a chave de todas as portas." George MacDonald
Mensagem: A VIOLETA
Em uma casa muito grande, cercada de imenso jardim colorido, onde o clima permite que as flores se abram durante todo o ano, tem-se a impressão de uma orquestra executando a canção da Primavera. Desse jardim maravilhoso é o encanto dos felizes moradores da casa, principalmente das crianças, que fazem dele um parque de diversões; brincam, correm, jogam bola no gramado, andam de bicicleta e carrinho. Contudo, não são apenas esses os moradores do grande jardim. Há também as flores, os insetos, que trabalham e brincam em silêncio, porque só entre eles se entendem. Porem, eles falam e vivem como nós. Vamos entrar no jardim e ficar bem escondidos para não assustá-los e, assim poderemos ouvir o que dizem e ver o que fazem. Estamos no fim da tarde, num dos caminhos do jardim. O sol já se vai escondendo de mansinho, enquanto as flores e as árvores se preparam para receber a noite e o repouso. Bandos de andorinhas voam em direção aos seus ninhos. Os pássaros se abrigam nos galhos das árvores. Tudo parece em movimento. Somente as crianças continuam brincando sem perceber o que se passa no jardim, quando a rosa vermelha diz :
- Ah! Que linda tarde! Não é mesmo queridas amigas?
- Realmente! - Responderam as flores vizinhas. –Vamos Ter uma noite linda.
A rosa vermelha suspira: - "Que pena! a noite vem me obrigar a dormir. Gosto tanto da luz do dia, porque ela faz com que todos me admirem!"
- Minha prima você é sem duvida mito bonita, mas isso não é motivo para tanta vaidade - Falou a rosa branca.
- Ora, rosa branca, você então não sabe que nós, as rosas vermelhas, somos as flores mais procuradas e admiradas. Somos nós que enfeitamos as casas! E é o nosso perfume o mais gostoso! Todas as outras flores desaparecem diante de nossa beleza.
- Protesto - Exclama uma linda Orquídea - Eu não sou isso que você disse. Apenas me utilizo das plantas maiores para ficar mais alta e poder receber a luz do sol. Não prejudico a ninguém. – Não seja vaidosa prima! - Fala a rosa branca novamente - Lembre-se que Deus nos criou de acordo com sua sabedoria e não devemos brigar por causa disso. Somos todas irmãs e todos gostam de nós.
- Rosa branca tem razão - Diz o grande cravo amarelo! - Devemos viver em harmonia! Vejam a violeta, por exemplo! É a flor que há em maior quantidade neste jardim e, entretanto a ninguém incomodam, todos a respeitam e estimam porque nunca se vangloriou apesar de ser muito apreciada.
- O senhor está defendendo essa florzinha insignificante que vive ai, metida nessas folhas e sem mostrar-nos suas pétalas tão pequenas! Imagine quem vai gostar de uma flor roxa?
- Senhora Rosa Vermelha , por favor! - Exclamou o Cravo Amarelo - Se defendo a violeta é porque a estimo, garanto que todos fariam isso também.
- "Sim, sim! - Dizem todas - Nós também a defenderemos."
- "Obrigada, amigas, obrigada" - Agradece a violeta comovida.
- Olhem só! - Diz a Rosa Vermelha - Essa violetazinha que vive escondida pare que ninguém veja sua feiúra, quer se fazer agora de boazinha. Enquanto o nosso perfume e beleza se espalham pelos ares, a violetazinha sem perfume nem sequer se mostra, é mesmo sem graça!
- Engana-se minha cara! - Fala a Rosa Branca - Violeta tem um perfume muito mais delicado que o nosso, e é muito bela, apesar de pequenina. É a flor que demonstra maior sentimento, mais sinceridade quando é dada a alguém, porque é simples e humilde.
- Ora, como ousas falar assim comigo?!
Nisso, a Rosa Vermelha interrompe-se e todos se calam porque duas crianças se aproximam e uma diz: - Oh! Que bela Rosa Vermelha! - Exclama uma delas, e estende o braço para segurá-la. Logo porem o tira, com um grito de dor. –Tão linda e tão má, maninho, machucou meu dedo! - Mostrando o dedinho picado e saindo sangue.
- As Rosas são assim mesmo maninha - diz o menino - Eu prefiro as violetas. Veja quantas!
Estas são lindas e não machucam ninguém.
E colhendo um raminho de florzinhas, deu-as a irmã, e os dois afastaram-se sorrindo.
- Viu minha prima? Falou a Rosa Branca - A Humildade da violeta a fez mais apreciada.
A Rosa Vermelha reconheceu seu erro e desculpou-se com as amigas que sorriram, compreendendo que todos nós temos rosas e violetas no coração.
Autor desconhecido
Programa exibido em 12/07/11!
Mensagem: A VIOLETA
Em uma casa muito grande, cercada de imenso jardim colorido, onde o clima permite que as flores se abram durante todo o ano, tem-se a impressão de uma orquestra executando a canção da Primavera. Desse jardim maravilhoso é o encanto dos felizes moradores da casa, principalmente das crianças, que fazem dele um parque de diversões; brincam, correm, jogam bola no gramado, andam de bicicleta e carrinho. Contudo, não são apenas esses os moradores do grande jardim. Há também as flores, os insetos, que trabalham e brincam em silêncio, porque só entre eles se entendem. Porem, eles falam e vivem como nós. Vamos entrar no jardim e ficar bem escondidos para não assustá-los e, assim poderemos ouvir o que dizem e ver o que fazem. Estamos no fim da tarde, num dos caminhos do jardim. O sol já se vai escondendo de mansinho, enquanto as flores e as árvores se preparam para receber a noite e o repouso. Bandos de andorinhas voam em direção aos seus ninhos. Os pássaros se abrigam nos galhos das árvores. Tudo parece em movimento. Somente as crianças continuam brincando sem perceber o que se passa no jardim, quando a rosa vermelha diz :
- Ah! Que linda tarde! Não é mesmo queridas amigas?
- Realmente! - Responderam as flores vizinhas. –Vamos Ter uma noite linda.
A rosa vermelha suspira: - "Que pena! a noite vem me obrigar a dormir. Gosto tanto da luz do dia, porque ela faz com que todos me admirem!"
- Minha prima você é sem duvida mito bonita, mas isso não é motivo para tanta vaidade - Falou a rosa branca.
- Ora, rosa branca, você então não sabe que nós, as rosas vermelhas, somos as flores mais procuradas e admiradas. Somos nós que enfeitamos as casas! E é o nosso perfume o mais gostoso! Todas as outras flores desaparecem diante de nossa beleza.
- Protesto - Exclama uma linda Orquídea - Eu não sou isso que você disse. Apenas me utilizo das plantas maiores para ficar mais alta e poder receber a luz do sol. Não prejudico a ninguém. – Não seja vaidosa prima! - Fala a rosa branca novamente - Lembre-se que Deus nos criou de acordo com sua sabedoria e não devemos brigar por causa disso. Somos todas irmãs e todos gostam de nós.
- Rosa branca tem razão - Diz o grande cravo amarelo! - Devemos viver em harmonia! Vejam a violeta, por exemplo! É a flor que há em maior quantidade neste jardim e, entretanto a ninguém incomodam, todos a respeitam e estimam porque nunca se vangloriou apesar de ser muito apreciada.
- O senhor está defendendo essa florzinha insignificante que vive ai, metida nessas folhas e sem mostrar-nos suas pétalas tão pequenas! Imagine quem vai gostar de uma flor roxa?
- Senhora Rosa Vermelha , por favor! - Exclamou o Cravo Amarelo - Se defendo a violeta é porque a estimo, garanto que todos fariam isso também.
- "Sim, sim! - Dizem todas - Nós também a defenderemos."
- "Obrigada, amigas, obrigada" - Agradece a violeta comovida.
- Olhem só! - Diz a Rosa Vermelha - Essa violetazinha que vive escondida pare que ninguém veja sua feiúra, quer se fazer agora de boazinha. Enquanto o nosso perfume e beleza se espalham pelos ares, a violetazinha sem perfume nem sequer se mostra, é mesmo sem graça!
- Engana-se minha cara! - Fala a Rosa Branca - Violeta tem um perfume muito mais delicado que o nosso, e é muito bela, apesar de pequenina. É a flor que demonstra maior sentimento, mais sinceridade quando é dada a alguém, porque é simples e humilde.
- Ora, como ousas falar assim comigo?!
Nisso, a Rosa Vermelha interrompe-se e todos se calam porque duas crianças se aproximam e uma diz: - Oh! Que bela Rosa Vermelha! - Exclama uma delas, e estende o braço para segurá-la. Logo porem o tira, com um grito de dor. –Tão linda e tão má, maninho, machucou meu dedo! - Mostrando o dedinho picado e saindo sangue.
- As Rosas são assim mesmo maninha - diz o menino - Eu prefiro as violetas. Veja quantas!
Estas são lindas e não machucam ninguém.
E colhendo um raminho de florzinhas, deu-as a irmã, e os dois afastaram-se sorrindo.
- Viu minha prima? Falou a Rosa Branca - A Humildade da violeta a fez mais apreciada.
A Rosa Vermelha reconheceu seu erro e desculpou-se com as amigas que sorriram, compreendendo que todos nós temos rosas e violetas no coração.
Autor desconhecido
Programa exibido em 12/07/11!
terça-feira, 12 de julho de 2011
BEM VINDO AO MUSEU DA FAMÍLIA!
Pensamento: "Paz e harmonia: eis a verdadeira riqueza de uma família." Benjamim Franklin
Mensagem: BEM VINDO AO MUSEU DA FAMÍLIA!
Aqui você irá ver e saber acerca deste grupo que está à beira da extinção.
Em meados do século XXI foram vistas as últimas famílias compostas por PAI, MAE E FILHOS. Um pouco antes desse período, quase não se via uma mãe ou um pai em casa cuidando dos filhos, do lar e da família. Eles foram trabalhar fora.
Já no século XIX, era costume o pai ser recebido pelos filhos em casa, após um dia de trabalho. Ele era o provedor do LAR. Naquela época as crianças tinham um pai que morava com elas. Este pai convivia com os filhos e passeava com eles nos fins de semana.
Nas apresentações da escola os filhos procuravam o olhar de seus maiores fãs: seus pais. E o aplauso deles era a garantia da felicidade! Os pais podiam corrigir o erro e disciplinar os filhos. Quando os filhos precisavam de colo tinham um de seus pais por perto para carregá-los a hora que quisessem. No dia das mães se reuniam na casa da avó e a cama se enchia de presentes dos filhos, dos netos… Era difícil esperar até o segundo domingo de agosto para entregar ao papai o presente feito pelos próprios filhos: A camisa com sua mãozinha, o quadro pintado, o cartão com moldura de gravata... A melhor comida era a da mamãe.
Era o papai quem ganhava no jogo de dama ou de bola. Quantas brincadeiras correndo soltas com os irmãos e primos! Esconde, esconde; casinha, queimada… Os brinquedos espalhados pela casa... Os risos, os choros... Fartura de “vida”. Casa cheia não só de gente, mas de amor e contentamento. Nas famílias havia coisas que não cabem neste museu: abraços, beijos, alegrias, choros, risos, personalidades, cachorros, papagaios…
Os JARDINS! Eles não poderiam faltar neste museu! As casas tinham jardins. Deles as avós retiravam plantas para enfeitar ou para fazer chazinhos caseiros para os filhos e netos.
Férias também se passavam em família. Na roça, na praia ou na casa dos parentes: estavam todos num feliz ajuntamento. Para eles estar em família era o que fazia a vida valer a pena!
Como foi o fim das famílias?... Bem, é uma longa história… Mas, lembre-se que, se você os deixar ir, talvez nunca mais os terá de volta. Às vezes, nos ocupamos tanto com nossas próprias vidas, que não notamos que os deixamos ir…
Outras vezes nos preocupamos tanto com QUEM está certo ou errado, que nos esquecemos do que é CERTO e do que é ERRADO. Foi assim que as famílias começaram a desaparecer…
Mas hoje temos este museu para visitá-las.
Autor desconhecido
Programa exibido em 11/07/11!
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Mensagem: BEM VINDO AO MUSEU DA FAMÍLIA!
Aqui você irá ver e saber acerca deste grupo que está à beira da extinção.
Em meados do século XXI foram vistas as últimas famílias compostas por PAI, MAE E FILHOS. Um pouco antes desse período, quase não se via uma mãe ou um pai em casa cuidando dos filhos, do lar e da família. Eles foram trabalhar fora.
Já no século XIX, era costume o pai ser recebido pelos filhos em casa, após um dia de trabalho. Ele era o provedor do LAR. Naquela época as crianças tinham um pai que morava com elas. Este pai convivia com os filhos e passeava com eles nos fins de semana.
Nas apresentações da escola os filhos procuravam o olhar de seus maiores fãs: seus pais. E o aplauso deles era a garantia da felicidade! Os pais podiam corrigir o erro e disciplinar os filhos. Quando os filhos precisavam de colo tinham um de seus pais por perto para carregá-los a hora que quisessem. No dia das mães se reuniam na casa da avó e a cama se enchia de presentes dos filhos, dos netos… Era difícil esperar até o segundo domingo de agosto para entregar ao papai o presente feito pelos próprios filhos: A camisa com sua mãozinha, o quadro pintado, o cartão com moldura de gravata... A melhor comida era a da mamãe.
Era o papai quem ganhava no jogo de dama ou de bola. Quantas brincadeiras correndo soltas com os irmãos e primos! Esconde, esconde; casinha, queimada… Os brinquedos espalhados pela casa... Os risos, os choros... Fartura de “vida”. Casa cheia não só de gente, mas de amor e contentamento. Nas famílias havia coisas que não cabem neste museu: abraços, beijos, alegrias, choros, risos, personalidades, cachorros, papagaios…
Os JARDINS! Eles não poderiam faltar neste museu! As casas tinham jardins. Deles as avós retiravam plantas para enfeitar ou para fazer chazinhos caseiros para os filhos e netos.
Férias também se passavam em família. Na roça, na praia ou na casa dos parentes: estavam todos num feliz ajuntamento. Para eles estar em família era o que fazia a vida valer a pena!
Como foi o fim das famílias?... Bem, é uma longa história… Mas, lembre-se que, se você os deixar ir, talvez nunca mais os terá de volta. Às vezes, nos ocupamos tanto com nossas próprias vidas, que não notamos que os deixamos ir…
Outras vezes nos preocupamos tanto com QUEM está certo ou errado, que nos esquecemos do que é CERTO e do que é ERRADO. Foi assim que as famílias começaram a desaparecer…
Mas hoje temos este museu para visitá-las.
Autor desconhecido
Programa exibido em 11/07/11!
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Mamãe e bebê camelo
Pensamento: “A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido.” Marxwell Maltz
Mensagem: Mamãe e bebê camelo
Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, andando a toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Porque os camelos tem corcova?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
- Certo, e porque nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! Disse a mãe, toda orgulhosa.
- Certo! Então, porque nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! Disse a mãe com orgulho nos olhos.
- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então que estamos fazendo aqui no Zoológico?
Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar certo.
Onde você está agora?
Autor Renato Antunes Oliveira
Programa exibido em 11/07/11!
Mensagem: Mamãe e bebê camelo
Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, andando a toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Porque os camelos tem corcova?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
- Certo, e porque nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! Disse a mãe, toda orgulhosa.
- Certo! Então, porque nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! Disse a mãe com orgulho nos olhos.
- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então que estamos fazendo aqui no Zoológico?
Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar certo.
Onde você está agora?
Autor Renato Antunes Oliveira
Programa exibido em 11/07/11!
sábado, 9 de julho de 2011
O GUERREIRO E O MESTRE
Pensamento: “Os pequenos atos que se executam são melhores do que todos aqueles grandes que se planejam.” George Marshall
Mensagem: O GUERREIRO E O MESTRE
Certo dia, um guerreiro muito orgulhoso foi ver seu Mestre.
Embora o guerreiro fosse muito famoso ao olhar o Mestre e notar sua beleza e seu encanto, sentiu-se repentinamente inferior.
Ele então disse ao Mestre:
- Porque estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem.
Quando entrei aqui, subitamente me senti inferior e jamais me senti assim antes.
Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum.
Porque estou me sentindo assustado agora?
O mestre falou:
- Espere. Quando todos tiverem partido, responderei.
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o guerreiro estava ficando mais e mais cansado de esperar.
Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o guerreiro perguntou novamente:
- Agora você pode me responder por que me sinto inferior?
O Mestre o levou para fora.
Era uma noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte.
Ele disse:
- Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado.
Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca houve problema algum.
A árvore menor jamais disse à maior: "porque me sinto inferior diante de você?"
Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso.
O guerreiro então argumentou:
- Isto se dá porque elas não podem se comparar.
E o Mestre replicou:
- Então não precisa me perguntar.
Você sabe a resposta.
Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem.
Você é o que é e simplesmente existe.
Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.
Uma folhinha da relva é tão necessária quanto à maior das estrelas.
Simplesmente olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Autor desconhecido
Programa exibido em 08/07/11!
Mensagem: O GUERREIRO E O MESTRE
Certo dia, um guerreiro muito orgulhoso foi ver seu Mestre.
Embora o guerreiro fosse muito famoso ao olhar o Mestre e notar sua beleza e seu encanto, sentiu-se repentinamente inferior.
Ele então disse ao Mestre:
- Porque estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem.
Quando entrei aqui, subitamente me senti inferior e jamais me senti assim antes.
Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum.
Porque estou me sentindo assustado agora?
O mestre falou:
- Espere. Quando todos tiverem partido, responderei.
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o guerreiro estava ficando mais e mais cansado de esperar.
Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o guerreiro perguntou novamente:
- Agora você pode me responder por que me sinto inferior?
O Mestre o levou para fora.
Era uma noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte.
Ele disse:
- Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado.
Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca houve problema algum.
A árvore menor jamais disse à maior: "porque me sinto inferior diante de você?"
Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso.
O guerreiro então argumentou:
- Isto se dá porque elas não podem se comparar.
E o Mestre replicou:
- Então não precisa me perguntar.
Você sabe a resposta.
Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem.
Você é o que é e simplesmente existe.
Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.
Uma folhinha da relva é tão necessária quanto à maior das estrelas.
Simplesmente olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Autor desconhecido
Programa exibido em 08/07/11!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Velha mal humorada
Pensamento: “Quando a vida te trouxer mil razões para chorar, mostra que tens mil e uma razões para sorrir”.
Mensagem: Velha mal humorada
Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia, todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor. Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences, elas encontraram um poema. Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas, e todas as enfermeiras queriam uma cópia da mesma. Uma delas levou uma cópia para a Irlanda. A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na edição de Natal da notícia da União para a Saúde Mental na Irlanda do Norte. Este poema, simples, mas eloqüente, também foi apresentado com slides. Então, esta velha senhora da Escócia, sem posses materiais para deixar ao mundo, é a autora deste poema "anônimo" que circula na Internet: “A Velha Rabugenta.”
Que vêem amigas? Que vêem? Que pensam quando me olham? Uma velha rabugenta não muito inteligente de hábitos incertos, com seus olhos sonhadores fixos ao longe? A velha que cospe comida, que não responde ao tentar ser convencida de, fazer um pequeno esforço? A velha, que vocês acreditam que não se dá conta das coisas que vocês fazem e que continuamente perde a sua escova ou o sapato? A velha, que contra sua vontade, mas humildemente lhes permite a fazer o que queiram, que me banhem e me alimentem só para o dia passar mais depressa... É isso que vocês acham? É isso que vocês vêem? Se assim for, abram os olhos, amigas, porque isso que vocês vêem não sou eu! Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, tão tranqüila como me ordenaram... Sou uma menina de 10 anos, que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam. Sou uma jovenzinha de 16 anos. Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado. Sou uma noiva aos 20, que o coração salta nas lembranças, quando fiz a promessa que me uniu até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida. Sou ainda uma moça com 25 anos, que tem seus filhos, que precisam que eu os guie... Tenho um lugar seguro e feliz! Sou a mulher com 30 anos. Onde os filhos crescem rápido, e estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre... Quando tenho 40 anos meus filhos já cresceram e não estão em casa... Mas ao meu lado está meu marido que me acalente quando estou triste. Aos cinquenta, mais uma vez comigo deixam os bebês, meus netos, e de novo tenho a alegria das crianças, meus entes queridos junto a mim. Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem, meu marido está morto; e quando olho meu futuro me arrepio toda de terror. Os meus filhos se foram, e agora tem os seus próprios filhos... Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci. Agora sou uma velha. Que cruel é a natureza... A velhice é uma piada que transforma um ser humano em um alienado. O corpo murcha, os atrativos e a força desaparecem. Ali, onde uma vez teve um coração, agora há uma pedra. No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva. E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimento vivo e conhecido. Recordo os dias felizes e tristes. Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado. Penso em todos esses anos que foram ao mesmo tempo poucos, mas que passaram muito rápido, e aceito o inevitável... Que nada pode durar para sempre. Por isso, abram seus olhos e vejam. Diante de vocês não está uma velha mal-humorada... Diante de vocês estou apenas “EU...” Uma menina, mulher e senhora viva!!! E com todos os sentimentos de uma vida...
Autor desconhecido
Programa exibido em 07/07/11!
Mensagem: Velha mal humorada
Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia, todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor. Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences, elas encontraram um poema. Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas, e todas as enfermeiras queriam uma cópia da mesma. Uma delas levou uma cópia para a Irlanda. A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na edição de Natal da notícia da União para a Saúde Mental na Irlanda do Norte. Este poema, simples, mas eloqüente, também foi apresentado com slides. Então, esta velha senhora da Escócia, sem posses materiais para deixar ao mundo, é a autora deste poema "anônimo" que circula na Internet: “A Velha Rabugenta.”
Que vêem amigas? Que vêem? Que pensam quando me olham? Uma velha rabugenta não muito inteligente de hábitos incertos, com seus olhos sonhadores fixos ao longe? A velha que cospe comida, que não responde ao tentar ser convencida de, fazer um pequeno esforço? A velha, que vocês acreditam que não se dá conta das coisas que vocês fazem e que continuamente perde a sua escova ou o sapato? A velha, que contra sua vontade, mas humildemente lhes permite a fazer o que queiram, que me banhem e me alimentem só para o dia passar mais depressa... É isso que vocês acham? É isso que vocês vêem? Se assim for, abram os olhos, amigas, porque isso que vocês vêem não sou eu! Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, tão tranqüila como me ordenaram... Sou uma menina de 10 anos, que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam. Sou uma jovenzinha de 16 anos. Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado. Sou uma noiva aos 20, que o coração salta nas lembranças, quando fiz a promessa que me uniu até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida. Sou ainda uma moça com 25 anos, que tem seus filhos, que precisam que eu os guie... Tenho um lugar seguro e feliz! Sou a mulher com 30 anos. Onde os filhos crescem rápido, e estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre... Quando tenho 40 anos meus filhos já cresceram e não estão em casa... Mas ao meu lado está meu marido que me acalente quando estou triste. Aos cinquenta, mais uma vez comigo deixam os bebês, meus netos, e de novo tenho a alegria das crianças, meus entes queridos junto a mim. Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem, meu marido está morto; e quando olho meu futuro me arrepio toda de terror. Os meus filhos se foram, e agora tem os seus próprios filhos... Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci. Agora sou uma velha. Que cruel é a natureza... A velhice é uma piada que transforma um ser humano em um alienado. O corpo murcha, os atrativos e a força desaparecem. Ali, onde uma vez teve um coração, agora há uma pedra. No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva. E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimento vivo e conhecido. Recordo os dias felizes e tristes. Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado. Penso em todos esses anos que foram ao mesmo tempo poucos, mas que passaram muito rápido, e aceito o inevitável... Que nada pode durar para sempre. Por isso, abram seus olhos e vejam. Diante de vocês não está uma velha mal-humorada... Diante de vocês estou apenas “EU...” Uma menina, mulher e senhora viva!!! E com todos os sentimentos de uma vida...
Autor desconhecido
Programa exibido em 07/07/11!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Sacudindo a terra
Pensamento: "Amigos são como o vento: às vezes perto, outras longe, mas sempre presentes em nossas vidas."
Mensagem: Sacudindo a terra
Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.
Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais para nada, e também o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.
Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo.
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante, pois ela pode ser a solução, não o problema.
Autor desconhecido
Programa exibido em 05/07/11!
Mensagem: Sacudindo a terra
Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.
Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais para nada, e também o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.
Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo.
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante, pois ela pode ser a solução, não o problema.
Autor desconhecido
Programa exibido em 05/07/11!
terça-feira, 5 de julho de 2011
PONTO NEGRO
Pensamento: "Você não pode parar as ondas, mas você pode aprender a surfar." Autor Desconhecido
Mensagem: PONTO NEGRO
Certo dia, um professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago. Todos se sentiram assustados com o teste que viria.
O professor entregou, então, a folha com a prova virada para baixo, como era de costume... Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor, analisando a expressão surpresa de todos, disse:
- Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram a difícil tarefa. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro tentando dar explicações por sua presença no centro da folha. Após ler todas, a sala em silêncio, o professor disse:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de aprendizado para todos nós. Ninguém falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente de DEUS, dado a cada um de nós com extremo carinho e cuidado. Temos motivos pra comemorar sempre.
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá sustento, os milagres que diariamente presenciamos.
No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro.
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil e a decepção com um familiar, a decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos comparados com tudo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso. Tire os olhos dos pontos negros da sua vida. Aproveite cada bênção, cada momento que Deus lhe dá. Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer. Tenha essa certeza disso, tranqüilize-se e seja feliz!
Autor desconhecido
Programa exibido em 04/07/11!
Mensagem: PONTO NEGRO
Certo dia, um professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago. Todos se sentiram assustados com o teste que viria.
O professor entregou, então, a folha com a prova virada para baixo, como era de costume... Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor, analisando a expressão surpresa de todos, disse:
- Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram a difícil tarefa. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro tentando dar explicações por sua presença no centro da folha. Após ler todas, a sala em silêncio, o professor disse:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de aprendizado para todos nós. Ninguém falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente de DEUS, dado a cada um de nós com extremo carinho e cuidado. Temos motivos pra comemorar sempre.
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá sustento, os milagres que diariamente presenciamos.
No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro.
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil e a decepção com um familiar, a decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos comparados com tudo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso. Tire os olhos dos pontos negros da sua vida. Aproveite cada bênção, cada momento que Deus lhe dá. Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer. Tenha essa certeza disso, tranqüilize-se e seja feliz!
Autor desconhecido
Programa exibido em 04/07/11!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Um grande cavalheiro
Pensamento: “Nem tudo é desafio, nem tudo é simples, mas tudo é a vida!” Desconhecido
Mensagem: Um grande cavalheiro
Houve um grande reboliço em Madrigueira do Claro, uma cidade habitada por coelhos. Um grande cavalheiro viria morar ali. Ao que parecia, era muito rico e famoso em todo o mundo!
Finalmente, numa manhã de primavera, chegou à cidade o novo vizinho. Todos ficaram admirados de seu traje elegante e da distinção de seus gestos. Na verdade era um grande cavalheiro!
Durante algum tempo, trataram o recém-chegado como um rei.
Ele deixava-se adorar, sem falar mais do que o necessário.
Foi então que aconteceu uma catástrofe. As chuvas intensas tinham causado uma inundação que prejudicara algumas tocas. Organizou-se, então, uma coleta de donativos entre os habitantes. Todos deram a sua contribuição, exceto o "grande cavalheiro", que se negou a doar um único centavo.
A decepção foi enorme entre os vizinhos da aldeia. A partir daquele dia, o rico avarento foi tratado com a maior indiferença. Deixaram-no em tal isolamento, que ele resolveu ir embora.
Começou a afastar-se dali, enquanto os vizinhos estavam reunidos em um prado próximo, para tratar dos assuntos da comunidade. Então, o cavalheiro percebeu que estava saindo fumaça de várias tocas. A cidade estava em chamas!
Rápido como um relâmpago, ele interveio. Conseguiu apagar o fogo em meia hora. Quando souberam da notícia, os vizinhos ficaram muito agradecidos. Mais ainda: quando ouviram as confissões daquele que pensavam ser um grande cavalheiro, concederam-lhe o seu perdão.
Na verdade, ele não era rico. Tinha-se feito passar por uma pessoa de posses para assegurar a amizade de todos. A boa ação que ele praticou é que lhe valeu uma amizade sincera e o reconhecimento dos moradores daquela cidade.
Autor desconhecido
Programa exibido em 16/06/11!
Mensagem: Um grande cavalheiro
Houve um grande reboliço em Madrigueira do Claro, uma cidade habitada por coelhos. Um grande cavalheiro viria morar ali. Ao que parecia, era muito rico e famoso em todo o mundo!
Finalmente, numa manhã de primavera, chegou à cidade o novo vizinho. Todos ficaram admirados de seu traje elegante e da distinção de seus gestos. Na verdade era um grande cavalheiro!
Durante algum tempo, trataram o recém-chegado como um rei.
Ele deixava-se adorar, sem falar mais do que o necessário.
Foi então que aconteceu uma catástrofe. As chuvas intensas tinham causado uma inundação que prejudicara algumas tocas. Organizou-se, então, uma coleta de donativos entre os habitantes. Todos deram a sua contribuição, exceto o "grande cavalheiro", que se negou a doar um único centavo.
A decepção foi enorme entre os vizinhos da aldeia. A partir daquele dia, o rico avarento foi tratado com a maior indiferença. Deixaram-no em tal isolamento, que ele resolveu ir embora.
Começou a afastar-se dali, enquanto os vizinhos estavam reunidos em um prado próximo, para tratar dos assuntos da comunidade. Então, o cavalheiro percebeu que estava saindo fumaça de várias tocas. A cidade estava em chamas!
Rápido como um relâmpago, ele interveio. Conseguiu apagar o fogo em meia hora. Quando souberam da notícia, os vizinhos ficaram muito agradecidos. Mais ainda: quando ouviram as confissões daquele que pensavam ser um grande cavalheiro, concederam-lhe o seu perdão.
Na verdade, ele não era rico. Tinha-se feito passar por uma pessoa de posses para assegurar a amizade de todos. A boa ação que ele praticou é que lhe valeu uma amizade sincera e o reconhecimento dos moradores daquela cidade.
Autor desconhecido
Programa exibido em 16/06/11!
terça-feira, 21 de junho de 2011
A FLOR QUE AMAVA O MAR
Pensamento:“Nossa vida chega ao fim quando paramos de dizer as coisas importantes.” Martin L. King
Mensagem: A FLOR QUE AMAVA O MAR
Havia uma flor à beira de um rio que se apaixonou pelo mar.
Talvez por ouvir o sussurro das águas do rio, que corriam ansiosas para desembocarem na sua imensidão, passou a amar profundamente aquele ser conhecido apenas pelo ouvir falar do vento e dos pássaros. Apaixonou-se por alguém que nunca viu, mas sempre quis estar junto; de longe ouvia o canto ritmado das ondas e imaginava-se naqueles braços, numa dança contínua da qual só os que têm em si muito amor sabem o ir e vir.
Sonhava com o dia em que pudesse estar envolvida por aquele tão admirado e imenso ser.
E sentiria suas pétalas acarinhadas por alguém que, certamente, lhe saberia a alma de flor delicada. Tanto sonhou e pediu que, um pássaro sensibilizado, mesmo avisando-lhe do risco que corria, atendeu seu pedido de cortar-lhe a haste. Seguindo o rio e deixando-se levar pela correnteza, iria ao encontro de seu querido e a ele juntar-se-ia para sempre. Caindo no rio, sentiu de imediato seu corpo gelar naquelas águas rudes e fortes que a arrastavam rapidamente. A princípio, gostou daquela velocidade com que ia ao seu destino. Depois sentiu a primeira mordida de um peixe que lhe amputou parte de uma pétala; começou, então, seu caminho de sofrimento. Troncos no meio do caminho insistiam em lhe obstruir a passagem e, cega, sendo levada pela força da água, batia contra pedras que iam lhe dilacerando e tirando sua beleza de flor. Enormes cachoeiras traziam quedas violentas. Medo vencido por uma determinação de quem sabe o que quer. Mesmo quase desmaiada e toda machucada, levava consigo o alento de ir encontrar com seu amor. Todas as dores do mundo não se comparavam à felicidade de realizar o seu sonho. Tudo vale à pena quando se ama.
Até que, muitos dias depois, totalmente deformada e quase inconsciente, viu chegado o momento com o qual sonhou. As águas do rio encontravam-se com o mar com tanto ímpeto que, no encontro, ela foi arremessada para cima. Naquele exato instante, olhou para o céu e agradeceu a Deus por haver chegado a quem tanto amou. E seus pedaços boiaram inertes sobre aquelas águas que, minutos depois, sequer lembrariam daquela pequenina criatura – um dia tão linda – Flor.
Poucos, além dos pássaros e do vento, souberam da flor, mas ela realizou seu sonho. Conheceu o mar!
Na vida, não podemos reclamar dos caminhos que escolhemos.
Qualquer caminho é uma opção nossa. Até mesmo morrer de amor.
Texto de Paulo Moreira
Programa exibido em 20/06/11!
Mensagem: A FLOR QUE AMAVA O MAR
Havia uma flor à beira de um rio que se apaixonou pelo mar.
Talvez por ouvir o sussurro das águas do rio, que corriam ansiosas para desembocarem na sua imensidão, passou a amar profundamente aquele ser conhecido apenas pelo ouvir falar do vento e dos pássaros. Apaixonou-se por alguém que nunca viu, mas sempre quis estar junto; de longe ouvia o canto ritmado das ondas e imaginava-se naqueles braços, numa dança contínua da qual só os que têm em si muito amor sabem o ir e vir.
Sonhava com o dia em que pudesse estar envolvida por aquele tão admirado e imenso ser.
E sentiria suas pétalas acarinhadas por alguém que, certamente, lhe saberia a alma de flor delicada. Tanto sonhou e pediu que, um pássaro sensibilizado, mesmo avisando-lhe do risco que corria, atendeu seu pedido de cortar-lhe a haste. Seguindo o rio e deixando-se levar pela correnteza, iria ao encontro de seu querido e a ele juntar-se-ia para sempre. Caindo no rio, sentiu de imediato seu corpo gelar naquelas águas rudes e fortes que a arrastavam rapidamente. A princípio, gostou daquela velocidade com que ia ao seu destino. Depois sentiu a primeira mordida de um peixe que lhe amputou parte de uma pétala; começou, então, seu caminho de sofrimento. Troncos no meio do caminho insistiam em lhe obstruir a passagem e, cega, sendo levada pela força da água, batia contra pedras que iam lhe dilacerando e tirando sua beleza de flor. Enormes cachoeiras traziam quedas violentas. Medo vencido por uma determinação de quem sabe o que quer. Mesmo quase desmaiada e toda machucada, levava consigo o alento de ir encontrar com seu amor. Todas as dores do mundo não se comparavam à felicidade de realizar o seu sonho. Tudo vale à pena quando se ama.
Até que, muitos dias depois, totalmente deformada e quase inconsciente, viu chegado o momento com o qual sonhou. As águas do rio encontravam-se com o mar com tanto ímpeto que, no encontro, ela foi arremessada para cima. Naquele exato instante, olhou para o céu e agradeceu a Deus por haver chegado a quem tanto amou. E seus pedaços boiaram inertes sobre aquelas águas que, minutos depois, sequer lembrariam daquela pequenina criatura – um dia tão linda – Flor.
Poucos, além dos pássaros e do vento, souberam da flor, mas ela realizou seu sonho. Conheceu o mar!
Na vida, não podemos reclamar dos caminhos que escolhemos.
Qualquer caminho é uma opção nossa. Até mesmo morrer de amor.
Texto de Paulo Moreira
Programa exibido em 20/06/11!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
"O Cavalinho e a Borboleta"
O Cavalinho e a Borboleta" é uma história de Silvana Duboc a quem eu vos convido a ler e reflectir! Uma história com uma mensagem de vida, amor e amizade! Um pouco extensa, mas garanto-vos que vale a pena guardar uns minutos para a ler.
Esta mensagem marcou a minha vida.
"Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem.
Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.
Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou.
Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
— Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
— Ah, é você então o famoso cavalinho?
— Famoso, eu?
— É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
— É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
— Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
— Morreu? Como foi isso?
— Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice. Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
— Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
— E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
— Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."
..............
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso."
Programa exibido em 07/06/11!
Esta mensagem marcou a minha vida.
"Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem.
Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.
Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou.
Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
— Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
— Ah, é você então o famoso cavalinho?
— Famoso, eu?
— É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
— É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
— Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
— Morreu? Como foi isso?
— Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice. Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
— Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
— E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
— Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."
..............
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso."
Programa exibido em 07/06/11!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
QUEM NÃO SABE PERDER, PERDE SEMPRE
Pensamento: “Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.”
Mensagem: QUEM NÃO SABE PERDER, PERDE SEMPRE
Ninguém é obrigado a fazer o que queremos.
Nem sempre as coisas são como queremos e idealizamos, e é bom que isso seja assim, pois nem sempre o que queremos é o melhor para nós. Toda existência humana é marcada pela “condição de contradição”, ou seja, pela fraqueza, pecado e, conseqüentemente, pela queda.
Perder faz parte da vida e aceitar a própria condição limitada é sinal de sabedoria. É horrível conviver com alguém que crê ser absoluto e acredita que todos têm o dever de satisfazer suas vontades.
Há muitos pais que estragam seus filhos, porque não lhes ensinam que o “não” também faz crescer, e que a queda pode também ensinar. Há filhos que não aprendem, em casa, que na vida nós também perdemos.
Precisamos aprender a lidar com nossos fracassos. Muitos não suportam os fracassos próprios da vida, porque foram educados somente para ganhar.
Para superarmos as quedas impostas pela vida precisamos ter a humildade de saber perder.
As pessoas não são obrigadas a ser e a fazer o que queremos; elas não são obrigadas a corresponder às nossas expectativas.
A maturidade se expressa quando o coração consegue deixar livre um outro coração que não quis pertencer a ele nem corresponder a seus desejos.
O fato de sermos contrariados é uma experiência que nos faz mais fortes, pois, compreendemos que nossa maneira de pensar não é a única nem a melhor, e que não estamos sempre certos. Precisamos saber perder e sair de cena quando erramos, quando não estamos com a razão.
Perfeição cristã não significa ausência de erro, mas capacidade de perdoar e recomeçar sempre. Não temos a obrigação de acertar sempre, mas temos sim o dever de aprender com nossos erros. Quem não sabe perder perde sempre, pois acaba sendo humilhado pelo fato de não aceitar a própria fraqueza; querendo, assim, ser o que não é e fazer o que ainda não é capaz.
Quem não sabe perder busca sempre levar vantagem sobre tudo e todos, tornando-se alguém insuportável e arrogante.
A humildade é escola da virtude, e grandeza é aceitar com ternura aquilo que se é.
A vida não diz sempre “sim”, e a alma se torna grande quando é capaz de sorrir também diante do “não”. Aceitar que nem todos nos amam e que não somos bons e nem os melhores em tudo, são expressões de um coração que compreendeu verdadeiramente o que significa “viver bem”. A derrota é sempre uma possibilidade de recomeço e crescimento para quem sabe bem aproveitá-la. Que esta não seja para nós motivo de paralisia, mas um trampolim a nos lançar nos braços da vitória.
Programa exibido em 24/05/11!
Mensagem: QUEM NÃO SABE PERDER, PERDE SEMPRE
Ninguém é obrigado a fazer o que queremos.
Nem sempre as coisas são como queremos e idealizamos, e é bom que isso seja assim, pois nem sempre o que queremos é o melhor para nós. Toda existência humana é marcada pela “condição de contradição”, ou seja, pela fraqueza, pecado e, conseqüentemente, pela queda.
Perder faz parte da vida e aceitar a própria condição limitada é sinal de sabedoria. É horrível conviver com alguém que crê ser absoluto e acredita que todos têm o dever de satisfazer suas vontades.
Há muitos pais que estragam seus filhos, porque não lhes ensinam que o “não” também faz crescer, e que a queda pode também ensinar. Há filhos que não aprendem, em casa, que na vida nós também perdemos.
Precisamos aprender a lidar com nossos fracassos. Muitos não suportam os fracassos próprios da vida, porque foram educados somente para ganhar.
Para superarmos as quedas impostas pela vida precisamos ter a humildade de saber perder.
As pessoas não são obrigadas a ser e a fazer o que queremos; elas não são obrigadas a corresponder às nossas expectativas.
A maturidade se expressa quando o coração consegue deixar livre um outro coração que não quis pertencer a ele nem corresponder a seus desejos.
O fato de sermos contrariados é uma experiência que nos faz mais fortes, pois, compreendemos que nossa maneira de pensar não é a única nem a melhor, e que não estamos sempre certos. Precisamos saber perder e sair de cena quando erramos, quando não estamos com a razão.
Perfeição cristã não significa ausência de erro, mas capacidade de perdoar e recomeçar sempre. Não temos a obrigação de acertar sempre, mas temos sim o dever de aprender com nossos erros. Quem não sabe perder perde sempre, pois acaba sendo humilhado pelo fato de não aceitar a própria fraqueza; querendo, assim, ser o que não é e fazer o que ainda não é capaz.
Quem não sabe perder busca sempre levar vantagem sobre tudo e todos, tornando-se alguém insuportável e arrogante.
A humildade é escola da virtude, e grandeza é aceitar com ternura aquilo que se é.
A vida não diz sempre “sim”, e a alma se torna grande quando é capaz de sorrir também diante do “não”. Aceitar que nem todos nos amam e que não somos bons e nem os melhores em tudo, são expressões de um coração que compreendeu verdadeiramente o que significa “viver bem”. A derrota é sempre uma possibilidade de recomeço e crescimento para quem sabe bem aproveitá-la. Que esta não seja para nós motivo de paralisia, mas um trampolim a nos lançar nos braços da vitória.
Programa exibido em 24/05/11!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Sentir Deus
O jovem professor entrou na sala de aula e encontrou seus pequenos alunos debatendo, calorosamente, sobre Deus.
Como poderiam acreditar que Deus existe se não conseguiam vê-lo, nem tocá-lo?
Percebendo o nível da discussão filosófica das crianças, o professor pediu licença e propôs a eles uma experiência.
Colocou sobre a mesa dois copos transparentes com água e perguntou se eles podiam notar algo de diferente entre um e outro.
Os pequenos responderam, em uma só voz: "nenhuma diferença. Ambos contem água limpa."
Então o jovem deu a cada um deles uma colher, pedindo-lhes que provassem um pouco do conteúdo de cada copo.
Quando todos haviam experimentado tornou a perguntar: "e então, ainda afirmam que são iguais?"
E a resposta foi outra: "não, num dos copos a água é doce, no outro não é".
Aí o jovem educador disse: "acontece o mesmo com relação a Deus. Para perceber a sua existência é preciso experimentá-lo."
Não podemos vê-lo nem tocá-lo, mas podemos senti-lo.
E percebendo que a classe estava curiosa para saber mais a respeito dessas questões, o professor continuou com seus argumentos.
Deus não pode ser tocado com as mãos, nem medido com fita métrica, pesado na balança, ou visto com os olhos físicos.
Mas podemos sentir Deus ao tocar as pétalas de uma flor, sua textura aveludada, seu perfume, sua coloração única...
Não podemos medir Deus, mas podemos perceber sua presença nas manhãs claras e belas e nos pequenos seres que contemplam a natureza...
Não podemos pesar Deus, mas podemos perceber sua força geradora nas estrelas , galáxias no espaço sem fim e no impulso das ondas que agitam os oceanos.
Não conseguimos ver Deus com os olhos, mas podemos senti-lo na dança das estações... nas múltiplas expressões do bem e do belo, do amor ao próximo e da chama de esperança que vibra na alma de cada filho seu.
Deus é invisível, mas sua presença é evidente nas várias expressões do dinamismo da vida: No sangue que corre em nossas veias... No pulsar do nosso coração...
No Sol que dardeja ouro sobre a terra, possibilitando a vida...
Na Lua, satélite silencioso e solitário, que vigia o planeta durante as noites...
Na chuva, que cai de mansinho acordando as sementes que dormem sob o solo generoso...
Enfim... em tudo está Deus – E Deus está em todo o lugar...
Basta perceber ...
Programa exibido dia: 23/05/2011
Como poderiam acreditar que Deus existe se não conseguiam vê-lo, nem tocá-lo?
Percebendo o nível da discussão filosófica das crianças, o professor pediu licença e propôs a eles uma experiência.
Colocou sobre a mesa dois copos transparentes com água e perguntou se eles podiam notar algo de diferente entre um e outro.
Os pequenos responderam, em uma só voz: "nenhuma diferença. Ambos contem água limpa."
Então o jovem deu a cada um deles uma colher, pedindo-lhes que provassem um pouco do conteúdo de cada copo.
Quando todos haviam experimentado tornou a perguntar: "e então, ainda afirmam que são iguais?"
E a resposta foi outra: "não, num dos copos a água é doce, no outro não é".
Aí o jovem educador disse: "acontece o mesmo com relação a Deus. Para perceber a sua existência é preciso experimentá-lo."
Não podemos vê-lo nem tocá-lo, mas podemos senti-lo.
E percebendo que a classe estava curiosa para saber mais a respeito dessas questões, o professor continuou com seus argumentos.
Deus não pode ser tocado com as mãos, nem medido com fita métrica, pesado na balança, ou visto com os olhos físicos.
Mas podemos sentir Deus ao tocar as pétalas de uma flor, sua textura aveludada, seu perfume, sua coloração única...
Não podemos medir Deus, mas podemos perceber sua presença nas manhãs claras e belas e nos pequenos seres que contemplam a natureza...
Não podemos pesar Deus, mas podemos perceber sua força geradora nas estrelas , galáxias no espaço sem fim e no impulso das ondas que agitam os oceanos.
Não conseguimos ver Deus com os olhos, mas podemos senti-lo na dança das estações... nas múltiplas expressões do bem e do belo, do amor ao próximo e da chama de esperança que vibra na alma de cada filho seu.
Deus é invisível, mas sua presença é evidente nas várias expressões do dinamismo da vida: No sangue que corre em nossas veias... No pulsar do nosso coração...
No Sol que dardeja ouro sobre a terra, possibilitando a vida...
Na Lua, satélite silencioso e solitário, que vigia o planeta durante as noites...
Na chuva, que cai de mansinho acordando as sementes que dormem sob o solo generoso...
Enfim... em tudo está Deus – E Deus está em todo o lugar...
Basta perceber ...
Programa exibido dia: 23/05/2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
QUEM É AMIGO E TEM AMIGOS VAI PERCEBER!
Pensamento: "Não encontre um defeito, encontre uma solução." (Henry Ford)
Mensagem: QUEM É AMIGO E TEM AMIGOS VAI PERCEBER!
Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro.
O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:
“Hoje, o meu melhor amigo deu-me uma bofetada no rosto.”
Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho.
O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu na pedra:
“Hoje, o meu melhor amigo salvou a minha vida.”
O outro amigo perguntou:
- Por que é que, depois que te magoei, escreveste na areia e agora, escreves na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever onde o vento do esquecimento e o perdão se encarreguem de apagar a lembrança.
Por outro, quando nos acontece algo bom e grandioso, devemos gravar isso na pedra da memória do coração onde vento nenhum em todo o mundo jamais o poderá apagar.
Programa exibido em 19/05/11!
Mensagem: QUEM É AMIGO E TEM AMIGOS VAI PERCEBER!
Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro.
O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:
“Hoje, o meu melhor amigo deu-me uma bofetada no rosto.”
Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho.
O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu na pedra:
“Hoje, o meu melhor amigo salvou a minha vida.”
O outro amigo perguntou:
- Por que é que, depois que te magoei, escreveste na areia e agora, escreves na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever onde o vento do esquecimento e o perdão se encarreguem de apagar a lembrança.
Por outro, quando nos acontece algo bom e grandioso, devemos gravar isso na pedra da memória do coração onde vento nenhum em todo o mundo jamais o poderá apagar.
Programa exibido em 19/05/11!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
UM GRANDE CORAÇÃO
Mensagem: UM GRANDE CORAÇÃO
Como demonstrar amor ao próximo?
Às vezes, marcamos uma data e vamos visitar um asilo.
Preocupamo-nos em levar coisas para os idosos: doces, frutas, guloseimas.
E vamos distribuindo, de mão em mão, meio às pressas.
De outras vezes, deixamos de ir porque dizemos não ter dinheiro para comprar algo para levar.
Como chegar de mãos vazias?
Nem pensamos que, para aquelas pessoas solitárias quase sempre esquecidas pelos familiares, o mais importante é alguém se dar.
Isto significa segurar suas mãos, levar uma tesourinha e cortar suas unhas e lixá-las.
Pegar um pente e escova e fazer um penteado diferente.
Amar o próximo é servi-lo onde se encontra, na circunstância que se apresente.
Ceder o lugar no ônibus é sinal de urbanidade.
Mas, convidar o idoso, deficiente ou a mãe com o bebê ao colo a se sentar, com um sorriso nos lábios e uma frase sugestiva, como:
"sente-se aqui. "Ficará mais confortável"... é amor ao próximo.
Amar ao próximo é fazer a alegria de alguém, por mais insignificante que ela possa parecer.
É ter olhos de ver a necessidade embutida nos olhos tristes.
É ter ouvidos de ouvir os soluços afogados na garganta e os pedidos jamais expressos.
Amar ao próximo é simplesmente ter a capacidade de olhar um pouco além de si mesmo.
Programa exibido em 18/05/11!
Como demonstrar amor ao próximo?
Às vezes, marcamos uma data e vamos visitar um asilo.
Preocupamo-nos em levar coisas para os idosos: doces, frutas, guloseimas.
E vamos distribuindo, de mão em mão, meio às pressas.
De outras vezes, deixamos de ir porque dizemos não ter dinheiro para comprar algo para levar.
Como chegar de mãos vazias?
Nem pensamos que, para aquelas pessoas solitárias quase sempre esquecidas pelos familiares, o mais importante é alguém se dar.
Isto significa segurar suas mãos, levar uma tesourinha e cortar suas unhas e lixá-las.
Pegar um pente e escova e fazer um penteado diferente.
Amar o próximo é servi-lo onde se encontra, na circunstância que se apresente.
Ceder o lugar no ônibus é sinal de urbanidade.
Mas, convidar o idoso, deficiente ou a mãe com o bebê ao colo a se sentar, com um sorriso nos lábios e uma frase sugestiva, como:
"sente-se aqui. "Ficará mais confortável"... é amor ao próximo.
Amar ao próximo é fazer a alegria de alguém, por mais insignificante que ela possa parecer.
É ter olhos de ver a necessidade embutida nos olhos tristes.
É ter ouvidos de ouvir os soluços afogados na garganta e os pedidos jamais expressos.
Amar ao próximo é simplesmente ter a capacidade de olhar um pouco além de si mesmo.
Programa exibido em 18/05/11!
terça-feira, 17 de maio de 2011
SE AMAR FOSSE FÁCIL...
Pensamento: “Você deve ser a própria mudança que deseja ver no mundo"
Mensagem: SE AMAR FOSSE FÁCIL...
Se amar fosse fácil não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.
Se amar fosse fácil não haveria tanta fome, nem tantas guerras e nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém, nem haveria orfanatos porque as famílias serenas adotariam mais filhos.
Se amar fosse fácil não haveria esposas mal amadas e nunca ninguém negaria o que jurou num altar, nem haveria divórcio e nem desquite, jamais...
Se amar fosse fácil não haveria assaltantes, as mulheres gestantes não tirariam seu feto e nem haveria assassinos...
Mas o amor é um sentimento que depende de um "eu quero", seguido de um
"eu espero"...
Mas a vontade é rebelde, o homem, um egoísta que maximiza seu "eu",
por isso, o amor é difícil.
Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar.
E, quando morreu amando deu a suprema lição...
Não se ama por ser fácil, ama-se porque é preciso!
Programa exibido em 16/05/11!
Mensagem: SE AMAR FOSSE FÁCIL...
Se amar fosse fácil não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.
Se amar fosse fácil não haveria tanta fome, nem tantas guerras e nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém, nem haveria orfanatos porque as famílias serenas adotariam mais filhos.
Se amar fosse fácil não haveria esposas mal amadas e nunca ninguém negaria o que jurou num altar, nem haveria divórcio e nem desquite, jamais...
Se amar fosse fácil não haveria assaltantes, as mulheres gestantes não tirariam seu feto e nem haveria assassinos...
Mas o amor é um sentimento que depende de um "eu quero", seguido de um
"eu espero"...
Mas a vontade é rebelde, o homem, um egoísta que maximiza seu "eu",
por isso, o amor é difícil.
Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar.
E, quando morreu amando deu a suprema lição...
Não se ama por ser fácil, ama-se porque é preciso!
Programa exibido em 16/05/11!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
O URSO E O ZOOLÓGICO
Pensamento: “Os defeitos dos outros não devem nos incomodar, mas sim nos ensinar.” Desconhecido
Mensagem: O URSO E O ZOOLÓGICO
Diz a lenda que o zoológico de Denver estava muito interessado em adquirir um urso polar. O diretor do zoológico naquela época, um velho senhor de cabelos grisalhos e grandes barbas brancas, tinha uma queda por ursos polares. Ele sempre admirou os corpos grandes e musculosos desses ursos, e respeitava a inteligência primordial que ele sentia demonstrarem em seus movimentos lentos mas elegantes e pelo que ele via em seus olhos penetrantes. Acima de tudo, entretanto, ele gostava de sua longa e densa pele de puro branco, que o lembravam das madeixas que adornavam seu próprio rosto. Por causa desta especial afinidade que ele sentia pelos ursos, o diretor decidiu que os ursos polares do Zoológico de Denver deveriam ter as maiores e mais naturalísticas jaulas dentre todos os animais do zôo. Assim ele pôs seus projetistas, engenheiros e operários para trabalhar na construção de um cercado tão grande e naturalístico em sua representação do esplendor da região ártica, que iria superar em arte e valor as jaulas de qualquer um dos maiores e mais famosos zoológicos do mundo.
A construção do cercado do urso polar andava pela metade, quando foi oferecido ao diretor um bom negócio de um dos mais bonitos ursos polares que até então tinha se visto. De fato, ao inspecionar o animal, o diretor quase achou que fitava um espelho, quando olhou dentro dos olhos do bruto e este, balançando para frente e para trás, devolveu o olhar fixo do diretor.
Como bons negócios com ursos polares não aparecem todo dia, o diretor decidiu ir em frente e comprar o urso, mesmo com o cercado apenas parcialmente construído. O urso foi sedado e quando acordou estava em uma pequena jaula feita com grossas barras de metal, colocada bem no meio do gigantesco cercado naturalístico ainda em obras. Ele permaneceria na jaula menor até que a estrutura maior estivesse pronta.
O pequeno cercado era grande apenas o suficiente para que o urso polar desse quatro passos de bom tamanho antes de dar de cara com as frias barras de metal. Nada mais tendo a fazer enquanto residia na pequena jaula, o urso logo desenvolveu um hábito de caminhar pelo minúsculo ambiente. Ele dava quatro passos em uma direção, empinava sobre as patas traseiras para lentamente girar 180 graus, com uma convicção de que somente ursos polares são capazes, para dar quatro passos na direção oposta antes de empinar lentamente, levantar as patas dianteiras e fazer a volta. Durante todo o dia o urso caminhava vagarosamente para frente e para trás na sua jaula, atentamente observando os operários que trabalhavam no imenso cercado em volta.
Finalmente, após meses de trabalho duro, os operários do zoológico terminaram a nova casa do urso polar. O urso foi novamente sedado e a pequena jaula de metal que foi o mundo do urso por tantos meses foi removida. Uma multidão de visitantes, juntamente com todos os funcionários e operários do zoológico e, é claro, o orgulhoso diretor, se amontoaram ao redor do cercado e ansiosamente esperaram para ver como o urso se sairia no seu novo e magnífico ambiente. O urso polar acordou, cautelosamente apoiou-se nos pés e sacudiu da cabeça os restos do sono induzido pela droga sedativa. O diretor quase podia sentir a excitação que certamente estava sendo construída no peito do urso enquanto se preparava para explorar seu belo ambiente natural. Ele ansiosamente assistiu ao urso dar quatro lentos, mas resolutos passos antes de empinar, patas dianteiras ao ar, e se virar para dar quatro passos na outra direção, empinando novamente enquanto se virava e caminhava sobre seus primeiros passos e empinava...
Autor: Robert B. Dilts e outros
Programa exibido em 11/05/11!
Mensagem: O URSO E O ZOOLÓGICO
Diz a lenda que o zoológico de Denver estava muito interessado em adquirir um urso polar. O diretor do zoológico naquela época, um velho senhor de cabelos grisalhos e grandes barbas brancas, tinha uma queda por ursos polares. Ele sempre admirou os corpos grandes e musculosos desses ursos, e respeitava a inteligência primordial que ele sentia demonstrarem em seus movimentos lentos mas elegantes e pelo que ele via em seus olhos penetrantes. Acima de tudo, entretanto, ele gostava de sua longa e densa pele de puro branco, que o lembravam das madeixas que adornavam seu próprio rosto. Por causa desta especial afinidade que ele sentia pelos ursos, o diretor decidiu que os ursos polares do Zoológico de Denver deveriam ter as maiores e mais naturalísticas jaulas dentre todos os animais do zôo. Assim ele pôs seus projetistas, engenheiros e operários para trabalhar na construção de um cercado tão grande e naturalístico em sua representação do esplendor da região ártica, que iria superar em arte e valor as jaulas de qualquer um dos maiores e mais famosos zoológicos do mundo.
A construção do cercado do urso polar andava pela metade, quando foi oferecido ao diretor um bom negócio de um dos mais bonitos ursos polares que até então tinha se visto. De fato, ao inspecionar o animal, o diretor quase achou que fitava um espelho, quando olhou dentro dos olhos do bruto e este, balançando para frente e para trás, devolveu o olhar fixo do diretor.
Como bons negócios com ursos polares não aparecem todo dia, o diretor decidiu ir em frente e comprar o urso, mesmo com o cercado apenas parcialmente construído. O urso foi sedado e quando acordou estava em uma pequena jaula feita com grossas barras de metal, colocada bem no meio do gigantesco cercado naturalístico ainda em obras. Ele permaneceria na jaula menor até que a estrutura maior estivesse pronta.
O pequeno cercado era grande apenas o suficiente para que o urso polar desse quatro passos de bom tamanho antes de dar de cara com as frias barras de metal. Nada mais tendo a fazer enquanto residia na pequena jaula, o urso logo desenvolveu um hábito de caminhar pelo minúsculo ambiente. Ele dava quatro passos em uma direção, empinava sobre as patas traseiras para lentamente girar 180 graus, com uma convicção de que somente ursos polares são capazes, para dar quatro passos na direção oposta antes de empinar lentamente, levantar as patas dianteiras e fazer a volta. Durante todo o dia o urso caminhava vagarosamente para frente e para trás na sua jaula, atentamente observando os operários que trabalhavam no imenso cercado em volta.
Finalmente, após meses de trabalho duro, os operários do zoológico terminaram a nova casa do urso polar. O urso foi novamente sedado e a pequena jaula de metal que foi o mundo do urso por tantos meses foi removida. Uma multidão de visitantes, juntamente com todos os funcionários e operários do zoológico e, é claro, o orgulhoso diretor, se amontoaram ao redor do cercado e ansiosamente esperaram para ver como o urso se sairia no seu novo e magnífico ambiente. O urso polar acordou, cautelosamente apoiou-se nos pés e sacudiu da cabeça os restos do sono induzido pela droga sedativa. O diretor quase podia sentir a excitação que certamente estava sendo construída no peito do urso enquanto se preparava para explorar seu belo ambiente natural. Ele ansiosamente assistiu ao urso dar quatro lentos, mas resolutos passos antes de empinar, patas dianteiras ao ar, e se virar para dar quatro passos na outra direção, empinando novamente enquanto se virava e caminhava sobre seus primeiros passos e empinava...
Autor: Robert B. Dilts e outros
Programa exibido em 11/05/11!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
EU ENVELHECI!
Pensamento: "Os anos enrugam a pele, mas renunciar ao entusiasmo faz enrugar a alma."
Albert Schweitzer
Mensagem: EU ENVELHECI
Um dia desses uma jovem me perguntou como eu me sentia sobre ser velha. Levei um susto, porque eu não me vejo como uma velha. Ao notar minha reação, a garota ficou embaraçada, mas eu expliquei que era uma pergunta interessante, que pensaria a respeito e depois voltaria a falar com ela.
Pensei e concluí: a velhice é um presente. Eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser. Oh, não meu corpo! Fico incrédula muitas vezes ao me examinar, ver as rugas, a flacidez da pele, os pneus rodeando o meu abdome, através das grossas lentes dos meus óculos. E constantemente examino essa pessoa velha que vive em meu espelho e que se parece demais com minha mãe, mas não sofro muito com isso.
Não trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, e o carinho de minha família por menos cabelo branco.
Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais condescendente comigo mesma, menos crítica das minhas atitudes. Tornei-me amiga de mim mesma. Não fico me censurando se quero comer um bolinho-de-chuva a mais, ou se tenho preguiça de arrumar minha cama, ou se compro um anãozinho de cimento que não necessito, mas que ficou tão lindo no meu jardim. Conquistei o direito de matar minhas vontades, de ser bagunceira, de ser extravagante.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar paciência no computador até às 4 da manhã e depois só acordar ao meio-dia?
Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos das décadas de 50, 60, 70 e se, de repente, chorar lembrando de alguma paixão daquela época, posso chorar mesmo!
Andarei pela praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulharei nas ondas e darei pulinhos se quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros. Eles, também, se conseguirem, envelhecerão.
Sei que ando esquecendo muita coisa, o que é bom para se poder perdoar. Mas, pensando bem, há muitos fatos na vida que merecem ser esquecidos. E das coisas importantes, eu me recordo freqüentemente.
Certo, ao longo dos anos meu coração sofreu muito. Como não sofrer se você perde um grande amor, ou quando uma criança sofre, ou quando um animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão a força, a compreensão e nos ensinam a compaixão.
Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser forte, apesar de imperfeito.
Sou abençoada por ter vivido o suficiente para ver meu cabelo embranquecer e ainda querer tingi-los ao meu bel prazer, e por ter os risos da juventude e da maturidade gravados para sempre em marcas profundas em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes que seus cabelos pudessem ficar prateados.
Conforme envelhecemos, fica mais fácil ser positivo. E ligar menos para o que os outros pensam. Eu não me questiono mais.
Conquistei o direito de estar errada e não ter que dar explicações.
Assim, respondendo à pergunta daquela jovem graciosa, posso afirmar:
- "Eu gosto de ser velha". Libertei-me! Gosto da pessoa que me tornei.
Não vou viver para sempre, mas enquanto estiver por aqui, não desperdiçarei meu tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupando com o que virá.
E comerei sobremesa todos os dias e repetirei, se assim me aprouver...
E penso que nunca me sentirei só.
Sou receptiva e carinhosa, e se amizades antigas teimam em partir antes de mim, outras novas, assim como você, busquem em mim o que terei para oferecer enquanto viver: experiência e muito amor...
Programa exibido em 10/05/11!
Albert Schweitzer
Mensagem: EU ENVELHECI
Um dia desses uma jovem me perguntou como eu me sentia sobre ser velha. Levei um susto, porque eu não me vejo como uma velha. Ao notar minha reação, a garota ficou embaraçada, mas eu expliquei que era uma pergunta interessante, que pensaria a respeito e depois voltaria a falar com ela.
Pensei e concluí: a velhice é um presente. Eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser. Oh, não meu corpo! Fico incrédula muitas vezes ao me examinar, ver as rugas, a flacidez da pele, os pneus rodeando o meu abdome, através das grossas lentes dos meus óculos. E constantemente examino essa pessoa velha que vive em meu espelho e que se parece demais com minha mãe, mas não sofro muito com isso.
Não trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, e o carinho de minha família por menos cabelo branco.
Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais condescendente comigo mesma, menos crítica das minhas atitudes. Tornei-me amiga de mim mesma. Não fico me censurando se quero comer um bolinho-de-chuva a mais, ou se tenho preguiça de arrumar minha cama, ou se compro um anãozinho de cimento que não necessito, mas que ficou tão lindo no meu jardim. Conquistei o direito de matar minhas vontades, de ser bagunceira, de ser extravagante.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar paciência no computador até às 4 da manhã e depois só acordar ao meio-dia?
Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos das décadas de 50, 60, 70 e se, de repente, chorar lembrando de alguma paixão daquela época, posso chorar mesmo!
Andarei pela praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulharei nas ondas e darei pulinhos se quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros. Eles, também, se conseguirem, envelhecerão.
Sei que ando esquecendo muita coisa, o que é bom para se poder perdoar. Mas, pensando bem, há muitos fatos na vida que merecem ser esquecidos. E das coisas importantes, eu me recordo freqüentemente.
Certo, ao longo dos anos meu coração sofreu muito. Como não sofrer se você perde um grande amor, ou quando uma criança sofre, ou quando um animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão a força, a compreensão e nos ensinam a compaixão.
Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser forte, apesar de imperfeito.
Sou abençoada por ter vivido o suficiente para ver meu cabelo embranquecer e ainda querer tingi-los ao meu bel prazer, e por ter os risos da juventude e da maturidade gravados para sempre em marcas profundas em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes que seus cabelos pudessem ficar prateados.
Conforme envelhecemos, fica mais fácil ser positivo. E ligar menos para o que os outros pensam. Eu não me questiono mais.
Conquistei o direito de estar errada e não ter que dar explicações.
Assim, respondendo à pergunta daquela jovem graciosa, posso afirmar:
- "Eu gosto de ser velha". Libertei-me! Gosto da pessoa que me tornei.
Não vou viver para sempre, mas enquanto estiver por aqui, não desperdiçarei meu tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupando com o que virá.
E comerei sobremesa todos os dias e repetirei, se assim me aprouver...
E penso que nunca me sentirei só.
Sou receptiva e carinhosa, e se amizades antigas teimam em partir antes de mim, outras novas, assim como você, busquem em mim o que terei para oferecer enquanto viver: experiência e muito amor...
Programa exibido em 10/05/11!
terça-feira, 10 de maio de 2011
FILHOS DO CORAÇÃO
Pensamento: “Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor.”
Mensagem: Filhos do coração
Era uma noite como outra qualquer. Luciana estava sentada no chão a folheando o álbum de família. Os irmãos brincavam na sala com o Rafa e o Manecas, o cão e o gato que, sendo os melhores amigos, às vezes pareciam os piores inimigos.
De repente, o silêncio foi interrompido pela curiosidade de uma menina de cinco anos.
— Mãe… como é que eu nasci? Porque é que não há fotografias minhas de bebê aqui no álbum?
A mãe percebeu que aquela, afinal, ia ser uma noite muito especial. Levantou-se do sofá e foi sentar-se ao lado da filha.
— Vou te contar a história mais bonita do mundo e a mais especial, porque é a tua história. Sabes como nascem os bebês?
— Nascem de repolhos grandes! — exclamou o Manuel.
— Não é nada… chegam no bico das cegonhas! — contrapôs o Jorge.
Maria desatou a rir e avançou com a sabedoria de quem acredita que domina o mundo do alto dos seus dez anos:
— Os bebês nascem das barrigas das mães!
— Nem todos — interrompeu a mãe —, alguns filhos nascem nos corações!
Nesse momento até as certezas de Maria, a irmã mais velha desapareceu.
Curiosos, os irmãos aproximaram-se da mãe, prontos para ouvir esta história que, como todas as histórias importantes, começa com um…
— Era uma vez…— disse o pai de Luciana que acabou de entrar na sala.
— …um coração que engravidou de amor — acrescentou a mãe.
— Os corações também engravidam? — interrompeu Luciana curiosa.
— Claro que sim! Esse coração, tal como as barrigas das mães, cresceu tanto, tanto, que se apaixonou por uma menina cor de canela e de trancinhas no cabelo que escolheu fazer parte desta família — respondeu o pai emocionado.
— Sabe Luciana… há várias maneiras de criar uma família, mas o importante é o amor que une as pessoas dessa família, porque as famílias são para sempre — concluiu a mãe.
— Mesmo quando se zangam? — perguntou o Manuel.
— Claro… não vês que, apesar de se zangarem, o Rafa e o Manecas se adoram e não conseguem viver um sem o outro? — lembrou a mãe.
A Luciana ouvia em silêncio com muita atenção mas, quanto mais lhe explicavam, menos conseguia entender. Pegou na mão da mãe, obrigando-a a fixar o olhar no seu, que suplicava por mais esclarecimentos.
— Então como é que eu cheguei ao teu coração grávido, mãe?
— Já vai entender… mas, o mais importante é que você está dentro do nosso coração, como todos os teus irmãos.
Pelo olhar perdido de Luciana, todos conseguiram imaginar a confusão que reinava na sua cabeça. O pai avançou com mais explicações:
— Sabe Luciana, existem muitos lugares no mundo onde os pais não têm condições para criar os filhos e por isso, têm que deixá-los em instituições como aquela no Gana, na África, onde nós te vimos pela primeira vez — acrescentou a mãe.
— E nesses lugares existem muitas crianças como eu, mamãe? — perguntou Luciana.
A resposta chegou pela mão da irmã mais velha, a quem os dez anos davam direito legítimo a uma resposta sempre na ponta da língua:
— Espalhados pelo mundo, existem crianças de todas as raças e cores que precisam de pais, porque os seus pais da barriga não puderam cuidar deles como eles mereciam.
Raças era uma palavra difícil para os irmãos mais novos. O Manuel sabia que era preciso perguntar para conseguir aprender e, por isso, não hesitou:
— O que são raças, papai?
— Raças são características diferentes das crianças que nascem em todas as partes do mundo: No Brasil, em Portugal, no Gana, na China…
Para Luciana nunca tinha ocorrido perguntar porque é que a sua cor de pele era diferente da dos seus irmãos ,afinal somos todos diferentes uns dos outros! Há crianças gordas, magras, altas, baixas, de olhos azuis e outros de olhos castanhos. A cor da sua pele foi sempre aquela, portanto era uma característica sua.
Ela também sabe que o que é realmente importante sente-se com o coração. E o seu coração dizia-lhe que o importante é o amor que une as famílias e o sentimento de segurança que os filhos têm junto dos pais.
— Ao te ver pela primeira vez, o nosso coração cresceu tanto, tanto, que se apaixonou e, desde esse momento, a nossa vida deixou de fazer sentido sem você — revelou a mãe com ternura.
Luciana ficou em silêncio a saborear o olhar apaixonado dos pais e a pensar em todas as crianças que não têm uma família.
Imaginou as crianças que não pertencem a ninguém e que adormecem à noite sem ter os pais ao seu lado para lhes contarem uma história. Imaginou como deve ser difícil não receber um beijo da mãe todas as manhãs. Imaginou como se devem sentir sozinhas as crianças que estão à espera de conhecer os seus pais do coração…
Espontaneamente correu e abraçou os seus pais com toda a força que conseguiu, numa tentativa desesperada de lhes fazer sentir todo o amor que tem por eles.
— Que bom que é ter uma família! — exclamou feliz.
E a sabedoria dos dez anos de Maria traduziu-se numa verdade simples que, no coração, todos sentem como uma certeza:
— Luciana a nossa família não seria a mesma sem ti.
— É verdade Luciana, estamos muito felizes por termos uma irmã como você — acrescentou o Jorge.
— Papai, e o que acontece às outras crianças que ainda não tem uma família? — perguntou o Manuel.
— Estão à espera de encontrar corações apaixonados que engravidem de amor e consigam formar uma família como a nossa — explicou o pai.
— Sabem que às vezes isso acontece muito depressa, mas outras, demora mais tempo. Porém o mais importante é que, no final de tudo, encontrem uma família — concluiu a mãe.
Luciana ficou tranqüila com as palavras da mãe em relação as outras crianças que ainda se encontram a viver em instituições. Contudo, uma dúvida insistia em formar a covinha que aparecia na sua bochecha esquerda sempre que algo a preocupava:
— Mamãe, mas como é que esses pais que engravidam do coração conseguem escolher umas crianças e deixar lá outras?
— Na verdade, filhota — explicou a mãe orgulhosa da sensibilidade da filha —, esses pais não escolhem os filho, mesmo que não percebam, eles é que são os escolhidos. Um coração só engravida quando se apaixona, por isso é que pouco importa se os filhos nascem da barriga das mães ou dos seus corações. O amor só pode ser um laço natural porque ninguém nos pode obrigar a amar!
— Você, por exemplo, — continuou o pai – nos escolheu no dia em que te conhecemos e, depois de nos conquistar, deixou que nós te amassemos. As fotografias sua que faltam aí no álbum não são importantes, porque a nossa história de amor começou mais tarde, e nem todas as histórias de amor tem de começar numa maternidade.
— Se pensares bem, filhota — acrescentou a mãe —, não há fotografias de todos os momentos felizes que passamos juntos, porque alguns desses momentos guardamos dentro do coração, que é o melhor álbum da nossa vida!
Autor: Alexandra Borges; Luís Figo; Ana Cardoso.
Programa exibido em 09/05/10!
Mensagem: Filhos do coração
Era uma noite como outra qualquer. Luciana estava sentada no chão a folheando o álbum de família. Os irmãos brincavam na sala com o Rafa e o Manecas, o cão e o gato que, sendo os melhores amigos, às vezes pareciam os piores inimigos.
De repente, o silêncio foi interrompido pela curiosidade de uma menina de cinco anos.
— Mãe… como é que eu nasci? Porque é que não há fotografias minhas de bebê aqui no álbum?
A mãe percebeu que aquela, afinal, ia ser uma noite muito especial. Levantou-se do sofá e foi sentar-se ao lado da filha.
— Vou te contar a história mais bonita do mundo e a mais especial, porque é a tua história. Sabes como nascem os bebês?
— Nascem de repolhos grandes! — exclamou o Manuel.
— Não é nada… chegam no bico das cegonhas! — contrapôs o Jorge.
Maria desatou a rir e avançou com a sabedoria de quem acredita que domina o mundo do alto dos seus dez anos:
— Os bebês nascem das barrigas das mães!
— Nem todos — interrompeu a mãe —, alguns filhos nascem nos corações!
Nesse momento até as certezas de Maria, a irmã mais velha desapareceu.
Curiosos, os irmãos aproximaram-se da mãe, prontos para ouvir esta história que, como todas as histórias importantes, começa com um…
— Era uma vez…— disse o pai de Luciana que acabou de entrar na sala.
— …um coração que engravidou de amor — acrescentou a mãe.
— Os corações também engravidam? — interrompeu Luciana curiosa.
— Claro que sim! Esse coração, tal como as barrigas das mães, cresceu tanto, tanto, que se apaixonou por uma menina cor de canela e de trancinhas no cabelo que escolheu fazer parte desta família — respondeu o pai emocionado.
— Sabe Luciana… há várias maneiras de criar uma família, mas o importante é o amor que une as pessoas dessa família, porque as famílias são para sempre — concluiu a mãe.
— Mesmo quando se zangam? — perguntou o Manuel.
— Claro… não vês que, apesar de se zangarem, o Rafa e o Manecas se adoram e não conseguem viver um sem o outro? — lembrou a mãe.
A Luciana ouvia em silêncio com muita atenção mas, quanto mais lhe explicavam, menos conseguia entender. Pegou na mão da mãe, obrigando-a a fixar o olhar no seu, que suplicava por mais esclarecimentos.
— Então como é que eu cheguei ao teu coração grávido, mãe?
— Já vai entender… mas, o mais importante é que você está dentro do nosso coração, como todos os teus irmãos.
Pelo olhar perdido de Luciana, todos conseguiram imaginar a confusão que reinava na sua cabeça. O pai avançou com mais explicações:
— Sabe Luciana, existem muitos lugares no mundo onde os pais não têm condições para criar os filhos e por isso, têm que deixá-los em instituições como aquela no Gana, na África, onde nós te vimos pela primeira vez — acrescentou a mãe.
— E nesses lugares existem muitas crianças como eu, mamãe? — perguntou Luciana.
A resposta chegou pela mão da irmã mais velha, a quem os dez anos davam direito legítimo a uma resposta sempre na ponta da língua:
— Espalhados pelo mundo, existem crianças de todas as raças e cores que precisam de pais, porque os seus pais da barriga não puderam cuidar deles como eles mereciam.
Raças era uma palavra difícil para os irmãos mais novos. O Manuel sabia que era preciso perguntar para conseguir aprender e, por isso, não hesitou:
— O que são raças, papai?
— Raças são características diferentes das crianças que nascem em todas as partes do mundo: No Brasil, em Portugal, no Gana, na China…
Para Luciana nunca tinha ocorrido perguntar porque é que a sua cor de pele era diferente da dos seus irmãos ,afinal somos todos diferentes uns dos outros! Há crianças gordas, magras, altas, baixas, de olhos azuis e outros de olhos castanhos. A cor da sua pele foi sempre aquela, portanto era uma característica sua.
Ela também sabe que o que é realmente importante sente-se com o coração. E o seu coração dizia-lhe que o importante é o amor que une as famílias e o sentimento de segurança que os filhos têm junto dos pais.
— Ao te ver pela primeira vez, o nosso coração cresceu tanto, tanto, que se apaixonou e, desde esse momento, a nossa vida deixou de fazer sentido sem você — revelou a mãe com ternura.
Luciana ficou em silêncio a saborear o olhar apaixonado dos pais e a pensar em todas as crianças que não têm uma família.
Imaginou as crianças que não pertencem a ninguém e que adormecem à noite sem ter os pais ao seu lado para lhes contarem uma história. Imaginou como deve ser difícil não receber um beijo da mãe todas as manhãs. Imaginou como se devem sentir sozinhas as crianças que estão à espera de conhecer os seus pais do coração…
Espontaneamente correu e abraçou os seus pais com toda a força que conseguiu, numa tentativa desesperada de lhes fazer sentir todo o amor que tem por eles.
— Que bom que é ter uma família! — exclamou feliz.
E a sabedoria dos dez anos de Maria traduziu-se numa verdade simples que, no coração, todos sentem como uma certeza:
— Luciana a nossa família não seria a mesma sem ti.
— É verdade Luciana, estamos muito felizes por termos uma irmã como você — acrescentou o Jorge.
— Papai, e o que acontece às outras crianças que ainda não tem uma família? — perguntou o Manuel.
— Estão à espera de encontrar corações apaixonados que engravidem de amor e consigam formar uma família como a nossa — explicou o pai.
— Sabem que às vezes isso acontece muito depressa, mas outras, demora mais tempo. Porém o mais importante é que, no final de tudo, encontrem uma família — concluiu a mãe.
Luciana ficou tranqüila com as palavras da mãe em relação as outras crianças que ainda se encontram a viver em instituições. Contudo, uma dúvida insistia em formar a covinha que aparecia na sua bochecha esquerda sempre que algo a preocupava:
— Mamãe, mas como é que esses pais que engravidam do coração conseguem escolher umas crianças e deixar lá outras?
— Na verdade, filhota — explicou a mãe orgulhosa da sensibilidade da filha —, esses pais não escolhem os filho, mesmo que não percebam, eles é que são os escolhidos. Um coração só engravida quando se apaixona, por isso é que pouco importa se os filhos nascem da barriga das mães ou dos seus corações. O amor só pode ser um laço natural porque ninguém nos pode obrigar a amar!
— Você, por exemplo, — continuou o pai – nos escolheu no dia em que te conhecemos e, depois de nos conquistar, deixou que nós te amassemos. As fotografias sua que faltam aí no álbum não são importantes, porque a nossa história de amor começou mais tarde, e nem todas as histórias de amor tem de começar numa maternidade.
— Se pensares bem, filhota — acrescentou a mãe —, não há fotografias de todos os momentos felizes que passamos juntos, porque alguns desses momentos guardamos dentro do coração, que é o melhor álbum da nossa vida!
Autor: Alexandra Borges; Luís Figo; Ana Cardoso.
Programa exibido em 09/05/10!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
AMIGO APRENDIZ
Pensamento: “Devemos promover a coragem onde há medo, promover o acordo onde existe conflito e inspirar esperança onde há desespero.”
Mensagem: AMIGO APRENDIZ
Quero ser teu amigo
Nem demais e nem de menos
Nem tão longe e nem tão perto
Na medida mais precisa que eu puder
Mas amar-te como próximo, sem medida,
E ficar sempre em tua vida
Da maneira mais discreta que eu souber
Sem tirar-te a liberdade
Sem jamais te sufocar
Sem forçar a tua vontade
Sem falar quando for a hora de calar
E sem calar quando for a hora de falar
Nem ausente nem presente por demais,
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo,
Mas confesso,
É tão difícil aprender,
Por isso, eu te peço paciência
Vou encher este teu rosto
De alegrias, lembranças!
Dê-me tempo
De acertar nossas distâncias!
Programa exibido em 05/05/11!
Mensagem: AMIGO APRENDIZ
Quero ser teu amigo
Nem demais e nem de menos
Nem tão longe e nem tão perto
Na medida mais precisa que eu puder
Mas amar-te como próximo, sem medida,
E ficar sempre em tua vida
Da maneira mais discreta que eu souber
Sem tirar-te a liberdade
Sem jamais te sufocar
Sem forçar a tua vontade
Sem falar quando for a hora de calar
E sem calar quando for a hora de falar
Nem ausente nem presente por demais,
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo,
Mas confesso,
É tão difícil aprender,
Por isso, eu te peço paciência
Vou encher este teu rosto
De alegrias, lembranças!
Dê-me tempo
De acertar nossas distâncias!
Programa exibido em 05/05/11!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
FAMÍLIA
Pensamento: “Amigos são aqueles que desafiaram a genética para fazerem parte da nossa família.” Desconhecido
Mensagem: FAMÍLIA
Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu:
- Me desculpe, por favor; não a vi.
Fomos muito educados um com o outro, nos despedimos e seguimos nosso caminho.
Mais tarde em casa, ao estar cozinhando, estava meu filho muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele, imediatamentegritei com ele; ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão duro que lhe falei.
Ao deitar-me, Deus me disse suavemente:
-Trataste a um estranho de forma cortês. Mas destrataste o filho que amas.
Vá à cozinha e encontrarás umas flores no chão, perto da porta. São as flores que ele cortou e te trouxe, rosa, amarela e azul.
Estava calado para te entregar de surpresa e não viste as lágrimas que chegaram a
seus olhos…
Me senti miserável e comecei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
-Desperta pequeno! Desperta!
São estas as flores que cortaste para mim?
Ele sorriu e disse:
- Sim. As encontrei junto de uma árvore, e as cortei porque são bonitas como você,
em especial a azul.
- Filho, sinto muito pelo que te disse hoje, não devia gritar com você.
Ele respondeu:
- Está bem mamãe, te amo de todos os modos.
- Eu também te amo e adorei as flores, especialmente a azul…
Entenda que se morreres amanhã, em questão de dias a empresa onde trabalhas cobrirá seu posto.
Mas a família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pensa neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho do que a nossa Família.
Será que não é uma inversãode valores pouco inteligente?
Programa exibido em 04/05/11!
Mensagem: FAMÍLIA
Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu:
- Me desculpe, por favor; não a vi.
Fomos muito educados um com o outro, nos despedimos e seguimos nosso caminho.
Mais tarde em casa, ao estar cozinhando, estava meu filho muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele, imediatamentegritei com ele; ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão duro que lhe falei.
Ao deitar-me, Deus me disse suavemente:
-Trataste a um estranho de forma cortês. Mas destrataste o filho que amas.
Vá à cozinha e encontrarás umas flores no chão, perto da porta. São as flores que ele cortou e te trouxe, rosa, amarela e azul.
Estava calado para te entregar de surpresa e não viste as lágrimas que chegaram a
seus olhos…
Me senti miserável e comecei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
-Desperta pequeno! Desperta!
São estas as flores que cortaste para mim?
Ele sorriu e disse:
- Sim. As encontrei junto de uma árvore, e as cortei porque são bonitas como você,
em especial a azul.
- Filho, sinto muito pelo que te disse hoje, não devia gritar com você.
Ele respondeu:
- Está bem mamãe, te amo de todos os modos.
- Eu também te amo e adorei as flores, especialmente a azul…
Entenda que se morreres amanhã, em questão de dias a empresa onde trabalhas cobrirá seu posto.
Mas a família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pensa neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho do que a nossa Família.
Será que não é uma inversãode valores pouco inteligente?
Programa exibido em 04/05/11!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A PAZ
Pensamento: "Não podemos escolher como vamos morrer. Ou quando. Podemos somente decidir como vamos viver."
Mensagem: A PAZ
“Não existe dia antes que a noite termine” e não há colheita sem semeadura.
Por isso, tenha paciência, saiba aguardar, há um momento certo para cada coisa.
E o que te parece longe demais, se vence com o primeiro passo.
E o que te parece impossível, se materializa diante do seu esforço.
Por isso, acalme-se.
A paz interior é o seu maior tesouro, não deixe que a ansiedade venha rouba - lá, nem permita que alguém a destrua, seja com atitudes ou comentários.
Seja você revestido da certeza, de que a noite mais escura vai passar, a chuva mais forte, mesmo seguida de raios, vai dar lugar ao sol, ao arco-íris e o arco-íris é sinal de esperança, confiança de Deus nos homens, nova oportunidade de crescer e seguir rumo ao novo horizonte, confiante.
Que você seja revestido da paz, que você a conquiste como tesouro, guarde-a em seu coração como quem ama.
Zele por ela e espalhe-a, como boa semente que o vento leva, por onde você for, assim, ela sempre voltará mais forte para o seu interior.
É a sabedoria quem diz que com a paz, saberás que tu és imensamente feliz!
Programa exibido em 03/05/11!
Mensagem: A PAZ
“Não existe dia antes que a noite termine” e não há colheita sem semeadura.
Por isso, tenha paciência, saiba aguardar, há um momento certo para cada coisa.
E o que te parece longe demais, se vence com o primeiro passo.
E o que te parece impossível, se materializa diante do seu esforço.
Por isso, acalme-se.
A paz interior é o seu maior tesouro, não deixe que a ansiedade venha rouba - lá, nem permita que alguém a destrua, seja com atitudes ou comentários.
Seja você revestido da certeza, de que a noite mais escura vai passar, a chuva mais forte, mesmo seguida de raios, vai dar lugar ao sol, ao arco-íris e o arco-íris é sinal de esperança, confiança de Deus nos homens, nova oportunidade de crescer e seguir rumo ao novo horizonte, confiante.
Que você seja revestido da paz, que você a conquiste como tesouro, guarde-a em seu coração como quem ama.
Zele por ela e espalhe-a, como boa semente que o vento leva, por onde você for, assim, ela sempre voltará mais forte para o seu interior.
É a sabedoria quem diz que com a paz, saberás que tu és imensamente feliz!
Programa exibido em 03/05/11!
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